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sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Valência'2008: 159 países inscritos



Recorde de participações batido e lotação esgotada para os três dias de competição.






Um total de 179 nações estará presente nos Campeonatos Mundiais de pista coberta, que se realizam na próxima semana, em Valência (Espanha), batendo, assim, por larga margem o recorde de presenças anteriormente estabelecido.

Até agora, a edição de 2004, organizada por Budapeste, havia levado à capital húngara 139 delegações, marcando uma fasquia a bater, agora ultrapassada pela imensa adesão internacional às competições da cidade mediterrânica.

Para a Federação Internacional de Atletismo (IAAF), os Campeonatos Mundiais de pista coberta constituem o terceiro maior evento da modalidade à escala mundial, depois dos Jogos Olímpicos e dos Campeonatos Mundiais de pista ao ar livre, e este é um número apreciável, depois de, também nos Mundiais de Osaka (Japão), em Agosto e Setembro do ano passado, terem sido batidos os recordes de participações, com 202 federações nacionais inscritas.

Outro aspecto importante a ressaltar dos Mundiais de Valência'2008 é o facto de, para os três dias de competições (7, 8 e 9 de Março), as bancadas disponíveis no Palau Velódrom Lluís Puig, situado na zona Oeste da cidade, junto ao principal recinto de feiras, estarem já vendidas. Com a lotação esgotada, a competição valenciana tem tudo para se considerar, ainda antes de começar, o maior evento "indoor" de sempre no que ao atletismo diz respeito.

Rui Silva não estará presenta.O atleta do Sporting contraiu uma fractura do tarso-metatarso direito, cujo disgnóstico foi hoje efectuado, e falha, assim, a segunda grande competição internacional em sete meses, depois de, também por lesão, não ter participado nos Campeonatos Mundiais de Osaka, em finais de Agosto do ano passado.

Apesar de ter conseguido mínimos para as provas de 1500 e de 3000 metros, Silva deveria participar apenas na competição mais curta, onde, de resto, foi campeão mundial "indoor" há oito anos, no Pavilhão Atlântico, em Lisboa.

Este é mais um rude golpe para o fundista "leonino", que, a 9 de Dezembro, foi pedra basilar na conquista colectiva da medlaha de prata por parte da equipa de seniores masculinos de Portugal nos Campeonatos Europeus de Crosse, em Toro (Espanha), tendo ele próprio conseguido o terceiro lugar individual.

Agora, Silva vai tentar recuperar o seu ciclo de treinos com vista ao maior objectivo do ano, a presença nos Jogos Olímpicos de Pequim, na segunda quinzena de Agosto.

A delegação portuguesa aos Mundiais de Valência fica assim reduzida a sete elementos, dos quais apenas dois podem aspirar à conquista de medalhas (Nelson Évora no Triplo Salto e Naide Gomes no Salto em Comprimento), e um outro à presença na final dos 60 metros (Francis Obikwelu).





Fonte: Atletas.net

Voleibol De Praia

Estágios dirigidos aos Sub-16, Sub-18, Sub-20 e Sub-23

«Março de Alto Nível»

Na sequência do trabalho desenvolvido em anos anteriores, o Departamento de Voleibol de Praia da Federação Portuguesa de Voleibol (FPV), coordenado pelo Prof. Francisco Fidalgo e pelo atleta olímpico Miguel Maia, vai desenvolver, durante o período da Páscoa, diversas actividades direccionadas aos jogadores jovens.

As actividades assumirão a forma de Centros de Treino para o Alto Nível de Voleibol de Praia, a decorrer semanalmente de 2.ª a 5.ª feira, no período de férias de 24 a 27 de Março, nos campos de Voleibol de Praia do Clube Atlântico da Madalena, abertos a todos os interessados de ambos os sexos que integrem o escalão previsto para cada sessão de treino.

Estágios da Páscoa 2008

Treinos

Hora

2.ª feira

3.ª feira

4.ª feira

5.ª feira

9h00/11h30

Sub-16 (masc.)*

Sub-16 (fem.)*

Sub-18 (masc.)*

Sub-18 (fem.)*

11h00/13h30

Sub-16 (fem.)*

Sub-16 (masc.)*

Sub-18 (fem.)*

Sub-18 (masc.)*

14h30/17h30

Sub-20 (masc.)*

Sub-20 (fem.)*

Sub-23 (masc.)*

Sub-23 (fem.)*

Sub-16 – nascidos em 1993 e depois

Sub-18 – nascidos em 1991 e 1992

Sub-20 – nascidos em 1989 e 1990

Sub-23 – nascidos em 1986, 1987 e 1988

* exclusivamente para este escalão

Sendo uma iniciativa aberta a todos os que preencham os requisitos, os interessados podem inscrever-se por e-mail (seleccoes.fpv@mail.telepac.pt) ou por fax, enviando a ficha de inscrição directamente para a FPV.




Fonte:FPV

quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2008

Gincana Cultural



A nossa Escola vai realizar entre os dias 6 e 12 de Março - A Semana Cultural.
De entre as actividades que já referi, os Torneios de Basquetebol e o MegaSprinter, irá ter lugar, no dia 6 de Março, a Gincana Cultural, entre as 10h e as 13h.







Dela fazem parte as seguintes estações:

  • Slogan: “maisportuguês.pt”
  • Slogan: “maismatemática.pt”
  • Slogan: “Quem é Quem?”
  • Slogan: “LE FRANÇAIS …C´EST CHIC!”
  • Slogan: “À Descoberta da Física”
  • Slogan: “Identificar Regimes Políticos”
  • Slogan: “À Descoberta de Serras e Rios de Portugal”
  • Slogan: “Perdido na Net”
  • Slogan: “Desafios Lógicos”
  • Slogan: “Jogar para Vencer”
  • Slogan: “Europa sobre Rodas”
  • Slogan: “Bunte Eier farben”
  • Slogan: “Investigando Ciência”
Se estiveres interessado em participar dirige-te ao Conselho Executivo, e fala com a Professora Cristina André.


quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Valência"2008": Portugal sem surpresas


Oito atletas representam o país nos Campeonatos Mundiais de pista coberta.




Oito atletas, quatro no sector masculino e outros tantos no feminino, foram convocados pelo Seleccionador Nacional para representar Portugal nos Campeonatos Mundiais de pista coberta, que decorrem na próxima semana (7 a 9 de Março), no Palau Lluís Puig, em Valência (Espanha).

Todos os nomes que haviam conseguido mínimos estão integrados no combinado nacional, que assim se apresentará com Francis Obikwelu nos 60 metros, Nelson Évora no Triplo Salto, Rui Silva nos 1500 metros, Marco Fortes no lançamento do Peso, Jessica Augusto nos 3000 metros, Elisabete Tavares no Salto com Vara, Sandra Teixeira nos 1500 metros e Naide Gomes no Salto em Comprimento.

Os portugueses entram em pista logo no primeiro dia de provas (6ª feira, 7), às nove da manhã (hora portuguesa) com a qualificação do Peso, onde estará o sportinguista Marco Fortes.

Logo a seguir (09h15), veremos Jessica Augusto correr a eliminatória dos 3000 metros.

Às 11h45 começam as eliminatórias dos 60 metros planos, onde Francis Obikwelu assume papel de destaque, tendo mesmo afirmado que o seu objectivo passa pela presença na final.

Depois, às 16 horas, é a vez de Elisabete Tavares atacar as qualificações do Salto com Vara, e pouco menos de duas horas depois (17h50), surge no corredor do Triplo Salto Nelson Évora para a respectiva fase qualificativa.

Também Rui Silva estará em competição no primeiro dia dos Mundiais "indoor", quando, a partir das 19 horas, disputar a primeira fase dos 1500 metros.

Os restantes dois atletas da delegação nacional terão de aguardar pelo Sábado para competir, com Naide Gomes a surgir às 11 horas na qualificação do Salto em Comprimento, e, meia hora depois, Sandra Teixeira a participar nas eliminatórias dos 1500 metros.

Esta é uma delegação curta e compacta, com boas probabilidades de sucesso nos casos de Nelson Évora e Naide Gomes ("atacando" claramente o pódio nas respectivas provas), e com Rui Silva e Francis Obikwelu a jogarem no apuramento para as suas finais, sendo o medalhado de bronze nos últimos Europeus de Crosse, em Toro, um elemento de referência, também, no que diz respeito à luta pelas três primeiras posições.

A delegação portuguesa viaja para Valência repartida por Lisboa e Porto, na quarta-feira, 5 de Março.



Fonte:Atletas.net

Aptidão Física - Saúde



terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Conceitos de Treino




João Neto garante a sua presença em Pequim


João Neto (81 kg) conquistou de forma categórica a sua terceira medalha de bronze no Super A de Hamburgo e subiu ao 3.º lugar do ranking de qualificação olímpica, garantindo pela segunda vez consecutiva a presença nuns Jogos, este ano agendados para Pequim.

Mas o judoca do ACM Coimbra/Torres Novas, actualmente o expoente máximo da Selecção masculina (7.º em Atenas’04 e 3.º no Mundial’03), teceu críticas ao sistema de apuramento, não concordando que cada país possa estar representado apenas por um atleta em cada categoria de peso: “Com esta fórmula há grandes atletas que não vão aos Jogos, mesmo sendo dos melhores do Mundo. É injusto. Deveria ser permitido, pelo menos, dois por país. A competitividade seria ainda maior.”

Embora tenha falhado no Mundial e Europeu’07, Neto revelou impressionante regularidade nas Taças do Mundo ao conquistar, além do bronze na Alemanha (Hamburgo), três medalhas de prata: Itália, Inglaterra e Geórgia.

O também atleta do Abensberg justificou a superior estabilidade: “Tento fazer um judo mais variado para surpreender os adversários, além de realizar trabalho específico em luta do chão e nas pegas. Estou a gerir melhor os combates e sem correr riscos desnecessários.

Fonte:Record Online
Autor: ALEXANDRE REIS"

Frederico Gil afastado na 1.ª ronda em Cherburgo




Frederico Gil despediu-se do Challenger de Cherburgo (França), com prémios monetários de 50.000 dólares, logo na 1.ª ronda, ao perder em três sets com o francês Adrian Mannarino.

O número 1 português (133.º do ranking mundial) começou por vencer o primeiro parcial por 6-3, mas o 258.º do ATP Tour acabou dar a volta ao encontro, ao ganhar os sets seguintes por 6-3 e 6-4.

Semana da Higiene Oral na Quinta Pedagógica



Será que cuidamos bem dos nossos dentes? O que podemos fazer para que sejam mais saudáveis?

Estas e muitas outras perguntas serão respondidas na Semana da Higiene Oral, que irá decorrer na Quinta Pedagógica, de 26 de Fevereiro a 1 de Março, com o apoio da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa.

Nesta semana, através de várias actividades, as crianças poderão aprender quais os hábitos de higiene oral que devem ter, desde pequenos.

De terça a sexta-feira, estas acções destinam-se a grupos escolares e no Sábado, durante todo o dia, o convite é para a família.

Com esta acção, a Quinta Pedagógica pretende, mais uma vez, alertar toda a comunidade para a importância de educar para a saúde. Esta iniciativa vem no seguimento das acções de sensibilização para a importância de uma alimentação saudável, um factor essencial para uma boa saúde oral, que têm vindo a ser desenvolvidas pela Quinta Pedagógica.



Fala com os teus pais e aproveita o sábado para fazeres uma visita à Quinta Pedagógica.

Para mais informações contacte a Quinta Pedagógica através do telefone 21 855 09 30, fax 21 855 09 48 ou e-mail quinta.pedagogica@cm-lisboa.pt



Desafio-te a responder a um teste sobre higiene oral, para testares os teus conhecimentos. Para jogares basta que cliques na imagem




Doenças do Coração



O enfarte, o derrame cerebral e os outros problemas do coração são as principais causas de morte em Portugal






Factores de Risco

O enfarte, o derrame cerebral e os outros problemas do coração são as principais causas de morte em Portugal. Estudos efectuados comprovaram que é possível prevenir o aparecimento e a progressão dessas doenças.

Existem factores que contribuem para o seu aparecimento, tais como:
Tensão alta, colesterol elevado, diabetes, tabaco, obesidade, tensão nervosa e falta de exercício físico.
O controle dos factores de risco é o principal meio no combate a essas doenças.

Cigarro e fumo
A nicotina do cigarro aumenta a tensão arterial, por isso aumenta também o risco de enfarte. Quanto maior for número de cigarros e a duração do vício, maior será o risco.
Frequentar ambientes com pessoas que fumem também é altamente prejudicial.

Colesterol elevado
O colesterol é uma gordura produzida no organismo que também se encontra presente nalguns alimentos; ele é produzido no organismo, principalmente à custa das gorduras saturadas; que se encontram mais nos alimentos de origem animal.
O excesso de colesterol poderá acumular-se nas artérias e provocar a sua obstrução (entupimento), que é chamado aterosclerose; portanto, a grande responsável pelo enfarte, tromboses e derrame cerebral.
Prefira comer verduras e carnes magras, principalmente peixe e frango sem pele;
use óleo vegetal (soja, milho, girassol ou de oliva) para cozinhar; prefira leite e queijos magros; a margarina vegetal é melhor do que a manteiga; evite comer mais de três gemas de ovo por semana; bolos, pudins, cremes e maioneses também têm ovo; faça menos fritos e não reutilize o óleo;

Tensão Alta
A tensão alta ou hipertensão arterial aumenta o risco de enfarte e derrame cerebral.
A hipertensão, na maioria das vezes, não dá qualquer sinal ou sintoma; quando associada a outros factores de risco, como o cigarro ou o colesterol, a hipertensão é ainda mais perigosa e danificadora.

Mantenha sua pressão sempre "dentro dos parâmetros normais"
Na consulta médica, deverá saber se tem tensão alta; diminuir o sal na confecção dos alimentos e evitar enlatados e temperos prontos ajudam ao controle da tensão;

Diabetes
A diabetes é uma doença causada pela falta de insulina produzida no nosso organismo e é a insulina ajuda à manutenção do nível de açúcar no sangue. As pessoas com excesso de peso têm maior dificuldade para controlar a doença
É sabido que a diabetes, não controlada, aumenta o risco de enfarte e tromboses.
Procure o médico se estiver com excesso de peso ou tenha diabéticos na família;
evite açúcar, doces e refrigerantes. Uma boa dieta, emagrecimento, exercícios físicos e os medicamentos podem controlar esta doença;

Preocupações e Tensões Constantes
No dia a dia existem características do ambiente em que vivemos que geram grande preocupação e tensão: os problemas socio-económicos, o stress e tensões no trabalho, problemas no relacionamento familiar, etc.

Isole o perigo de alta tensão
Não exija demais de si, aprenda com seus erros, tenha objectivos na vida mas não seja asfixiado por eles.
Seja flexível, transforme as suas actividades diárias em algo que lhe dê satisfação.
Se estiver com alterações no sono ou apetite, angústia ou irritação por tempo prolongado, procure o médico.

Obesidade e Falta de Exercício
O excesso de peso e a falta de exercício podem aumentar o risco de enfarte, pois os obesos têm um peso acima do recomendado para a sua idade, altura e sexo.

Não deixe que a obesidade seja um peso na sua vida
Com uma dieta orientada pelo médico ou nutricionista, poderá escolher melhor a alimentação. Existem exercícios físicos apropriados para cada pessoa, o seu médico poderá orientá-lo para escolher o melhor, pois a actividade física ajuda a emagrecer e a diminuir as suas tensões.

Pés saudáveis com sapatos confortáveis






A maior parte das maleitas dos pés, bolhas; feridas; inchaços; calosidades; etc, estão relacionadas





Os nossos pés são uma "obra de engenharia" muitíssimo sofisticada. Cada um deles é um mecanismo complexo formado por 26 ossos, sustentados por uma rede de mais de uma centena de ligamentos, tendões e músculos - tudo isto disposto de forma a criar uma série de arcos dinâmicos que suportam o peso do corpo.

Cada vez que damos um passo, os pés amortecem um impacto equivalente ao dobro desse peso, valor que se multiplica por três ao correr.

A nossa actividade diária habitual sujeita os pés a um esforço enorme: mais de 20 mil passos por dia e uma carga diária de cerca de 100 toneladas, tudo isto fechados durante praticamente dois terços da nossa vida dentro de sapatos quase sempre pouco adequados.

Os pés têm também um papel importante na manutenção de uma circulação saudável, pois a cada passo que damos as contracções dos músculos da barriga da perna ajudam o sangue a regressar ao coração.

Andar a pé é uma actividade muito recomendável, desde que se tenha o cuidado de usar sapatos adequados, de boa qualidade e de manter uma boa postura.

O estilo de vida moderno obriga-nos a passar a maior parte do tempo sentados, seja a trabalhar numa secretária, no sofá de casa a ver televisão ou a conduzir o automóvel. Nem sempre estamos preparados para as grandes caminhadas que fazem parte de qualquer viagem - e nem é preciso ser uma viagem de turismo-aventura, basta passar uma tarde inteira a fazer compras.

As dores nos músculos da barriga das pernas podem dever-se ao esforço extra, mas a maior parte das maleitas dos pés - bolhas, feridas, inchaço, calosidades - está relacionada com calçado inadequado. Um bom par de sapatos é uma condição fundamental para garantir o bem-estar no dia-a-dia.

Os modelos de festa são a excepção, mas também não se usam com frequência, nem durante muito tempo seguido. Para o quotidiano, vale a pena investir na qualidade e fazer um esforço para conciliar o melhor possível moda e conforto.

Se já sabe que vai andar mesmo muito a pé, o mais seguro é comprar um par de sapatos próprios para marcha, numa loja de desporto.

Se pratica atletismo, é igualmente importante que saiba escolher um par de sapatilhas de qualidade, que lhe pouparão a saúde, pelas razões já referidas anteriormente neste artigo.

Os sapatos e botas para o dia-a-dia devem ter saltos baixos, apoiar firmemente a parte de trás do pé e ser suficientemente largos para o acomodar confortavelmente, sem ficarem soltos. As solas devem ser flexíveis, para que o pé se movimente à vontade e exercite naturalmente os tendões, ligamentos e músculos de apoio.

Os materiais sintéticos são de evitar, porque não deixam o ar circular, estimulam a transpiração e criam uma humidade favorável ao desenvolvimento de fungos. Pele, couro ou lona são as opções mais saudáveis.

Não convém usar saltos altos para grandes caminhadas, pois o facto de andar muito tempo com o calcanhar levantado impede a distribuição correcta do peso do corpo. A longo prazo isto origina problemas de postura, dores nas costas e nos pés e agrava o joanete.

Lembre-se de que os membros inferiores incham com o calor e quando se passa muito tempo de pé, pelo que não convém usar sapatos apertados ou estreitos à frente para passear. Aliás, as formas muito estreitas nunca são uma boa opção, porque favorecem a formação de calosidades entre os dedos.

Tenha uns pés saudáveis, use sapatos de qualidade e confortáveis.

Fonte:Atletas.net

Primeiros Socorros






O que o atleta pode fazer no caso de lhe aparecerem dores





Contusões acontecem. E quando isto ocorre o atleta deve marcar uma consulta com o seu médico. Entretanto, pode tomar algumas providências para se tratar em casa e evitar que a contusão evolua.

O atleta também pode sentir uma leve dor após a corrida, que pode não exigir cuidados médicos, mas mais vale prevenir do que remediar.
O método mais indicado para tratamento rápido em casa é o método RICE, que explicarei a seguir.
O mais importante é evitar que as contusões apareçam.
Então, siga estes princípios
Não aumente o volume de quilómetros mais do que 10% por semana;
Use sapatilhas de corrida adequadas e troque-as quando tiverem mais de 800 km;
Faça alongamentos;
Não se esqueça do aquecimento e descompressão muscular;
Evite pisos muito duros, muito inclinados ou irregulares;
Não aumente o volume e a intensidade do treino simultaneamente.

O método RICE

O método RICE (que pode ser combinado com anti-inflamatórios) é a resposta imediata para a maioria das contusões. RICE significa (em inglês)

Rest - repouso
Ice - gelo
Compression - compressão
Elevation - elevação

Repouso - Repousar é simplesmente bom senso.

Gelo - Colocar gelo em cima da zona afectada, poderá causar bolhas ou queimaduras(Usar um pano para envolver o gelo, para proteger a pele de queimaduras). Desta forma, envolva os cubos de gelo numa toalha molhada. O limite de tempo para cada aplicação é de 15 minutos, mas o atleta pode repetir esta operação de hora em hora.

Compressão - O uso de compressão diminui a irrigação sanguínea na zona afectada. Pode ser utilizada uma ligadura, mas tome cuidado para não apertar em demasia e impedir a circulação, o que poderia ocasionar gangrena. O atleta pode alternar compressão com gelo. Se a região em causa ficar dormente, pare o processo de compressão.

Elevação - Significa elevar o membro afectado, o que diminuirá a pressão sanguínea na área.

Correr ou não correr ? Quando procurar um médico ?

O especialista em medicina desportiva Dr. Ben Kibler de Lexington, Kentucky, desenvolveu uma escala para os corredores saberem que medidas devem tomar quando sentirem dores. Da mesma forma, o Team Oregon também desenvolveu uma escala semelhante mas um pouco mais conservadora.

Coloco em baixo as duas escalas para que os atletas possam ter uma referência.

Escala de dor do Dr. Ben Kibler

Nível 1
Dor que aparece depois do atleta correr mas desaparece no mesmo dia ou na manhã seguinte.
Tratamento - Alongue gentilmente após o exercício, aplique gelo e tome um anti-inflamatório como a aspirina.

Nível 2
Dor que aparece durante a actividade mas não interfere com a sua habilidade em continuar a correr.
Tratamento - Siga o tratamento do nível 1 ; considere parar por um dia ou dois para reduzir o risco de uma lesão.

Nível 3
Dor que aparece durante a corrida e interfere com a sua habilidade em continuar.
Tratamento - Pare de correr por alguns dias e considere procurar tratamento médico. Enquanto isso, aplique gelo e tome anti-inflamatórios.

Nível 4
Dor que severamente interfere com a sua habilidade de correr e persiste mesmo quando você não está correndo.
Tratamento - Pare de correr por alguns dias e procure tratamento médico imediatamente. Enquanto isso, aplique gelo e tome anti-inflamatórios.

Escala de dor do Team Oregon

Nível 1
Dor notada somente depois da corrida, horas depois ou na manhã seguinte.
Prognóstico - Provavelmente 1-2 dias de recuperação com tratamento apropriado e eliminação da causa.
Tratamento - Gelo, compressão, elevação e massagem.

Nível 2
Desconforto ou tensão (mas não dor) sentido durante a corrida. Treino e participação em provas ainda parece ser possível. Prognóstico - Provavelmente 4-7 dias de recuperação com tratamento apropriado e eliminação da causa.
Tratamento - 2 a 4 dias de descanso ou de uma actividade alternativa não exagerada. Gelo, compressão, elevação, massagem e anti-inflamatório. Procure um médico se não melhorar depois de 7 dias de descanso e tratamento.

Nível 3
Desconforto mais forte que pode ser descrito como "dor" durante a corrida. O corredor sente-se compelido a reduzir os níveis de treino e/ou competição.
Prognóstico - Provavelmente 2-4 semanas de recuperação com tratamento apropriado e eliminação da causa.
Tratamento - 4 a 7 dias de descanso ou participação numa actividade alternativa não exagerada. Gelo, compressão, elevação, massagem e anti-inflamatório. Procure um médico se não melhorar (ou piorar) depois de 7 dias de descanso e tratamento. Só deve voltar à corrida quando não sentir mais dor durante a actividade.

Nível 4
Dor severa. Não consegue correr. Prognóstico - Provavelmente 6 semanas ou mais de recuperação com tratamento apropriado e eliminação da causa.
Tratamento - Procure um médico imediatamente. Exige tratamento profissional e reabilitação. Volta à corrida somente quando não sentir mais dor durante a actividade.



Fonte:Atletas.net

segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008

"Pé-de-atleta"





Cuidados a ter para prevenir a doença que mais vulgarmente afecta os atletas.





É no verão que se acentua a possibilidade de se contrair a vulgar doença pé-de-atleta, a mais comum de todas as infecções produzidas por fungos. Caminhar descalço em lugares públicos onde existe muita humidade, nomeadamente piscinas, ginásios e duches, não secar bem os pés depois de os lavar, suar em excesso, são aspectos que normalmente originam o problema. Embora esta doença apareça com mais frequência nos desportistas, qualquer pessoa pode ficar afectada, sobretudo por se tratar de uma dermatomicose extremamente contagiosa que se não for devidamente tratada pode tornar-se crónica e estender-se a outras zonas do corpo.


Quando caminhamos descalços, perdemos finas escamas de pele, que se vão espalhando pelo chão. Estas escamas podem estar contaminadas com fungos e em contacto com outros pés poderão transmitir a infecção a novas pessoas, é necessário usar chinelos enquanto se caminha em piscinas ou balneários, para prevenir a doença.

A doença não apresenta sintomas graves, mas além de ser inestético e incómodo é bastante doloroso. A infecção que se manifesta mais no verão do que nas épocas frias, surge normalmente entre os dedos e as palmas dos pés e os sintomas mais comuns são ardor, comichão, sensação de queimadura e gretas ou pequenas escamas na planta do pé. As unhas ficam com um aspecto opaco com manchas esbranquiçadas. Se identificar esta doença nos seus pés, procure o seu médico pois o diagnóstico da doença deverá ser efectuado por um especialista.

Cuidados a ter para prevenir a doença:

. Em piscinas, duches ou ginásios, utilize sempre calçado para protecção..
. Seque muito bem os seus pés depois do banho, especialmente entre os dedos.
· Utilize meias de algodão em vez de calçado de material sintético.
· Não ande descalço em locais públicos.
· Mude frequentemente de meias para evitar que a humidade fique em contacto com os pés.


Fonte:Atletas.net

Ana Dias vence Maratona de Sevilha

Ana Dias e o queniano Samsom Kiptoo Bungei venceram hoje a XXIV edição da Maratona Cidade de Sevilha 2008-Grande Prémio da Andaluzia, disputada em Sevilha.

Na prova, em que participaram um total de 3.247 atletas, Bunguei completou com o tempo oficial de 2:10.52 minutos, enquanto a atleta da Casa do Benfica de Faro fez um crono oficial de 2:29.22 minutos, à frente da espanhola Maria Abel (segunda em 2:33.33) e da russa Sventlana Baigulova (terceira em 2:37.41).

Bunguei, que com Ana Dias figurava entre os favoritos à vitória, não conseguiu bater o recorde da prova andaluza, detido por José Ramón Rey (2:10.49) desde 2001.

O pódio masculino ficou completo com os etíopes Jonathan Kibet Kipkosgei (2:11.38) e Adem Jemal Hussen (2:12.24).




Fonte:Jornal Record

domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Sara Moreira com recorde pessoal falha Valência


Sara Moreira falhou esta tarde, em Pombal, o objectivo de conseguir os mínimos para os Campeonatos Mundiais de Valência, em pista coberta, mau grado tenha batido o seu recorde pessoal nos 3000 metros, ao vencer a prova em 9.09,41 minutos.

A atleta do Maratona Clube de Portugal - que agradece ao técnico Rafael Marques a possibilidade de, a uma semana dos Nacionais de Crosse, ter tentado os mínimos para Valência - correu praticamente sozinha desde o tiro de partida, e venceu com naturalidade os três quilómetros.

Porém, já à entrada dos derradeiros 200 metros se afigurava impossível baixar dos 9.04 minutos, a marca que permitiria o passaporte para os Mundiais "indoor".

Sara Moreira pensa agora nos Nacionais de Crosse longo - Domingo, no Parque da Cidade do Porto - e nos Mundiais da especialidade, em Edimburgo, a 30 de Março.



Fonte:Atletas.net

Obikwelu campeão nacional 60m



Francis Obikwelu sagrou-se ontem à tarde campeão nacional dos 60 metros, ao vencer com 6,70 segundos a prova disputada na ExpoCentro, em Pombal.

O luso-nigeriano havia conseguido, nas meias-finais, os mínimos de participação para os Campeonatos Mundiais de Valência (com 6,66 segundos), e ganhou com naturalidade a corrida derradeira.

Francis, cujo principal objectivo é a obtenção de um dos três primeiros lugares nos Jogos Olímpicos de Pequim (no hectómetro), pretende, em Valência, garantir a presença entre os seis primeiros, e disputar a final da prova mais rápida do calendário de pista coberta.

sábado, 23 de Fevereiro de 2008

Resultados dos Jogos de Voleibol





Resultados dos Jogos, Voleibol Feminino, disputados este sábado, na Escola Secundária José Gomes Ferreira.

Juvenis Femininos

E.S. Vergílio Ferreira X E.S. José Gomes Ferreira = 0 - 2

E.S. Vergílio Ferreira X Oficinas de S. José = 0 - 2


Juniores Femininos

E.S. Vergílio Ferreira X E.S. José Gomes Ferreira = 1 - 2


E.S. Vergílio Ferreira X E.S. D. Pedro V = 2 - 0



Resultados parciais




--- ESVF X ES José Gomes Ferreira - 0 – 2 (10/25; 17/25)

--- ESVF X Col. Of. S. José - 0 – 2 (11/25; 21/25)




Juniores

--- ESVF X ES José Gomes Ferreira - 1 – 2 (23/25; 25/15; 14/16)

--- ESVF X D. Pedro V - 2 – 0 (25/16; 25/12)



Reparem o SOOOOfrido que foi o jogo das Juniores da José Gomes Ferreira



E como se portaram bem as Juvenis no 2º set com o Colégio …. Até chegaram a estar a ganhar ….



"Foi uma boa jornada mas ….. muito sofrida", opinião da Treinadora, Profª Amélia Matos.



Paulo Gonçalves vence salto em altura com 2,19 metros

Paulo Gonçalves vence salto em altura com 2,19 metros

A marca passa a constituir novo recorde dos Campeonatos de Portugal.


O saltador benfiquista Paulo Gonçalves é o primeiro campeão nacional hoje apurado no decurso da primeira jornada dos Campeonatos Nacionais Absolutos e de Provas Combinadas, em pista coberta, que decorrem em Pombal durante o fim-de-semana.

Paulo Gonçalves terminou o concurso a tentar 2,21 metros, mas soçobrou nas três tentativas, pelo que vale a marca de 2,19 metros para o primeiro lugar no salto em altura.

A pista da cidade do Centro do país recebe, agora, a final de salto com vara, na qual Elisabete Tavares e a sua irmã Sandra procuram ainda obter mínimos para os Campeonatos Mundiais de Valência, o que significaria a ultrapassagem dos 4,40 metros.





Fonte:Atletas.net

sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2008

MegaSprinter Fase Escola







Gostas de correr? Consideras que tens bastante velocidade? Inscreve-te no MegaSprinter .

A Fase Escola realizar-se-à no dia 7 De Março, pelas 10horas.

ESCALÕES ETÁRIOS

ESCALÃO ÉPOCAS 2007/2008

INFANTIS A 97/98
INFANTIS B 95/96
INICIADOS 93/94
JUVENIS 91/92
JUNIORES 89/90

As inscrições deverão ser feitas até ao dia 29 de Fevereiro, fala com o teu Professor de Educação Física.

Apuram-se os dois (2) primeiros alunos da fase colectiva Inter-
Turmas, por escalão etário e género, para a Fase EAE.

O MegaSprinter da EAE Lisboa Cidade realizar-se-à dia 9 de Abril de 2008, na Pista Prof. Moniz Pereira - Alta do Lumiar.

Torneios Inter-Turmas Basquetebol



Vem aí os Torneios Inter-Turmas de Basquetebol. Como já te havia anunciado, os mesmos decorrerão no dia 7 de Março, durante a Semana Cultural, na nossa escola.

Os Torneios realizar-se-ão da seguinte forma:

3 X 3 para o Ensino Básico

5 X 5 para o Ensino Secundário

As inscrições serão até ao dia 29 de Fevereiro, e a tua turma poderá inscrever as equipas que desejar, quer se tratem de equipas femininas, quer se tratem de equipas masculinas.

O calendário de jogos será afixado no dia 5 de Março.

Para mais informações fala com o teu Professor de Educação Física.

quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2008

As Corridas de Aventura

As Corridas de Aventura (CA) ou Raids, são uma nova forma de prática desportiva baseada no trinómio Aventura / Desporto / Natureza, desenvolvendo uma actividade física de longa duração, com uma forte componente de trabalho de equipa e consciência ambiental.

Partindo do conceito de expedição, cada prova tem como suporte um mapa onde estão assinalados os pontos de controlo (CP) por onde a equipa deve passar. A progressão no terreno é alternadamente realizada por diversos meios de locomoção não motorizados: a pé, de bicicleta, a nado, em canoa, à vela, em voo, a cavalo, por meio de técnicas de progressão vertical e/ou subterrânea e/ou subaquática e através de passagens aéreas em corda ou cabo. Frequentemente é ainda solicitada aos atletas a realização de perícias variadas como tiro com arco e exercícios de team-building.

As provas que integram o Portugal Eco Aventura (PEA) são Corridas de Aventura que se desenrolam durante um fim-de-semana, com percursos com cerca de 200 km de distância total (150 no sábado e 50 no domingo), cuja duração varia entre 16 e 22 horas de tempo efectivo de prova. Estes 200 km dividem-se aproximadamente em 60 de progressão a pé, 120 em bicicleta e 20 por outros meios, sendo estes valores máximos aproximados.

Cada prova é constituída por um conjunto de 8 a 12 etapas independentes, em regime de tempo corrido, nas quais as equipas terão de visitar o maior número de pontos de controlo (CP) durante um tempo limitado. O percurso de cada etapa é escolha da equipa, sendo fornecido pela organização um mapa com as zonas de partida e de chegada e os respectivos CP devidamente assinalados.

As equipas são constituídas por 4 elementos participantes, mais 1 acompanhante para fazer a assistência, sendo a realização das etapas feita pela equipa em autonomia total.


MATERIAL

  • Cantil 0,75 L (ou similar)
  • Bicicleta Montanha
  • Kit de reparação de furos
  • Manta de sobrevivência
  • Casaco polar (ou similar)
  • Casaco corta-vento/impermeável
  • Material técnico disponibilizado pelo CDIPS



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Escalada



O desejo de subir mais alto e alcançar o topo é inerente ao homem desde a sua mais tenra idade. A escalada surge assim como actividade natural e ideal para quem pretende testar os seus limites físicos e mentais.

O objectivo desta modalidade é atingir o cimo de um rochedo, falésia, montanha, ou estrutura artificial, recorrendo à força e resistência dos membros e à capacidade de equilíbrio e controlo corporal. Actualmente a escalada pode ser praticada ao ar livre ou em estruturas interiores construídas para esse efeito, sendo sempre utilizados diversos equipamentos de segurança para minimizar o risco.

Associada à escalada e ao montanhismo existe uma série de técnicas de travessia ou transposição de obstáculos recorrendo à utilização de cordas, frequentemente também utilizadas como actividades recreativas:
  • Rapel
  • Slide
  • Tirolesa
  • Ponte Himalaia
  • Paralelas



MATERIAL

  • Capacete
  • Arnês
  • Corda dinâmica
  • Expresses *
  • Mosquetões
  • Dispositivo descensor
  • Dispositivo de travamento
  • Pés de Gato *
  • Pó de magnésio *
  • Fitas e cordeletes

* Material não disponível no CDIPS


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Canoagem


Na canoagem inclui-se a navegação em canoa ou kayak, em águas lisas e calmas ou em águas bravas.

Os rios são classificados, de acordo com a sua dificuldade, de I (fácil) a VI (sobrevivência duvidosa). A classificação depende da velocidade da água, do percurso e do volume de água do rio, por isso, o mesmo rio pode ser mais emocionante na época de cheia do que em época seca.

As canoas são embarcações geralmente largas e pesadas, com dois ou mais lugares. São impulsionadas com pás e uma vez que não possuem grande estabilidade são adequadas para navegar em águas calmas.

Os kayaks são fechados e fabricados em fibra de vidro, plástico ou compósitos de carbono, existindo ainda modelos insufláveis. São impulsionados por pagaias (semelhantes a um leme duplo). Apresentam um aspecto fusiforme e têm mais estabilidade e capacidade de manobra. São utilizados na descida de águas fluviais mais revoltas e também no mar.


MATERIAL

  • Embarcação
  • Pagaia
  • Colete salva-vidas
  • Capacete



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BTT



No BTT ou bicicleta de montanha os percursos realizam-se nos mais variados tipos de piso: alcatão, terra-batida, caminhos florestais, ou mesmo com a bicicleta ao ombro.






MATERIAL

  • Bicicleta de montanha com suspensão
  • Capacete
  • Kit de reparação de furos
  • Água

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Pedestrianismo

O Pedestrianismo é uma actividade desportiva que consiste em percorrer a pé caminhos de duração e exigência física variável, em permanente relação com a natureza e contactando ainda com variados aspectos turísticos, culturais e ambientais.

Estes percursos podem desenvolver-se em trilhos ou veredas ou ainda por caminhos bem definidos e sinalizados com marcas e códigos normalizados internacionalmente. Estes últimos estão classificados em percursos de Pequena Rota (PR) e Grande Rota (GR).

MATERIAL

  • Calçado confortável com boa aderência e amortecimento
  • Vestuário adaptado às condições climatéricas
  • Água e comida em função da duração do percurso
  • Cajado ou bastão de caminhada
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A Orientação


A Orientação é um Desporto recente no nosso país, mas tem já 100 anos de existência nos países nórdicos enquanto desporto organizado, sendo uma das modalidades desportivas que mais tem crescido nos últimos anos em Portugal. A competição concilia-se com o lazer, num espaço que proporciona um permanente contacto com a Natureza.

Na partida, cada praticante recebe um mapa onde estão marcados pequenos círculos que correspondem a pontos de controlo, materializados no terreno pelas "balizas" (prismas de cores laranja e branca), que estão acompanhadas de um sistema que comprova a passagem por cada ponto.

A escolha do itinerário entre cada ponto de controlo é uma opção do próprio praticante! Cada ponto é uma meta e, simultaneamente, a partida para um novo desafio. Cruzando prados, ribeiros e florestas, o praticante sente-se parte integrante do espaço que percorre... A velocidade de movimento tem que ser acompanhada pela velocidade de raciocínio para ler o mapa e interpretar a relação mapa/terreno, ponderar sobre as várias opções de itinerário, decidir!

A Orientação é praticada em quatro disciplinas diferentes: Orientação Pedestre, Orientação em BTT, Orientação em Ski e Trail Orienteering, esta última prioritariamente para deficientes motores. Todavia, para além destas disciplinas com quadros competitivos nacionais e internacionais, são também organizadas provas de Orientação a cavalo, em canoa, etc.. As provas de Orientação são regra geral realizadas durante o dia. Contudo, há também provas nocturnas com grande adesão de participantes. O terreno "tradicional" para a prática da modalidade deverá ter muitos pormenores do relevo, ter floresta limpa e pouca vegetação rasteira. No entanto, a Orientação pode ser praticada em qualquer lugar desde que exista um mapa dessa área. As provas em parques ou jardins e mesmo em áreas urbanas das cidades são cada vez em maior número.

As provas do calendário da Federação Portuguesa de Orientação são abertas a todas as pessoas de qualquer idade, havendo sempre percursos para principiantes. A distância e a dificuldade dos percursos de Orientação variam em função da idade e do nível técnico dos praticantes, possibilitando a participação dos sete aos noventa e sete anos.


MATERIAL

  • Mapa
  • Bússola
  • Calçado confortável e com boa aderência
  • Vestuário que proteja o corpo da vegetação
  • Caneleiras

LINKS



Mínimos para Valência: Sandra Teixeira confirmada




Em Estocolmo, Naide Gomes supera recorde nacional em pista coberta.

Sandra Teixeira é a sexta atleta portuguesa a conseguir os mínimos de participação nos Campeonatos Mundiais de Pista Coberta, que se realizam em Valência, de 7 a 9 do próximo mês.

Sandra correu os 1500 metros do "meeting" GE Galan, em Estocolmo, em 4.14,72 minutos, baixando mais de um segundo relativamente ao mínimo necessário (4.16,00), e ficou em oitavo posto na prova da reunião sueca, ganha por Maryam Jamal, do Bahrein, com 4.04,30 segundos.

Sandra não deixou, assim, para os Campeonatos de Portugal de Pista Coberta, no próximo fim-de-semana, em Pombal, o que já podia conseguir hoje, carimbando o passaporta para a cidade mediterrânica, e juntando-se ao quinteto já confirmado (Nelson Évora, Rui Silva, Jessia Augusto, Marco Fortes e Naide Gomes).

Justamente Naide obteve mais um recorde nacional "indoor", com 6,93 metros, salto conseguido ao sextto e derradeiro ensaio, num concurso onde também pulou 6,86, 6,88 e 6,75, com os primeiro e terceiro saltos nulos.

A saltadora sportinguista apenas perdeu o concurso para a russa Irina Simagina, que, também no seu último ensaio, conseguiu 6,96 metros, o que constitui melhor marca mundial do ano em pista coberta.

quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Gostas de Vela?



Se ficas fascinado(a) ao ver o suave deslizar dos veleiros sulcando as ondas, mas não te queres comprometer (ainda) num Curso de Vela, pois não sabes se vais gostar, o ArdoMar tem uma proposta aliciante para ti:

Vai participar numa das suas aulas de 4 horas, que decorrem todos os fins de semana.

Aproveita para sentir o ambiente do Clube, troca impressões com os alunos e experimenta um veleiro.

Calendário: Aos Sábados e Domingos em 2 horários - Manhã das 0900 às 1300 ou Tarde das 1400 às 1800 (sujeito a vaga nos Cursos a decorrer).

Preço: 1 pessoa - 40.00 €, 2 pessoas - 70.00 €. Todas as aulas são dadas em navegação no Estuário do Tejo a bordo dos nossos veleiros.

Veleiro: Elan 295 - Partida: Doca de Sto Amaro


Se tiveres algumas dúvidas quanto à roupa que deve usar, etc., entra em Ardoar

Leite: uma fonte de vitalidade


O leite já faz parte da dieta humana desde os primórdios da civilização. Os cientistas estipulam que o leite começou a ser um alimento regular nas refeições humanas por volta de 10.000 a 8.000 A.C., por esta altura dá-se um facto muito importante, o abandono da caça para o cultivo da terra. Muitos cientistas acham que foi o consumo de leite de diversos animais que marcou o início da actividade sedentária.
Apesar de uma relação muito antiga entre o homem e o leite, nem todos sabem os benefícios que os produtos lácteos produzem no organismo humano. Composto por 55 nutrientes essenciais ao homem, se for consumido regularmente, apresenta benefícios surpreendentes para a saúde e não é só na etapa de crescimento, mas sim durante toda a vida. Pelas suas características o leite é um alimento versátil, composto por todas as categorias de nutrientes indispensáveis a uma vida saudável.

O cálcio, o ouro branco

O leite é por excelência a principal fonte de fornecimento de cálcio ao organismo. Esta matéria-prima é indispensável ao crescimento e fortalecimento dos ossos. Nas pessoas adultas, a partir dos 30 anos, inicia-se uma perda natural de cálcio adquirido anteriormente, sendo necessário continuar a ingestão de cálcio, de modo a preservar a estrutura óssea. Em seguida apresentamos um quadro onde poderá saber quanto deve beber.



Saiba quanto beber:

Dos 3 aos 9 anos - litro/dia (2Copos)
Dos 0 aos 24 anos - litro/dia (3copos)
Grávidas - litro/dia (3copos)
Lactentes - 1litro/dia (4copos)
Adultos - litro/dia (2copos)
Idosos - litro/dia (3copos)


Fonte:Atletas.net

Quais são os inconvenientes do uso exagerado da carne na alimentação?



A carne contém na sua composição: 50% a 60% de água; 20% a 30% de proteínas de alto valor biológico; 15% a 30% de gordura essencialmente saturada; quantidades mínimas de glúcidos, sais minerais e vitaminas. Embora apresente na sua composição proteínas de alto valor biológico, superadas somente pelas proteínas do ovo, o uso exagerado da carne tem dois grandes inconvenientes: o seu alto teor em gorduras saturadas e colesterol e a sua riqueza em purinas.

As carnes de porco, ganso e pato são mais gordurosas e, assim, mais difíceis de digerir do que as carnes de vaca, carneiro, galinha, peru e animais de caça.

As vísceras animais (fígado, rins e coração) têm alto valor nutritivo e são económicas, mas pouco utilizadas na maioria dos casos. São muito ricas em vitaminas e sais minerais (ferro, fósforo e cobre). As outras carnes são ricas em tiamina, riboflavina e ferro, e muito ricas em fósforo e niacina.

As proteínas animais devem ser restringidas a uma porção por dia. As proteínas vegetais (ervilhas, feijão, lentilhas, soja, etc.) deverão satisfazer as restantes necessidades proteicas diárias. As proteínas de baixo valor biológico devem ser sempre suplementadas, na mesma refeição, com proteínas de alto valor biológico. A associação de leguminosas com soja ou com ovo, na mesma refeição, são exemplos do que se disse.


Fonte:Atletas.net

As bebidas comerciais são as ideais?



A maioria das bebidas que existem no mercado, não são boas para consumo durante uma competição. Muitas delas são isotónicas ou até hipertónicas. Assim, para além de demorarem muito tempo a sair do estômago, podem fazer-lhe uma "chamada" de água agravando a desidratação. Este tipo de bebidas contem concentrações elevadas de sais minerais, que não são necessários na bebida a ingerir durante a prova (excepto o sódio). Possuem também vitaminas, corantes naturais ou artificiais, que em nada contribuem para o bom rendimento muscular competitivo.


Analisemos o conteúdo de alguns produtos comercializados em Portugal:

XL1 carteira com 65 gramas:
· Glúcidos (glucose + frutose + sacarose) - 61,75 gramas
· Ácido cítrico - 1,6 gramas
· Citrato de sódio - 1,3 gramas
· Cloreto de sódio - 1,3 gramas
· Aromatizantes - Limão e Lima
· Corantes naturais - clorofila
· Proteínas e lípidos - vestígios
· Valor calórico - 380kcal

Segundo as recomendações do fornecedor o conteúdo de um saco de XL1 deverá ser diluído em um litro de água se a temperatura ambiente for inferior a 20ºC e em um a dois litros se a temperatura ultrapassar os 20ºC. Vamos obter assim, uma solução glucídica em água a cerca de 6,2% e 3,1%, respectivamente para o primeiro e segundo casos. Segundo o nosso ponto de vista, embora a solução a usar para temperaturas acima de 20ºC tenha uma diluição praticamente ideal, não concordamos com a diluição para temperaturas inferiores pois a solução obtida é isotónica em relação ao plasma do sangue, levando a uma longa permanência da solução no estômago. Pensamos por isso que devemos fazer uma diluição em, pelo menos, litro e meio de água se a temperatura for inferior a 20ºC. Quanto aos sais minerais o conteúdo em sódio é o ideal e o seu sabor é muito agradável.

Se utilizarmos o XL1, como bebida recuperadora após a competição poderemos utilizar as diluições atrás aconselhadas. O XL1 como bebida de recuperação tem o inconveniente de não ter potássio na sua constituição e de não ter uma alcalinidade mais acentuada.

Isostar - Composição de uma lata com 250ml:
· Glúcidos - 18 gramas
· Sais minerais (sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, cloretos)
. Vitaminas (B1, B2, C, niacina e panteotenato de cálcio)

Esta bebida tem 72 gramas de glúcidos por litro de água (excesso de glúcidos) e é muito rica em alguns sais minerais e vitaminas que não são necessários durante a competição. Como bebida de recuperação poderá ser utilizada, mas como bebida pré-competitiva nunca!

Aquarius - Composição por 100ml de bebida:
· Glúcidos - 6,3 gramas
· Sódio - 22 miligramas
· Potássio - 2,2 miligramas
· Cálcio - 0,8 miligramas
· Fósforo - 1 miligrama
· Cloretos - 24 miligramas
· Valor calórico - 25 kcal

O Aquarius é uma bebida isotónica comercializada em lata e por isso torna-se difícil a sua diluição. É contra-indicada a sua utilização como bebida pré-competitiva, porque tem uma concentração elevada de glúcidos. O seu sabor é na nossa opinião, um pouco forte de mais, mas não é desagradável e pode ser utilizada como bebida de recuperação. No entanto, o seu conteúdo em sais minerais é baixo e não tem magnésio na sua constituição.

Gatorade - Composição por 100ml de bebida:
· Glúcidos - 6 gramas (sacarose e dextrose)
· Sódio - 41 miligramas
· Potássio - 11,7 gramas
· Fósforo - 31 miligramas
· Cloretos - 39 miligramas
· Valor calórico - 24 kcal

O Gatorade é uma bebida isotónica mas é comercializada em pó e por isso torna-se fácil a sua diluição, obtendo-se assim uma bebida hipotónica, sendo contra-indicada como bebida pré-competitiva. O seu sabor é agradável e não demasiado forte, se for bem diluído. Pode ser utilizada como bebida de recuperação, mas é pouco rica em sais minerais, tanto quantitativamente em termos de sódio, cloro e potássio; como qualitativamente, pois não possui cálcio e magnésio.

Bebida caseira para utilizar durante uma competição:
· 1litro de água
· Glucose e/ou frutose (entre 20 a 60 gramas consoante a finalidade da bebida)
· 1 pitada de sal (cloreto de sódio)
· Sumo de limão a gosto

Esta bebida é fácil de fazer e mais barata, do que qualquer bebida comercial.

Em conclusão, diremos que a maioria das bebidas comerciais não são ideais para consumir durante a competição. Devemos preparar a nossa bebida e experimentá-la num treino ou prova pouco importante.



Fonte:Atletas.net

Marcas de eleição em ano promissor


Líderes de presente época, já suplantaram os de 2007


Já caíram recordes nacionais em seis provas esta época e, de uma forma geral, as marcas líderes deste ano já são superiores às de 2007, embora ainda faltem as principais competições: Campeonato de Portugal (no próximo fim-de-semana, em Pombal) e Campeonato do Mundo (de 7 a 9 de Março, em Valência).


No sector masculino, em 15 provas, nada menos de 12 já têm marcas de top melhores do que as de 2007; no feminino, as coisas não vão tão bem: apenas seis marcas (contra nove) são agora melhores.

Em menos de um mês, entre 13 de Janeiro e 10 de Fevereiro, caíram oito recordes nacionais em seis provas, através de Susana Costa no triplo (13,50), Elisabete Tavares na vara (4,35), Arnaldo Abrantes nos 200 m (21,22), Marco Fortes no peso (19,51 e 20,08), Naide Gomes no comprimento (6,90) e Nelson Évora no triplo (17,32 e 17,33). E ainda houve os recordes de Sub-23 de Arnaldo Abrantes nos 200 m (21,22), Edi Maia na vara (5,01, 5,15, 5,16 e 5,17) e Patrícia Mamona no triplo (13,21).

No sector masculino, além dos recordistas, também estiveram em foco Rui Silva, a fazer a sua melhor época de pista coberta desde 2004; António Rodrigues, já abaixo dos 48 segundos nos 400 m, João Almeida, com 8,02 nas barreiras, e Paulo Gonçalves, a subir na altura (já vai em 2,18). Apenas em três provas ainda se está aquém das marcas líderes de 2007: 60 m, barreiras e 5.000 m marcha.

Nas provas femininas, só Carmo Tavares (800 m), Jessica Augusto, já a terceira de sempre nos 3.000 m, e Antónia Borges têm melhores marcas do que as líderes de 2007.


Fonte:
edição impressa de Record
Autor: ARONS DE CARVALHO

terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Obikwelu video promocional da Nike


O que o atleta deve comer antes de uma prova


A refeição antes de treinos ou competições deve ser completa mas de digestão muito fácil.
Há casos especiais de alimentação, como por exemplo, a alimentação de um atleta que quanto mais pesada for a modalidade e mais tempo a praticar por semana maior será o consumo energético continuado; por isso a refeição antes de treinos ou competições tem de ser completa mas de digestão muito fácil: sopa batida em vez de legumes, hortaliças e leguminosas inteiros; sumos ou papas de fruta em vez de frutas inteiras; peixe grelhado ou cozido em vez de carne, ovos, conservas, bacalhau ou carnes fumadas; arroz, massa ou farinha-de-pau em vez de batatas, leguminosas ou outro acompanhamento; pão torrado ou tostas em vez de pão fresco ou bolachas; iogurte em vez de leite.

Não deve a refeição que antecede a prova precedê-la mais de duas horas e meia; o organismo tem que dispor energia e não pode competir em momentos de baixa. Também por essa razão é necessário reabastecimento alimentar e de líquidos a meio da prova: batidos de frutas ou chá fraco morno.

O desportista não deve comer no final da prova para «compensar». Energia e nutrimentos não energéticos são precisos para o esforço ser eficaz e benéfico e não para «reparar» estragos.


Fonte:O portal do Atletismo

Vitaminas e minerais


Os minerais são originários do solo, absorvidos pelas plantas e depois são passados para o homem e para os animais que as consomem, são frequentemente referidos como elementos traço pois as suas necessidades para manter as funções do organismo são de apenas poucas quantidades. Existem recomendações específicas para estes nutrientes, as quais se baseiam na ingestão mínima para prevenir deficiências que possam impedir o funcionamento do organismo e o limite máximo para evitar toxicidade.

Alguns atletas acreditam que necessitam de altas doses de minerais para suportar o stress de um treino intenso, mas a verdade é que, à excepção do ferro (particularmente nas mulheres), a necessidade de minerais em atletas é similar à de outros indivíduos não atletas saudáveis, e que, o treino não esgota as reservas de minerais. No entanto, factores como: redução no consumo de calorias, consumo elevado de alimentos refinados e baixa variabilidade nas fontes alimentares podem prejudicar o consumo dos micro nutrientes e ocasionalmente levar ao desenvolvimento de deficiência de minerais.

As vitaminas e os minerais são nutrientes com a função de regular o funcionamento do organismo e encontram-se principalmente em legumes, verduras e frutas. Para saber tudo sobre as vitaminas e os minerais que deve consumir em maiores quantidades, consulte a seguinte tabela:

VITAMINA

FUNÇÃO

O QUE COMER


Vitamina A

Crescimentos celular
Mantém o bom estado de glândulas e ossos

Frutas e legumes amarelos como a cenoura, a abóbora e verduras.

Fígado, salmão e outros peixes de água fria, gema de ovo e lacticínios.

Vitamina B1


Vitamina B2


Vitamina B3

Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Metabolismo de energia
Diminui o tempo de recuperação
Diminui as cãibras

Legumes, grão-de-bico, ovos, carnes magras, aves, fígado, leite, feijão, couve, pães, cereais, nozes e sementes.

Vitamina B6


Vitamina B12

Ganho de massa
Melhora da performance Metabolismo de proteína e carbohidrato
Formação de glóbulos vermelhos

Ostras, atum, fígado, carne bovina, peixe, aves, cereais, soja e verduras.



Vitamina C

Antioxidante
Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Aumenta a absorção do Ferro Aumenta a imunidade
Auxilia no desempenho desportivo Acelera a cicatrização

Acerola, goiaba, laranja, morango, kiwi, melão e frutas silvestres

Couve-flor e couve


Vitamina E

Antioxidante
Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Formação de glóbulos vermelhos e tecidos musculares

Óleos vegetais, ovos, nozes, cereais enriquecidos e verduras


Cálcio

Auxilia na contracção muscular
Melhora a potência muscular
Formação de ossos
Coagulação sanguínea

Leite e seus derivados, salmão, sardinha, amêndoas e hortaliças verdes.



Zinco

Antioxidante
Aumenta a imunidade
Evita o cansaço

Carnes magras, iogurte, grãos enriquecidos, frutos do mar (ostras e mariscos), cereais, espinafres, cogumelos e sementes de girassol.


Ferro

Transporta e armazena o oxigénio
Evita o cansaço

Fígado, carne bovina, gema de ovo, frutos do mar,

Vegetais, lentilha e ervilha.

Selenio

Antioxidante (protector das membranas celulares)

Aves, frutos do mar, cebola, alho e cogumelos.


Cromo

Aumenta a síntese proteica
Auxilia a insulina no metabolismo da glicose

Levedo de cerveja, produtos à base de grãos integrais, fígado e queijo.


Potássio

Evita as cãimbras
Regula o equilíbrio de líquidos corporal
Promove o funcionamento dos músculo e do metabolismo

Tomate, laranja, banana, abacate, frutas cítricas, frutas secas e água de coco.


Magnésio

Antioxidante
Evita o cansaço
Auxilia na contracção muscular

Verduras, legumes, cereais, pão de trigo integral, carnes, aves, peixes e ovos.


Fósforo

Diminui o cansaço
Funcionamento do metabolismo

Gema de ovo, leite, queijo, carnes, peixes, aves, cereais de trigo integral e leguminosas




Fonte:Atletas.net

Os melhores de 2007


Atletas, revelações, momentos, "performances". 2007 foi ano de Campeonatos Europeus de pista coberta e Campeonatos Mundiais de pista ao ar livre, ano de alguns assombrosos recordes do Mundo, ano em que muitos portugueses se destacaram. Foi, também, o ano em que o combate ao "doping" no atletismo ganhou novo fôlego com a aprovação de um novo Código Mundial Anti-Dopagem e com as confissões de Marion Jones.

Estes são, para o Atletas.net, os protagonistas nacionais e estrangeiros de 2007.



Fonte:Atletas.Net

Paulo Gomes e Sara Moreira destacam-se em Cáceres


Paulo Gomes (quarto lugar) e Sara Moreira (quinto) foram os portugueses mais bem classificados no corta-mato de Cáceres, Espanha, que se realizou hoje.

O atleta da Conforlimpa cometeu mesmo a proeza de derrotar o consagrado espanhol Alberto Garcia (quinto classificado) e de ficar apenas a três segundos do ucraniano Sergey Lebid, sete vezes campeão europeu de corta-mato. A prova foi dominada pelo queniano Moses Mosop, que gastou 32 minutos exactos, derrotando o espanhol Juan Carlos de la Ossa por 26 segundos e Lebid por 39.

Na prova masculina, para além de Paulo Gomes, competiram Luís Feiteira (7.º), José Rocha (8.º), Licínio Pimentel (9.º), Pedro Ribeiro (12.º), Ricardo Ribas (14.º), Hermano Ferreira (16.º) e Mário Teixeira (17.º).

Na principal corrida feminina, dominada por atletas quenianas, Sara Moreira foi quinta na geral. Correram ainda Leonor Carneiro (11.ª), Fátima Cabral (12.ª), Anália Rosa (14.ª), Marina Bastos (21.ª) e Solange Jesus (25.ª).

Foram assim, muitos os atletas portugueses que marcaram presença neste crosse, que lhes serviu de ensaio para o Campeonato de Portugal, a realizar dentro de duas semanas, no Porto.


Fonte:Record

segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Ténis de mesa: E. Amadora vence Nacional de Sub-21

O Estrela da Amadora é o novo campeão nacional de Sub-21. A equipa da Reboleira derrotou, na final, o Ala Nun’Álvares por 3-1, na prova que teve lugar neste fim-de-semana em Mafra.

Em juniores masculinos, o título foi para o São Roque. A formação madeirense superou o CD Marco no encontro decisivo por 3-1, arrebatando o título. Em juniores femininos, o Ala Nun’Álvares superou o Ginásio C. Valbom (3-0).

Entretanto, as Selecções Nacionais que vão disputar o Campeonato do Mundo por equipas, agendado para a localidade chinesa de Guangzhou, de 24 do corrente mês a 2 de Março, partem hoje rumo à China. Os atletas portugueses vão realizar estágio de uma semana antes da competição.

Fonte:Record

Novo Record do salto com vara

Edi Maia bateu pela quarta vez este ano o recorde nacional de Sub-23, ao passar 4,17 com a vara, no Meeting de Pombal, mais um centímetro que há uma semana.
Em foco estiveram ainda Susana Costa (13,46), a quatro centímetros do seu recorde nacional.

No Algarve, Susana Feitor (22.18) e Augusto Cardoso (20.58) ganharam o G.P. Pechão (5 km marcha).



FONTE: RECORD

domingo, 17 de Fevereiro de 2008

História do Badminton




Nas origens do Badminton pensa-se que estão ligadas três zonas distintas do mundo: Ásia, América Central e Europa, havendo mesmo quem defenda a sua existência há milénios. Na China foram encontrados vasos de cerâmica do ano de 3500 a.C. com desenhos de uma rapariga com uma bola com penas, um objecto semelhante a um tamborim.
Na América Central, a civilização dos Aztecas praticavam um jogo com uma bola adornada de belas e ondulantes penas coloridas, aparecendo estes desenhos no interior dos seus templos. Quando os portugueses desembarcaram no Brasil, a tribo dos Curumins, divertiam-se com um objecto semelhante ao volante.
Na Grécia existia um jogo chamado "Tamborete e Peteca" (Battledore e Schuttlecock) que era jogado por adultos e crianças. O objectivo do jogo era rebater uma peteca com tacos, evitando-se que a mesma caísse no chão.
Chardin pintou um quadro que ficou célebre, “A menina do Volante”.

Contudo, não existe a certeza de como esses jogos se transformaram no Badminton.
Actualmente, julga-se que o jogo da “Poona”, de origem indiana é trazido para a Europa pelos oficiais ingleses, por volta do ano de 1800. É conhecido que, por volta de 1860, as filhas do duque de Beaufort jogavam no grande salão de Badminton House, moradia da família Somerset, no condado de Gloucestershire, em Inglaterra, tendo acrescentado uma pequena variante: atavam uma corda desde a porta até à lareira, usando raquetes de ténis, tentando manter o volante o mais tempo possível em jogo de uma para a outra por cima da corda.
Sendo que provavelmente os hóspedes da casa, incluindo alguns oficiais do exercito britânico na Índia, se juntassem à brincadeira, pouco tempo terá passado até que alguém sugerisse que seria muito mais divertido se o volante fosse batido noutra direcção que não a do outro jogador que se encontrava do outro lado da corda.
Esse alguém é possível que possa ter sido J.L.Baldwin, um conhecido desportista e visita frequente de Badminton House, grande adepto do aperfeiçoamento de regras de jogos e passatempos. Os mais românticos dizem que a modalidade apareceu realmente na já referida propriedade, por ocasião da recepção aos oficiais ingleses, que regressavam da Índia, num momento de convívio, alguns deles decidiram fixar penas numa rolha de champanhe e recrear o jogo indiano “Poona”.
Foi no entanto na Índia que o jogo se transformou num desporto competitivo e que no ano de 1870 passou a ter a designação de Badminton, onde o coronel H.O.Selby esboçou um código de jogo que foi aceite por consentimento generalizado naquela parte do mundo.
Nos finais da década de 70 inícios de 1880, formaram-se em Inglaterra alguns clubes, inicialmente em lugares como Folkestone e Portsmouth, onde havia uma forte presença militar e assim veio a ser conhecido espalhando-se por todo país. Foi através da competição que se foi evoluindo e desde logo os clubes tentaram impor as suas
capacidades. Mas ainda não havia regras geralmente aceites, aquelas esboçadas pelo coronel Selby não eram ainda conhecidas pelos recentes clubes.
Não havendo manufactura de volantes nesses dias, os jogadores faziam os seus próprios volantes com o material que tinham à disposição, e muitas e variadas eram as formas e tamanhos assim como o número de penas que continham. Nalguns casos o jogo era jogado com bolas feitas de tiras de lã enroladas, não havia dimensões reconhecidas do campo, e normalmente utilizava-se o espaço disponível.
Os jogos de singulares eram virtualmente desconhecidos, sendo popular cada parte jogar o maior número possível de jogadores. Não existia também um sistema de pontuação geralmente aceite, nem definição do que consistia o jogo. Nestas circunstâncias era difícil organizar competições interclubes, e foi assim que, em 1883, cerca de meia dúzia de clubes se reuniram e formaram uma estrutura associativa sobre a presidência do coronel S.M.C.Dolby – Associação Nacional de Badminton (Badminton Association of England), que todos reconheciam como autoridade em todos os assuntos relacionados com a prática de Badminton. Isto funcionou satisfatoriamente, mas quando a modalidade se expandiu à Irlanda, Escócia, País de Gales e ao continente, esses países formaram as suas associações nacionais, no início preparadas para observar a autoridade da associação inglesa, o jogo tornou-se mais popular espalhando-se pelo mundo, e inevitavelmente cresceu o desejo dos países se defrontarem. Surge então a verdadeira necessidade de uma estrutura internacional, a associação inglesa organizou um encontro de todas as Associações Nacionais de Badminton conhecidas, com o propósito de fundar a Federação Internacional de Badminton (International Badminton Federation), este facto torna-se real em 1934, inicialmente com nove filiados, Inglaterra, Irlanda, Escócia, Gales, Canadá, França, Dinamarca, Holanda e Nova Zelândia, a partir daqui nunca mais parou de crescer, actualmente fazem parte 160 países. O trabalho desta estrutura modificou esses tempos de amadorismo, e como guardiã das Leis do Badminton as suas responsabilidades expandiram-se de maneira a abarcar todos os aspectos do jogo. Para nomear algumas dessas responsabilidades, cita-se a coordenação de torneios nacionais, internacionais, campeonatos do mundo, supervisionar a fabricação adequada de volantes, raquetes e outros materiais, publicidade, regulamentação e todas as situações relacionadas com a modalidade.


Um conselho internacional constituído por 28 pessoas, eleitas por todas as associações (agora federações) nacionais, cujos delegados dirigem a Federação, supervisionam o trabalho federativo realizado por um pequeno staff profissional de seis pessoas localizadas em Cheltenham, em Gloucestershire, local onde tudo começou.
Quando os Campeonatos de Equipas Masculinas (Thomas Cup) se realizaram, pela primeira vez, em finais dos anos 40, a Malásia provou ser a nação mais apta e continuou a manter o trofeu por mais duas edições. Depois foi a vez da Indonésia mudar o quadro da situação, o que fizeram virtualmente durante 20 anos, somente na época de 1966/67 a Malásia voltou a vencer. Nos anos 80 a República popular da China veio à cena e rapidamente arrecadou o cobiçado trofeu, para ser entregue apenas em 1984 por pequena margem à Indonésia. Durante todo este tempo a poderosa equipa dinamarquesa tem vindo a chegar-se perto do sucesso, tanto que se pensa que a sua vez de o conquistar está próxima.

Quanto aos Campeonatos de Equipas femininas (Uber Cup) começaram pelos Estados Unidos vencerem os primeiros três campeonatos, após o que o Japão, a partir de meio dos anos 60 até 1980/81 – excepção feita de 1974/75 em que ganhou a Indonésia - , se sagrou sempre vencedor. Depois, em 1984, a grande habilidade e perseverança das jogadoras chinesas tem prevalecido.
Em Portugal existem registos da prática da modalidade desde 1895, na Figueira da Foz, ano em que foi oferecido um par de raquetes ao escritor Prof.Dr. João de Barros, segundo relato de Henrique Pinto. Em 1924, na Ilha da Madeira, através de cidadãos ingleses residentes nesse local, em 24 de Julho, organizou-se um encontro, na Quinta Gertrudes (Vale Formoso – Funchal), entre as equipas “Azul” e “Branco” disputando uma taça de prata. A equipa vencedora foi a “Branco”, em que fizeram parte os seguintes elementos: Eng. Luís Peter Clode, Srª Portugal da Silveira, Maria Helena Ferreira de Andrade, Maria Ernestina Jardim, José de Santa Clara Gomes, entre outros.
Em Lisboa, 1926, no Triângulo Vermelho Português, existiam campos de Badminton marcados e alguns sócios realizavam jogos de badminton, entre eles o Eng. Osterlande e suas filhas.
Mas foi com Sr. Henrique Pinto, por volta de 1953, este gerente da Livraria Portugal, que aos fins-de-semana jogava com os seus empregados e amigos na sua casa em Agualva, Cacém, que a divulgação da modalidade foi feita em vários pontos do país. A 19 de Fevereiro de 1954, Henrique Pinto remeteu a todos os clubes uma circular de forma a realizar-se uma reunião (realizada a 10 Março de 1954) para estabelecer as bases para uma futura direcção da Federação Portuguesa de Badminton. A 1 de Julho de 1954 foi criada a Federação Portuguesa de Badminton cujo primeiro presidente foi o próprio Henrique Pinto. O primeiro torneio foi organizado pelo Lisboa Ginásio Clube.
É gratificante que tanto empenho tenha sido premiado pelo reconhecimento olímpico, tendo o Badminton sido modalidade de exibição/demonstração nos jogos olímpicos de 1972 em Munique, depois de um interregno de 16 anos voltou aos jogos novamente na condição de exibição/demonstração nos jogos olímpicos de 1988 em Seul e como modalidade oficial a partir dos jogos olímpicos de 1992 em Barcelona. Nos jogos de Atlanta 1996, onde pela primeira vez foi incluída a variante de pares mistos, estes jogos tiveram também a particularidade de consagrar o jogador dinamarquês Poul-Erik Hoyer-Larsen como primeiro atleta europeu a vencer uma medalha de ouro na variante de singulares homens.
Por três ocasiões, Portugal conseguiu o apuramento e esteve representado nos Jogos Olímpicos. Em Barcelona através de Fernando Silva e Ricardo Fernandes e em Sidney e Atenas através de Marco Vasconcelos.
Presentemente a Federação Portuguesa de Badminton, encontra-se sediada na cidade das Caldas da Rainha, existindo onze Associações Regionais as quais cobrem praticamente todo o território Nacional (www.fpbadminton.pt).
O Badminton pratica-se em 5 variantes, Singulares Homens, Singulares Senhoras, Pares Homens, Pares Senhoras e Pares Mistos. Cada partida é composta de 2 jogos (Sets) ou 3 jogos no caso de se verificar um empate no fim dos dois primeiros. Cada jogo (Set) é disputado até aos 15 pontos (Singulares Homens e Pares) e até aos 11 pontos (Singulares Senhoras). No decorrer dos jogos e caso se verifique uma igualdade a 14 pontos (Singulares Homens e Pares) e a 10 pontos (Singulares Senhoras) poderão ser pedidos 3 pontos extras e os jogos terminarem aos 17 e aos 13 respectivamente.


Fonte:História do Badminton

História do Ténis



Ténis

O nome "Ténis" é derivado do velho nome francês dado ao jogo, "tenetz". Um jogo muito parecido com o ténis actual era jogado no século XIII na França, inicialmente em Paris pelas altas classes sociais. Alguns acreditam o ténis ter sido ensinado aos franceses pelos italianos e os gregos que conheciam um jogo similar durante aquele período. Os franceses chamavam o jogo de "jeu de paume"(jogo da palma), porque os jogadores usavam as palmas das mãos para bater nas bolas. Depois, as raquetes permitiram que os jogadores tivessem um melhor alcance. Aproximadamente 100 anos depois, a aristocracia britânica começou a praticar o desporto. O jogo era jogado em ambientes fechados com uma pesada e incomoda raquete e com confusas regras. Esse jogo, que em alguns aspectos é similar ao badminton, é chamado pelos americanos por "court tennis" e pelos britânicos de "real tennis".

Isso foi até 1873 que o major Walter Clopton Wingfield que, fazendo uso de todo o seu conhecimento sobre o "real tennis" elaborou o chamado, pelos americanos, "lawn tennis". Em Dezembro deste mesmo ano, Walter anunciou as regras de seu novo jogo com raquetes. O jogo era jogado em ambientes abertos em quadras de grama e com a rede muito mais alta que é hoje. Wingfield patenteou o esporte em fevereiro do ano seguinte. "Lawn Tennis" cresceu rapidamente em popularidade na Grã-Bretanha e dispersado totalmente nos Estados Unidos da América(república).
Mar Ewing Outerbridge, uma mulher bem rica habitante de uma ilha nos EUA, estava de férias em Bermuda (nação) no começo de 1874 e observou alguns homens britânicos jogando o jogo recentemente inventado por Walter Wingfield. Ela retornou a sua terra na primavera do mesmo ano e trouxe o equipamento de tênis com ela. O jogo foi brevemente difundo nas outras partes do país. Quadras foram construídas em Nahant, Massachussets, Newport e Philadelphia.
O ténis continuou a prosperar no país e o Primeiro Campeonato de Tênis dos Estados Unidos foi realizado em 1881 no Newprt Casino em Newport. O campeonato foi para ser cediado em Forest Hills, N.Y., e por lá foi realizado de 1915 até 1920. De 1921 até 1923 o campeonato foi realizado no Cricket Club in Philadelphia. O torneio voltou para Forest Hills em 1924 e foi lá realizado até 1977. Em 1978, o evento mudou-se para o "Centro Nacional de Tênis da Associação de Tênis dos Estados Unidos em FlushingMeadow, N.Y.
Wimbledon, o maior campeonato internacional, foi jogado pela primeira vez em 1877; o campeonato francês, em 1891 e o Australiano, em 1905. Esses 3 mais o campeonato dos Estados Unidos, começaram a serem chamados de "Big Four". Eles constituem os então chamados "Grand Slams"do ténis. Times nacionais vem competindo para a então famosa "Davis Cup", símbolo da supremacia do ténis internacional, desde 1900.

Ténis (em Portugal) é um desporto de origem britânica, disputado em cortes geralmente abertas e de superfícies sintéticas (Australia Open), HardCourt (US Open), terra batida (Roland Garros), ou relva (Wimbledon). Participam no jogo dois oponentes ou duas duplas de oponentes, podendo ser mistas (homens e mulheres) ou não. O corte é dividido em duas meios-cortes por uma rede, e o objectivo do jogo é rebater uma bola (geralmente amarela) além da rede (para o meio-corte do adversário) com ajuda de uma raquete.

Bola de Ténis


Corte de cimento (Hard Court)


Para marcar um ponto é preciso que a bola toque o solo de qualquer parte do corte do adversário duas vezes, fazendo com que o adversário não consiga devolvê-la antes do segundo toque, ou que a devolva para fora dos limites do outro meio corte. O desporto assim possui aspectos de ataque (rebater bem a bola, dificultando a devolução do adversário) e defesa (bom posicionamento no corte, antecipação do lance adversário etc).

O ténis possui um intrincado sistema de pontuação, que subdivide o jogo em games e sets. Onde, um game é um conjunto de pontos e um set é um conjunto de games. Cada game tem um jogador responsável por recolocar a bola em jogo: fazer o serviço. No ténis de competição, é comum que aquele jogador que serve o game, já que tem a vantagem do ataque e dita o ritmo do jogo. Desta forma, uma das estratégias de jogo é tentar inverter esta vantagem durante a troca de bola ou durante a defesa fazer com que o adversário, através de erros, perca os games em que está servindo. Ganha o jogo aquele que atingir um número de sets pré-definido - geralmente 2 sets, sendo 3 sets para os grandes torneios masculinos.

Há uma adaptação do ténis jogada sobre mesas, em recintos fechados: o chamado ténis de mesa ou ping-pong.

Ping-Pong




Fontes:Times Square, ULusofona

História da Ginástica

A palavra Ginástica vem do grego Gymnastiké e significa a "Arte ou acto de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade. A ginástica faz parte da história humana desde os primórdios, quando o homem começou a organizar-se em civilizações e começou pela primeira vez a estruturar a actividade física ao invés de simplesmente praticá-la naturalmente para a sobrevivência. É fácil de constatar que estava estritamente ligada ao treino militar, mas também com carácter religioso. Desde tempos remotos que se iniciaram as competições em todo mundo civilizado, dentro delas as olimpíadas gregas realizadas durante quase 12 séculos (776 a.C.-393 d.C.). Mas a ginástica moderna surgiu no século XVIII com Johann-Cristoph Guts Muths (1759-1839), autor alemão de Gymnastik fur Jugend, publicado em 1793 e Francisco Amóros Y Ondeano (1769-1849), espanhol naturalizado francês que fundou uma escola de ginástica em Grenelle.

O nome que mais se destaca na história da formação da ginástica moderna foi a do alemão Johann-Friedrich-Ludwig-Christoph-Jahn (1778-1852), grande nacionalista alemão considerado o pai da ginástica, responsável pela propagação da ginástica em aparelhos pelo mundo inteiro que inventou o termo turnen, para designar a prática da ginástica na Alemanha. Durante o bloqueio ginástico de 1820 a 1842 na Alemanha, diversos ginastas alemães emigraram para o mundo inteiro difundindo a ginástica de Jahn.

A partir da segunda metade do século XIX, apareceram na Europa as primeiras federações de ginástica como a da Suíça, Alemanha, Bélgica, Polónia, Holanda e França. Em 1881 iniciou-se a Federação Europeia de Ginástica na Bélgica que torna-se a FIG (Federação Internacional de Ginástica), a partir de 1921, tendo por presidente Nicolas Cupérus que permaneceu até 1924.

Em 1896 iniciam-se as competições internacionais nas olimpíadas de Atenas, com a presença da ginástica e em 1903 o primeiro Torneio Internacional de Ginástica em Antuérpia na Bélgica. Em 1928 inicia-se a participação feminina nas Olimpíadas.


A GINÁSTICA E SUAS MODALIDADES NA ACTUALIDADE


A ginástica de que estamos a falar é a ginástica de competição e exibição, que compreende 6 modalidades distintas:

1. A GINÁSTICA OLÍMPICA ou GINÁSTICA ARTÍSTICA

2. A GINÁSTICA RÍTMICA DESPORTIVA

3. A GINÁSTICA ACROBÁTICA


4. O TRAMPOLIM (cama elástica - entrou para as olimpíadas em Sydney)

5. GINÁSTICA GERAL (exibidas nas famosas Gimnaestradas e aberturas dos jogos - não competitiva)

OBS.: A GINÁSTICA AERÓBICA foi admitida pela FIG como modalidade a partir de 1994.








GINÁSTICA OLÍMPICA (artística)

Dividida em Ginástica Artística Masculina com os seguintes aparelhos:

1. SOLO


2. CAVALO COM ARÇÕES

3. ARGOLAS

4. SALTO de CAVALO

5. PARALELAS SIMÉTRICAS

6. BARRA FIXA

Ginástica Artística Feminina com os seguintes aparelhos:

1. PARALELAS ASSIMÉTRICAS

2. SALTO DE CAVALO

3. TRAVE OLÍMPICA

4. SOLO

Em cada prova realizam-se dois conjuntos de exercícios, um chamado de obrigatório e outro chamado de livre, criado pelo próprio atleta. Para contagem dos pontos são levados em consideração: dificuldade, combinação, originalidade e execução.


GINÁSTICA ACROBÁTICA

Embora Ginástica Acrobática seja o nome oficial do desporto, ela é frequentemente chamada de Acrobática. E embora a Acrobática fosse grandemente desenvolvida no século VII devido a criação do circo, esta como desporto é relativamente jovem. As primeiras competições mundiais datam de 1973.

Dividida nas modalidades:

· MASCULINO: Com pares e quadras

· FEMININO: Pares e trios

· MISTA: Pares

Os acrobatas em grupo devem executar três séries. Uma de equilíbrio, uma dinâmica e outra combinada. As séries dinâmicas são mais activas e com elementos de lançamentos com vôos do parceiro. As séries de equilíbrio valorizam os exercícios estáticos. Em níveis mais altos, a terceira série é uma combinação das duas séries anteriores. Todas as séries são executadas com música e com coreografia. Isto ajuda a enriquecer o movimento do corpo.


GINÁSTICA RÍTMICA DESPORTIVA

A Ginástica Rítmica Desportiva envolve movimentos de corpo e dança de variados tipos e dificuldades combinadas com a manipulação de equipamentos pequenos. As ginastas têm que demonstrar a coordenação e controle de bailarinas bem treinadas, e elas têm que combinar harmonia do movimento com a música. As competições são individuais ou em grupos de 5 ginastas. Na arbitragem, existem dois painéis diferentes, um que atribui a nota técnica e outro que atribui a nota artística. Os aparelhos diferenciam-se muito nas suas composições. O atleta tem que coordenar movimentos de corpo muito difíceis com os elementos do aparelho que estiver usando:

· Corda: caracteriza-se por balanços, círculos, rotações, figuras com movimentos tipo "oito", lançamentos e recepções da corda. As ginastas também saltam com a corda aberta ou dobrada, segura por ambas as mãos.

· Arco: os movimentos mais comuns incluem balanços, rolos, lançamentos e capturas, giros, incursões no arco, rotações do arco no chão e rotações do arco ao redor da mão e outras partes do corpo. O mais impressionante aqui está nos lançamentos altos e nas técnicas complexas para pegar o arco de uma forma diferente a cada momento.

· Massas: balanços, círculos grandes, círculos pequenos, moinhos, lançamentos e recepções, e batidas rítmicas são os movimentos mais comuns.

· Fitas: são incluídas nas rotinas de fitas, espirais, balanços, círculos, lançamentos e recepções, e movimentos com figuras tipo 'oito'. A fita deve permanecer em movimento constantemente.

· Bola: Ondas, círculos, lançamentos e recepções, movimentos com a bola equilibrada na mão, saltos e giros com a bola no chão e ao longo de partes do corpo são os movimentos mais comuns desta especialidade.

TRAMPOLIM ACROBÁTICO


Estas modalidades são relativamente novas no contexto esportivo, e só recentemente é que o trampolim passou a ser um esporte olímpico, são elas: Trampolim Acrobático, Tumbling e Duplo Mini. Estes trampolins modernos podem propulsar tão alto os atletas treinados, que estes podem chegar até 5 / 6 metros durante as performances!

Durante duas séries competitivas de 10 habilidades cada, os atletas de nível superior podem facilmente demonstrar uma bela ordem de saltos duplos, triplos quádruplos e piruetas.

· Trampolim Sincronizado: Exige a mesma habilidade técnica que o trampolim individual, porém soma-se a isso uma maior precisão de tempo na execução dos exercícios. São usados dois trampolins para dois atletas de performances parecidas que devem executar uma série de 10 elementos ao mesmo tempo. Assim, artisticamente, cada um executa como se fosse uma imagem de espelho do outro, dobrando a beleza visual da competição de trampolim.

· Tumbling: O Tumbling é executado em uma pista elevada que ajuda os acrobatas dando uma propulsão que os elevam mais alto que uma tabela de basquetebol; sempre demonstrando velocidade, força e habilidade enquanto executam uma série de manobras acrobáticas. Saltos mortais explosivos com múltiplos saltos e piruetas serão executadas sempre em busca de uma performance próxima ao topo.

· Duplo Mini-Trampolim: É um desporto relativamente novo que combina a corrida horizontal do tumbling com os saltos verticais do trampolim. Depois de uma pequena corrida, o atleta salta sobre um trampolim pequeno duplamente nivelado para executar um movimento (salto) em um dos níveis, ressaltando no segundo nível, seguido imediatamente por um elemento que irá finalizar sobre a área de recepção.

GINÁSTICA GERAL


A Ginástica Geral compreende um vasto leque de actividades físicas orientadas para o lazer, fundamentadas nas actividades gímnicas, assim como em manifestações corporais com particular interesse no contexto cultural nacional.

A Gimnaestrada Mundial (realizada desde 1953) é o festival internacional mais importante da Ginástica Geral, sendo este o evento oficial da Federação Internacional de Ginástica para a modalidade, onde vários países a cada 4 anos para realizar apresentações, trocar informações sobre os trabalhos desenvolvidos em seus países e discutir a Ginástica Geral como importante elemento para o aprimoramento humano.

O idealizador da Gimnaestrada foi o Holandês Jo Sommer, cuja ideia era realizar um evento sem a preocupação com o aspecto competitivo, isto é, um evento em que os participantes comparecessem pelo prazer de sua performance e sem limitações de qualquer tipo.






Fonte:Tumbling

Sinais da Arbitragem


Se és um craque de Basquetebol, possivelmente quererás saber, o significado dos gestos técnicos dos árbitros? Entra no picasa e visualiza-os.

Sinais da Arbitragem



Aqui também poderás baixar as Regras de Basquetebol
Regras de Basquetebol

Bem pulsar para bem viver

Quando fazes desporto ficas facilmente cansado e com o ritmo do coração elevado (sentes que o coração bate muito)?
Demoras muito a recuperar ou seja a repor o ritmo da respiração e do coração?

Capacidade Aeróbica

Primeiro, vamos tentar saber que é isso de capacidade aeróbica:

Podemos dizer que é a capacidade de mantermos um esforço contínuo e a capacidade de recuperação no final do exercício. Tem a ver com a capacidade do nosso coração para bombear o sangue pelo organismo e a maior ou menor facilidade com que o organismo oxigena as suas células.

Para ilustrar o que estamos a dizer vais pensar que tens subir quatro andares pelas escadas.
Possuindo uma capacidade aeróbica boa ou razoável, consegues subi-los sem parar e sem chegar terrivelmente cansado.
Nota que não interessa a rapidez da passada, que cada qual adapta às suas possibilidades.
No final podes uma recuperação mais ou menos rápida do ritmo cardíaco e da respiração. Se não tiveres uma boa capacidade aeróbica chegaras muito fatigado, com o coração aos pulos, e ficarás curvado e sem “respiração” durante algum tempo.


Teste de capacidade Aeróbica

Agora, vais realizar um teste para saber qual a tua capacidade aeróbica:

Para realizares este teste apenas necessitas de saber medir as tuas pulsações, um cronómetro ou um relógio que indique os segundos, um papel e uma caneta ou lápis.

Já tens o material necessário? Então agora é só seguir as instruções.

Actividade:

1. Mede a tua pulsação por minuto (conta-a durante 20 segundos e multiplica por 3), em descanso, de preferência após um período de paragem física e de descontracção emocional. Anota o valor na célula – P1.


2. Faz 30 flexões de pernas durante 45 segundos: de pé, com as mãos apoiadas numa mesa, flecte as pernas dobrando os joelhos e sobe novamente.
Mede a tua pulsação novamente e anota o valor na célula – P2.

3. Torna a medir a pulsação 60 segundos depois de teres terminado o exercício. Regista o valor na célula – P3.

P1


P2


P3





4. Agora, realiza as seguintes operações:

Soma P1 com P2 e com P3. Ao resultado obtido subtrai 200. Depois, divide ainda por 10. O valor final corresponde à tua capacidade aeróbica.

5. Analisa os resultados tendo em conta as informações fornecidas na seguinte tabela:

Se for menor que 0

EXCELENTE

Se estiver entre 0 e 5

MUITO BOA

Se estiver entre 5 e 10

BOA

Se estiver entre 10 e 15

MÉDIA

Se P2 for maior que 2 vezes P1

TENS FALTA DE TREINO

Se P3 for maior que P1 mais 10

TENS FRACA RECUPERAÇÃO

Se P3 for menor que P1

EXCELENTE DESACELERAÇÃO CARDÍACA



6. Podes construir uma tabela para anotar os valores de todos os teus colegas da turma.

7. Analisa e debate os resultados com os teus colegas e o professor.

8. Se quiseres, podes ainda construir um gráfico com os valores obtidos.




Fonte:Minerva



Frederico Gil afastado da final



O português Frederico Gil foi afastado da final do torneio "challenger" de East London, África do Sul, em ténis ao perder com o austríaco Stefan Koubek, por 6-4 e 6-3.

O campeão nacional esteve próximo da final mais importante da sua carreira, porém, a maior experiência e rodagem de Koubek, número 54 do ranking mundial e um jogador mais adaptado a pisos rápidos, pesaram a favor do austríaco.

Gil diz adeus a East London (125 mil dólares) com 40 pontos ATP no pecúlio que o levarão à sua melhor posição de sempre no ranking mundial - entrará no top 130 -, onde actualmente é 138º classificado.

O melhor português na hierarquia do Circuito ATP conseguirá uma redução pontual significativa relativamente ao top 100, que poderá vir a tornar-se num objectivo bem real para Frederico Gil na presente época.

A partir da próxima segunda-feira, o número 1 nacional estará em competição no "challenger" de Besançon (85 mil dólares), em França.


Fonte:Infordesporto

Vitória do suíço Victor Rothlin



O suíço Victor Rothlin venceu hoje a maratona de Tóquio com o tempo de 2 horas, sete minutos e 23 segundos, ganhando a possibilidade de estar nos Jogos Olímpicos de Pequim, em Agosto próximo.

Medalha de prata nos Mundiais de Osaca, Rothlin, 33 anos, melhorou em 53 segundos o recorde da Suíça, que lhe pertencia desde 1 de Abril do ano passado, quando venceu a maratona de Zurique. Hoje, o atleta suíço destacou-se ao quilómetro 38, adiantando-se ao japonês Arata FGugiwara e ao queniano Julius Gitahi.

CLASSIFICAÇÃO: 1º Victor Röthlin (Suíça) 2 h 07: 23; 2º Arata Fujiwara (Japão) 2 h 08: 40; 3º Julius Gitahi (Quénia) 2 h 08: 57; 4º Toshinari Suwa (Japão) 2 h 09: 16; 5º Satoshi Irifune (Japão) 2 h 09: 40; 6º Kurao Umeki (Japão) 2 h 11: 00; 7º Seiji Kobayashi (Japão) 2 h 11: 02; 8º Kazutoshi Takatsuka (Japão) 2 h 11: 05; 9º Hiroyuki Horibata (Japão) 2 h 11: 47; 10º Takashi Ota (Japão) 2 h 12: 10.

Fonte:Infordesporto

Espinho bate Vilacondense


O campeão nacional de voleibol masculino, o Sporting de Espinho, iniciou da melhor maneira os “play-offs” da edição desde ano da A1, ao derrotar em casa o Vilacondense, por 3-1, e o Benfica obteve um triunfo por 3-0 na Luz diante da Académica de Espinho.

O Sporting de Espinho impôs-se pelos parciais de 25-19, 22-25, 25-17 e 25-22, enquanto os encarnados ganharam por 25-18, 25-17 e 25-15. tanto o Sporting de Espinho como o Benfica passam à fase seguinte se vencerem os respectivos adversários no próximo jogo, a disputar a 27 do corrente.


Fonte:Infordesporto

Porto eliminado




O FC Porto despediu-se hoje das competições europeias de andebol, ao perder no reduto dos russos do Zarja Kaspija Astrakhan por 31-28, em encontro da segunda mão dos oitavos-de-final da Taça das Taças. A formação portuguesa, que perdia ao intervalo por três bolas de diferença (17-14), já tinha saído derrotada da primeira mão, em casa, por 30-27.

sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Escola de Mini volei





Escola de Minivolei - Lusófona Kids

Se nasceste em 1995 ou posteriormente e gostas de Voleibol, a Universidade Lusófona criou para ti uma Escola de MiniVolei.
Para mais informações, clica na imagem e entra no site.

Como nasceu o salto em altura




Desde o século XIX a.C., que se realizavam os jogos de Tailti (nome de uma aldeia do condado de Meath). Destes jogos faziam parte lançamentos e saltos, entre os quais se fazia referência ao salto em altura.

O salto em altura, propriamente dito, apenas se pratica desde o século XIX. Os escoceses, irlandeses e ingleses foram os primeiros atletas com resultados notáveis para a época. As técnicas básicas de execução do salto em altura foram evoluindo ao longo dos tempos, fruto da investigação, das condições técnicas, da zona de queda e das normas impostas pelo regulamento técnico de atletismo.

Inicialmente empregou-se o estilo de montada (escarranchado, com o corpo erguido); seguiu-se o estilo tesoura, chamado assim pelo seu característico movimento de pernas; posteriormente utilizou-se o estilo de rotação ventral, em que a fasquia fica por baixo do tórax, efectuando o atleta um movimento giratório ao redor do eixo longitudinal do seu corpo, na actualidade emprega-se o estilo Fosbury Flop (de costas para a fasquia) o qual surgiu pela primeira vez nos Jogo Olímpicos do México em 1968, com um atleta norte-americano de nome Dick Fosbury, que com uma técnica até então nunca vista conquistou a medalha de ouro.

Esta técnica mundialmente conhecida foi evoluindo até à actualidade, sendo hoje utilizada pela grande maioria dos saltadores.

Evolução das marcas:

O salto em altura, nos últimos anos, experimentou uma grande progressão, não só pelo nível de marcas obtidas mas também pela evolução da metodologia de treino, pela captação de indivíduos para esta prova e pela evolução técnica para atingir um maior rendimento. Até ao ano de 1968, praticamente não houve evolução no que diz respeito aos resultados e, além do mais, verifica-se uma grande diferença entre o melhor saltador e a melhor saltadora. A partir do ano de 1968, com o aparecimento da técnica que se denomina actualmente de Fosbury Flop, praticamente os resultados tiveram uma progressão contínua, em curtos intervalos de tempo, até aos dias de hoje. A partir do ano de 1973, à excepção dos anos de 1977 e 1978, o recorde sempre esteve nas mãos da técnica de Fosbury Flop. Por outro lado, hoje em dia seria um dado pitoresco e talvez mesmo anedótico encontrar um saltador que utilize outra técnica. Na alta competição há já 40 anos que não aparece nenhum atleta que utilize uma técnica distinta.


Fonte:Atletas.net

As regras básicas das disciplinas olímpicas


Cada disciplina tem as suas próprias normas. Algumas dessas disciplinas, porém, são muito semelhantes como é o caso dos 100, 200 e 400 metros com ou sem barreiras, chamadas de provas de velocidade. Neste caso, a regra básica é a proibição de invadir o corredor adversário ou mesmo provocar uma falsa partida, com exceção das provas de 800 e 1.500 metros, denominadas de meio-fundo. No caso da marcha atlética, um atleta tem sempre que estar com um pé no chão (pé de apoio), sendo que este pé de apoio não pode flexionar o joelho.

Nas provas de estafetas, o atleta deve passar um testemunho ao colega de equipa que lhe sucede. O momento da passagem do testemunho é indicado por marcas na pista. O êxito dependerá de dois factores principais: precisão na saída e na passagem do testemunho.

Nas provas de lançamento, o atleta tem um limite até onde pode ir. Se ultrapassá-lo, será anulada a tentativa. Nos casos do decatlo e heptatlo os pontos são baseados na performance dos atletas em cada disciplina. É vencedor quem somar mais pontos até o fim dos eventos.
Provas do decatlo: corridas de 100 metros, 400 metros e 1.500 metros, 110 metros barreiras; lançamento de disco, peso e dardo; salto em altura, em comprimento e com vara. Faz parte do programa dos Jogos Olímpicos desde 1912.

Heptatlo: 100m barreiras, lançamento de peso, salto em altura, 200 metros; salto em comprimento, lançamento de dardo e 800m. Está nos Jogos desde 1984.

3.000 metros obstáculos: inclui 4 obstáculos e 1 obstáculo junto a uma vala com água em cada volta da pista. Este último é o mais espetacular, uma vez que o atleta deve pular o obstáculo e saltar o fosso de 3,66m de comprimento. A prova, com influências hípicas, entrou para os Jogos Olímpicos em 1900.

Lançamento de dardo: no masculino, o seu peso total não pode passar as 800 gramas e o seu comprimento varia de 2,60 a 2,70 m. O diâmetro varia de 2,5 a 3 cm. No feminino, o peso total é de 600 gramas, o comprimento varia de 2,20 a 2,30 metros e o diâmetro varia de 2 a 2,25 cm. O lançamento é feito para o interior do campo relvado, que normalmente é circundado por uma pista à sua volta.

Uma referência especial à maratona, prova na extensão de 42.195 metros, que é considerada como a mais difícil das disciplinas do atletismo, uma vez que exige dos participantes enorme capacidade de resistência física e psicológica. A maratona masculina é por tradição, a prova que encerra o programa de competições do Jogos Olímpicos, o que mostra bem o seu simbolismo.

Disciplinas olímpicas
100 metros *
200 metros *
400 metros *
800 metros *
1.500 metros *
5.000 metros *
10.000 metros *
maratona *
4 x 100 metros *
4 x 400 metros *
400 metros barreiras *
Salto em altura *
Salto em comprimento *
Triplo salto *
Salto à vara *
Lançamento do disco *
Lançamento do dardo *
Lançamento do peso *
Marcha atlética (20 km) *

Disciplinas exclusivas dos atletas masculinos
Marcha atlética (50 km)
110 metros barreiras
3.000 com obstáculos
Decatlo

Disciplinas exclusivas dos atletas femininos

Marcha atlética (10 km)
100 metros barreiras
Heptatlo

(*) - provas disputadas tanto em masculinos como em femininos

sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008

História da Maratona







A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896







A maratona surgiu com um herói grego que, segundo a lenda, sacrificou a sua vida para percorrer os 40 km entre as cidades de Maratona e Atenas, na Grécia. O corredor era Pheidíppides que correu a distância para levar a notícia da vitória grega sobre os persas, no ano 490 antes de Cristo.

A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896, no percurso original, e seu vencedor foi Spiridon Louis com o tempo de 02:58:50h, fazendo a média de 4min28sec por quilómetro.

Em 1908 nos Jogos Olímpicos de Londres, o percurso da maratona sofreu uma alteração. Para que a família real britânica pudesse assistir ao início da prova do jardim do Castelo Windsor, o comité organizador aferiu a distância total em 42.195 metros, que continua até hoje.

A maratona se firma cada vez mais como um acontecimento desportivo das grandes cidades. Além de ser a prova clássica dos Jogos Olímpicos, ela fixou o seu templo sagrado na cidade de Nova York, onde a partir de 1970, ela pára o trânsito e leva milhares de pessoas às ruas, que vibram pelos "desafiantes".

Actualmente, o recorde mundial pertence ao marroquino naturalizado americano, Khalid Khannouchi de 30 anos, que no dia 14 de Abril de 2002, em Londres, estabeleceu o tempo de 02:05:38 h, média de 2min57sec por quilómetro (01:02:42 h nos 21 km iniciais).

O primeiro resultado oficial de uma mulher a correr uma maratona pertence a inglesa Violet Piercy, com o tempo de 03:40:22 h, no ano de 1926.

A estreia das mulheres nos Jogos Olímpicos ocorreu no ano de 1984, em Los Angeles, onde a vitoriosa foi a americana Joan Benoit Samuelson com o tempo de 02:24h. Duas semanas antes, a atleta havia se submetido a uma astroscopia ao joelho e neste mesmo período, realizou treinos em piscina (sem impacto) somente pisando o asfalto no dia da competição.

Em 30 de Setembro de 2001, na Maratona de Berlim, a japonesa Naoko Takahashi venceu a prova com novo recorde mundial, em 02:19:46h (feliz por ser a primeira mulher na história a quebrar a barreira das 02:20 h), mas que durou apenas uma semana.

A incrível façanha foi superada pela queniana Catherine Ndereba, de 29 anos, que no dia 7 de Outubro na Maratona de Chicago, cravou o cronómetro em 02:18:47h (com parciais de 01:10:15h nos primeiros 21 quilómetros e 01:08:32h nos 21 quilómetros finais).

Até ao momento, o melhor resultado pertence à inglesa Paula Radcliffe de 29 anos, atleta do ano nomeada pela IAAF - Federação Internacional de Atletismo em 2002, com 2 horas 17 minutos e 18 segundos, resultado estabelecido em Chicago no dia 13 de Outubro do ano passado.


Fonte:Atletas.nt

Futebol


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Historia do Futebol

O futebol teve diversas variações futebol association ou soccer, rugby, futebol americano, handeboll e futebol de salão de origens remotas e indefinidas. A reconstituição da história do futebol começa séculos a.C. e é baseada em dados e referências contidos em livros e gravuras, a maior parte dos quais sem comprovação possível.

Na China, em 206, a.C., surgiu um manual que regulamentava um jogo estranho, parecido com o futebol, já praticado 2.500 anos antes, no Império Huang-Ti. A meta ficava no centro e os jogadores evitavam que a bola tocasse no chão, sem usar as mãos. No túmulo de Beni Hassam, na Antigo Egipto, desenhos nas pedras lembravam o futebol. O jogo continuou de dinastia em dinastia.

Na Grécia, em 20 a.C., uma competição chamada Speskiros ou Harpastum animava gregos e troianos. O campo era delimitado por duas linhas de fundo e a bola era colocada no centro, onde havia outra linha. Duas equipes postavam-se nas linhas de fundo, o juiz dava as ordens e as equipes disparavam em direcção à bola. Valia tudo para apanhá-la e alcançar a cidadela (linha de fundo) adversária.

A Inglaterra é o berço do futebol moderno. Há quem afirme que os Romanos foram os responsáveis ao introduzirem o Harpastum no país, mas o facto não obteve ainda confirmação histórica. É indiscutível, no entanto, que já no séc. XII a juventude britânica praticava um jogo parecido. Cidades vizinhas competiam e a disputa era uma batalha campal. O futebol , que já se chamava assim, fazia muitas vítimas. Não havia nenhum limite. Nem de jogadores, nem de tempo. Um povoação inteira chutava a bola contra outro povoação, empurrando-a com pontapés e murros até a meta. As partidas prolongavam-se ao longo de vários dias, à custa de várias vidas. Os reis proibiam estes lances sangrentos: em 1349, Eduardo III incluiu o futebol entre os jogos "estúpidos e de nenhuma utilidade" e há éditos contra o futebol assinados por Henrique IV em 1410 e Henrique VI em 1547. Apesar de toda essa repressão, o jogo evoluiu.

Em Florença, o futebol chama-se cálcio. Leonardo da Vinci era adepto famoso e Maquiavel, jogador praticante. Longe de Florença, nos jardins do Vaticano, os Papas Clemente VII, Leão IX e Urbano VIII costumavam "arregaçar" as batinas para jogar o cálcio. A Igreja Católica não colocou nenhuma objecção a respeito da nova prática desportiva. Muito pelo contrário, pois era comum ver uma multidão de estudantes correndo atrás da bola e também alguns padres distribuindo golpes possantes e exigindo igualmente chutes poderosos, mesmo que ocasionalmente estes pudessem alcançar as suas canelas.

No ano de 1340 d.C., na praça de Santa Cruz em Florença, aconteceu o primeiro jogo no qual a bola era disputada com os pés e com as mãos, entre equipes de 27 jogadores. A bola era uma capa de couro que protegia uma bexiga cheia de ar. A regra era que cada equipe ultrapassasse a bola na meta adversária, formada por dois postes de madeiras colocados nas extremidades do campo.

No México e na América Central, a bola de borracha era o sol de uma cerimónia sagrada desde aproximadamente 1.500 AC. Segundo os índios da selva amazónica da Bolívia, a tradição deste jogo tem origens remotas. No séc. XVIII, um sacerdote espanhol das missões jesuítas do Alto Paraná, descreveu um costume dos guaranis: "Não lançam a bola com a mão, como nós, mas com a parte superior dos pés descalços". Entre os índios do México e da América Central, a bola era golpeada geralmente com o quadril ou com o antebraço, embora as pinturas de Teotihua cán e de Chichén-Hzá revelem que em certos jogos se chutava a bola com o pé e com o joelho. Quando o jogo terminava e o sol chegava ao amanhecer depois de atravessar a região da morte, muito sangue já havia rolado. Segundo alguns estudiosos, os Astecas sacrificavam os vencedores, pintavam os corpos com faixas vermelhas e cortavam-lhes a cabeça, dando o seu sangue em oferenda para que a terra fosse fértil e o céu, generoso.

A Itália, França, Inglaterra e Escócia continuavam animando o calcio, soule, football, que se solidificava principalmente na Escócia e na Inglaterra. Roupas rasgadas, pernas quebradas, dentes arrancados eram uma constante nos campos. Muitos achavam que se tratava de um desporto bárbaro por estimular a violência e o ódio.

Localizamos, também, práticas relacionadas ao futebol que datam, aproximadamente, do século XI, durante as guerras medievais. Os homens que lutavam contra tribos adversárias tinham o hábito de, ao capturar um guerreiro de uma outra tribo, matá-lo e decapitá-lo. Logo após, pegavam a cabeça do indivíduo morto e realizavam um animado e festivo " chutes à cabeça ". Durante tal celebração, os habitantes da tribo vitoriosa encontravam-se para, juntos, contarem os feitos heróicos realizados nalguma determinada batalha e relaxarem um pouco correndo e chutando a cabeça do recém assassinado.

Esta prática primitiva e selvagem demonstra o grande potencial de tensão e agressividade que os indivíduos acumulavam durante as guerras e a maneira que encontravam para expressar sua raiva e ódio pelos adversários.

Desde muito cedo, portanto, observamos que o acto de chutar sempre esteve relacionado com uma libertação da agressividade. Sobretudo no início de sua prática, quando não existiam regras ou leis. Tudo era permitido, desde que houvesse muito barulho e algazarra.

Somente no início do século XX é que o futebol surge na Inglaterra em clubes extremamente ricos e aristocráticos. A nata da sociedade passava os dias a divertir-se com este novo desporto que se iniciava sem muitas regras e que se tornou exclusivo das elites dominantes .Uma analogia ao ténis pode ser feita no sentido de compreendermos melhor à que camada social o futebol era destinado. Os encontros sociais e a tentativa de inventar uma outra modalidade desportiva que pudesse concorrer com o " cricket " eram privilegiados. Parece que esta tentativa obteve um grande sucesso se compararmos, na Inglaterra de hoje, o número de adeptos do futebol e do " cricket ". .

Os primórdios do futebol português

“Não há duas opiniões em contrário. O futebol que se joga e sempre se jogou em Portugal veio de Inglaterra, pela mão de alguns jovens lusitanos educados nos melhores colégios daquele países e, também, por cidadãos britânicos a trabalhar entre nós.

Há, porém, duas versões sobre a chegada da primeira bola a Portugal. Uma aponta para o Funchal e é atribuída a um inglês de nome Harry Hilton, que ali residia - facto assinalado, durante muitos anos, num pequeno muro do parque infantil do jardim da Camacha, inserindo, em letras metálicas, a legenda “Aqui se praticou futebol pela primeira vez em Portugal em 1875.

Outra diz terem sido os irmãos Eduardo e Frederico Pinto Basto, em 1886, os portadores de uma bola com o forte desejo de continuarem, na sua pátria, um desporto, o futebol, que muito os apaixonara.

A ideia foi acolhida com o maior interesse e entusiasmo pelo irmão maioritário dos jovens estudantes, Guilherme Pinto Basto, que, porém, não se limitou a afagar a bola, como um simples brinquedo para se divertir e pontapear num jogo. Não. Foi bem mais longe. Reuniu amigos, alguns deles ingleses, levou-os até Cascais e, nos terrenos da Parada, um pouco adiante da cidadela, onde hoje existe um jardim público, ali promoveu, numa tarde domingueira de Outubro de 1888, a primeira exibição de futebol em Portugal. Não um jogo, apenas um ensaio, como ele próprio o rotulou, para mostrar aos companheiros e ao público, que prontamente ali acorreu, como se jogava futebol.

Nesse ensaio que hoje podemos entender como exibição ou treino, intervieram, para além de quatro Pinto Basto, outros jogadores que ficaram para a história como os primeiros futebolistas portugueses… [juntamente com outros jogadores] …que, três meses depois, nos terrenos do Campo Pequeno, precisamente no sítio onde hoje se encontra a Praça de Touros, em frente ao Palácio de Galveias, participaram no primeiro jogo de futebol, já com as regras, então adoptadas, em Inglaterra.

Estes actos, em si, e outras iniciativas de Guilherme Pinto Basto, na propaganda e expansão do futebol, levaram ao justo e unânime reconhecimento do seu nome como o do verdadeiro introdutor do mais popular desporto em Portugal. E, implicitamente, o ano de 1888 ficou, assim, praticamente oficializado, como o do nascimento do futebol no nosso país.”

In “1914 – Os anos de diamante – 1989 / No primeiro Centenário do Futebol Português” da Autoria de Henrique Parreirão, Edição da FPF

Andebol




A história do andebol

O andebol era já um jogo bastante difundido na Alemanha no século XIX. Em 1920, Schellenz, professor da Escola Normal Superior de Educação Física de Berlim, lançou as bases do andebol de 11, praticado num campo de futebol e inspirado nas suas regras, mas jogado com as mãos. Nos países escandinavos e por razões climáticas, este desporto era praticado em recinto coberto e com 7 jogadores.

Após a Segunda Guerra Mundial, a modalidade de 11 jogadores entrou em declínio, enquanto a de 7 se impunha como um desporto europeu, sobretudo nos meios escolares. O andebol masculino passou a fazer parte das modalidades olímpicas em 1972 e o feminino em 1976. É hoje um dos desportos colectivos mais populares a nível mundial, e crê-se que o segundo desporto mais praticado em Portugal, a seguir ao futebol.


Algumas noções sobre o andebol

Muito semelhante ao futebol o andebol é jogado com as mãos. os jogadores devem conduzir a bola (que tem de diâmetro entre 58 a 60 centímetros nos homens, e de 54 a 56 para as mulheres) pelo campo com o objectivo de fazer golo na baliza adversária.

O andebol é disputado tanto em recintos fechados (indoor) - modalidade mais conhecida -, em campos ao ar livre (outdoor) e também pode ser disputado nas praias (andebol de praia). como modalidade olímpica, o andebol é praticado num recinto fechado tendo cada equipa 7 jogadores ( um guarda-redes e 6 jogadores de campo)

O jogador só pode dar três passos com a bola, devendo batê-la no chão (driblar) se precisar dar mais passos. Também só é possível manter a bola nas mãos por 3 segundos. Nenhum jogador, excepto os guarda-redes, pode tocar a bola com os pés. O campo de andebol indoor tem 40 metros de comprimento por 20 de largura; próximo do guarda redes existe uma área de 6 metros de diâmetro que não pode ser pisada ou transposta pelos jogadores de campo. Geralmente os jogadores rematam a bola contra o guarda-redes no limite dessa área.

Não é permitido passar a bola ao guarda-redes, a menos que ele esteja fora da área. As faltas mais graves são punidas com livres de 7 metros , remate directo de uma linha a sete metros da baliza. As outras faltas são marcadas numa linha de nove metros, com barreira. Os jogadores podem ser advertidos por meio de cartões, expulsos ou suspensos temporariamente (2 minutos), sem direito a substituição. A arbitragem é constituída por dois árbitros de campo auxiliados por um oficial de mesa.

As partidas do andebol indoor são disputadas em dois tempos de 30 minutos (sem parada do relógio), com intervalo de 10 minutos.

Relativamente ao jogadores de campo podemos diferenciar quatro posições distintas: o central ( organizador do jogo), os pontas ( jogadores que jogam no limiar das linhas laterais do campo), o pivot ( jogador que se posiciona dentro da defesa adversária) e os laterais ( jogadores que se dispõem no interior do terreno de jogo próximo do jogador central)

Dimensões de uma quadra de andebol indoor oficial.

Um pouco de história do Andebol em Portugal

O Andebol iniciou-se em Portugal em Novembro de 1929, com a publicação das regras no extinto jornal Sports.

Fundada em 1 de Maio de 1939, por iniciativa das associações de Lisboa, Porto e Coimbra, a Federação Portuguesa de Andebol, actualmente Federação de Andebol de Portugal, foi o corolário lógico do desenvolvimento de uma modalidade que, segundo os dados existentes, tem o seu arranque em Portugal ligado a Armando Tschopp, responsável pela publicação das suas regras no extinto jornal Sports, em Novembro de 1929.

Divulgadas as regras e desenvolvidos os passos iniciais, as associações de Lisboa e Porto organizam as primeiras competições oficiais no ano de 1932, ainda na variante de onze, já que o andebol de sete só apareceria bastante mais tarde (1949). Para a história ficam, ainda, a realização do I Porto-Lisboa (Junho de 1934) e a entrada da FPA como estado fundador de Federação Internacional de Andebol (IHF), em 1946.

Hoje, a realidade é bem diferente. Ninguém duvida de que o andebol está no top das modalidades e é uma referência a nível nacional e internacional. Os números dizem tudo: mais de 30 mil atletas e agentes desportivos; prática regular de norte a sul, no continente e nas regiões autónomas; a modalidade mais praticada pelas mulheres portuguesas. A presença regular do andebol português nas mais importantes actividades internacionais atrai mais público e provoca um crescendo de audiência, nomeadamente nas cada vez mais frequentes transmissões televisivas.

Actualmente o campeonato interno masculino está dividido em quatro divisões nacionais e restantes divisões regionais. A nível europeu Portugal ainda não se encontra na condição de disputar títulos internacionais com as grades potencias europeias ( Espanha. França, Alemanha, Rússia, por exemplo). contudo tem-se verificado uma constante evolução aos longos dos anos em parte devido à falta de orçamentos dos clubes que apontaram as suas energias para a aposta na formação.


O ataque e a defesa no Andebol

Defesa

Na evolução do jogo têm sido aperfeiçoadas as técnicas individuais e tácticas de grupo, onde devemos realçar que sistemas defensivos são definidos como a estruturação e automatização de comportamentos do jogador, dentro de uma determinada formação defensiva.

Sistema defensivo 6x0

O Sistema Defensivo 6x0 significa seis na linha de defesa, ou seja seis jogadores na segunda linha de defesa e nenhum na primeira ,é um sistema de defesa simples e por isso serve de base para os outros sistemas, pois esses seis jogadores posicionam-se na linha junto da área da baliza ou um pouco à frente desta (linha dos 6 metros) portanto formam apenas uma linha de defesa. Na formação do sistema 6x0 podemos determinar certas regras para que se tenha um bom resultado com este tipo de sistema. Neste sistema de defesa os jogadores altos deverão se posicionar no meio da defesa (os mais altos nas posições de central esquerdo e central direito), os de estatura média nas posições de lateral esquerdo e lateral direito e os de estatura baixa no extremo direito e extremo esquerdo, tendo é claro a base da equipa para se determinar a estatura dos jogadores da mesma. Os seis defensores movem-se para o lado, como um todo, na direcção da bola, para manterem um centro de gravidade da defesa à frente dela, onde os defensores centrais saem à meia distância aos adversários quando estes têm posse de bola , para que seja impedido de progredir o remate à baliza tendo a cobertura dos companheiros tanto à esquerda quanto à direita dos que avançarem.

Vantagens

Ela é muito ampla, as zonas de defesa junto à área da baliza (linha dos seis metros) de modo que o pivot e extremo do adversário tenham muito trabalho para obterem bom resultado;

As tarefas dos defensores por si são claras, compreensíveis e modificam-se pouco no decorrer do jogo;

Os defensores extremos podem partir descansados para o contra-ataque, a área de baliza é suficientemente coberta pelos outros;

Quando utilizado por um equipa de estatura alta.

Desvantagens:

Frágil às finalizações de meia distância, pois não tem profundidade;

Perturba muito pouco a liberdade de movimento do adversário;

Ineficaz para recuperar a bola do adversário;

Quando utilizado por uma equipa de estatura baixa


Sistema defensivo 5x1:

Sistema Defensivo 5x1 é composto por duas barreiras de jogadores, uma delas formada por cinco jogadores na linha de 6 metros (1ª linha de defesa) e a outra (2ª linha) com um jogador na linha de 9 metros. A função específica do jogador avançado é bloquear a acção do jogador atacante (grande rematador), evitando o arremesso à baliza. Este jogador avançado, além dessa atribuição, deve destruir, evitar que os adversários trocando passes, esquematizem ou coordenem jogadas; deve perseguir sempre o adversário, na zona central, tentando destruir a formação do ataque. O jogador avançado tem como função marcar apenas a zona central da área (zona mais vulnerável).

Vantagens:

Impede os remates de longa distância;

Evita uma melhor coordenação do ataque adversário.

Desvantagens:

Enfraquece a primeira linha de defesa, proporcionando penetrações dos pontas e dos pivots.

Outros sistemas defensivos:

Sistema 4x2, 3x3, individual, que somente devem ser realizados por equipes experientes.

Ataque:

O sistema defensivo mais utilizado pelas equipas adversárias é o 6x0. Neste tipo de esquema o melhor posicionamento para o ataque é 5 jogadores formarem uma linha de passe em frente a linha de defesa. Os jogadores laterais e centrais ficam a passar a bola de um lado para o outro enquanto o pivot tenta abrir um espaço (com muito cuidado para não cometer falta de ataque) para que os rematadores ou o central penetre na defesa e remate cara-a-cara com o guarda-redes. O pivot deve manter também um posicionamento de modo que possa receber a bola, girar e rematar. Neste sistema deve-se também haver um grande entrosamento entre o ponta e o lateral, pois as melhores oportunidades de golos podem surgir de jogadas realizadas pelos dois atletas, tendo que se preocupar com os dois a defesa fica mais vulnerável no meio. O sistema 6x0 dificulta a penetração na defesa por isso remates de fora (sem penetrar na defesa) são comuns nesse tipo de jogada, aconselha-se então rematadores altos com o arremesso fortes. O central deve ser um jogador habilidoso e criativo.

Regras De Voleibol


REGRAS OFICIAIS DE VOLEIBOL
2005 - 2008

APROVADAS PELA FPV





Se queres saber mais sobre as regras de Voleibol, clica na imagem e entra no site.

Basquetebol


A invenção do basquetebol não foi por acaso. Foi desenvolvido para dar resposta a uma necessidade. O Dr. James Naismith foi o inventor do basquetebol e o primeiro a introduzir o uso do capacete no futebol Americano.

Estávamos no ano de 1891, na cidade de Springfield (estado de Massachusetts, nos Estados Unidos). O inverno era rigoroso. Com os campos cobertos pela neve era impossível a prática do basebol e futebol americano. Foi então que Luther Gullick, director do YMCA training schooll, (Associação Cristã de Mocidade de Springfield), hoje Springfield College , em Massachusetts, EUA, pediu ao professor de educação física , de origem canadiana, James Naismith, que pensasse num tipo de jogo que pudesse ser praticado também em ambientes fechados, como salas de ginástica.

A primeira ideia foi combinar elementos dos vários jogos já existentes.

Começou por modificar o futebol americano, tornando-o menos violento.

Habituados a atirarem-se para os seus adversários com toda a sua força, acharam esta versão "soft" uma verdadeira «piada»...

James Naismith tentou, então, o futebol. Dentro do ginásio, os alunos usavam sapatilhas. Agora, imagine-se como foi o primeiro confronto... passado no posto médico, depois de muitas «biqueiradas» e algumas janelas partidas.

Um novo princípio...
James Naismith concluiu que tinha de inventar algo completamente inovador: «percebi que um indivíduo é fortemente influenciado pela tradição e que qualquer tentativa de modificar jogos já conhecidos seria sempre um fracasso. Tornou-se para mim evidente que era necessário um novo princípio».
A ideia era criar um jogo colectivo que pudesse ser praticado num recinto fechado e não fosse violento.

Os cestos de pêssegos….

O Dr. Naismith combinou elementos dos jogos ao ar livre com conceitos de jogos que ele havia praticado em jovem - Duck on a Rock. Para ganhar este jogo, os jogadores atiravam pedras para atingir um alvo colocado num buraco cavado numa rocha. Uma bola e um " golo " elevados - estes eram os simples ingredientes.

É nesta fase da história que surgem os cestos de colheita de pêssegos (o que é que um cesto para guardar pêssegos tem de diferente de um para maçãs? Não se sabe, mas a verdade é que é assim que reza a história em todas as versões consultadas).

Naismith pensou em introduzir uma bola em buracos suspensos no ar, de modo a dificultar a sua defesa. Pendurou dois dos referidos cestos de fruta em paredes opostas e pôs os seus alunos em confronto, nove de cada lado.

O objectivo era encestar a bola no lado contrário e não deixar os adversários marcar no seu cesto. Foi o primeiro jogo de basquetebol e o fim das monótonas aulas de Inverno. Não podiam «biqueirar» a bola ou «agredir» os adversários, mas a verdade é que o novo jogo entusiasmou os estudantes.

Entretanto, como os cestos tinham fundo, precisavam de ir, com a ajuda de uma escada, buscar a bola. O ritmo do jogo era, por isso, constantemente cortado. Imaginaram então um mecanismo controlado por um longo fio, que, ao ser puxado, vertia o cesto e a bola caía no chão. Só numa fase posterior é que o fundo foi retirado, permitindo uma maior dinâmica da partida.

Cesto e Bola...Porque não Basketball?
«Chegaram as férias do Natal e alguns dos alunos foram a casa e ensinaram o novo jogo no local onde moravam. Não existiam ainda regras escritas no papel e, por isso, cada estudante jogava como se lembrava». Só em 1892, foram impressas as suas regras e se deu um nome à modalidade. Um dos alunos de James Naismith sugeriu «porque não basquetebol?». A que o docente respondeu «de facto, temos um cesto e uma bola. Parece-me um excelente nome».

As origens?

Embora o jogo inventado por Naismith fosse inteiramente novo, sem qualquer afinidade com outro já existente , tudo leva a crer que ele se tenha inspirado em outros desportos mais antigos.

Nas antigas civilizações da América Central e do Sul, jogava-se um espécie de basquetebol. Na península do lucatão foram descobertas ruínas de recintos cercados de muros de pedra, marcados por árvores, os quais datam do século VII a.c. . O jogo que ali se praticava, conhecido por pok - tapok fazia parte de um festival religioso. Era jogado com uma bola cheia de plantas sagradas, que tinha de ser lançada para uma «baliza», usando apenas os joelhos, as coxas e as ancas. As «balizas» estavam colocadas a um nível acima dos jogadores, e consistia numa laje de pedra com um buraco no centro. Era aqui que a bola tinha de ser introduzidas, como no cesto de basquetebol.

No México, por alturas de século XVI, praticava-se um jogo semelhante, o " Ollamalitzli ". Jogava-se com um bola de borracha maciça que tinha de ser enfiada num aro de pedra.

A Encyclopedia of Athletics ( 1818 ) refere um jogo praticado na Florida, no qual os participantes tinham por objectivo enfiar uma bola num cesto fixo na extremidade de um poste.

Não obstante estes antecedentes, é inegável que o basquetebol tal como é jogado hoje em dia, se ficou a dever á invenção do Dr. Naismith.

Naismith teve por objectivo a criação de um jogo que evitasse o contacto físico, pelo que correr com a bola não era permitido pelas regras inicialmente estabelecidas. Naismith atribuiu também importância á habilidade ( técnica individual ) mais do que á força física. No entanto e caso desde o primeiro momento foi inevitável que o basquetebol evoluiria aquilo que é hoje: um desporto propício a jogadores altos.

O 1º. jogo

A turma de Nasmith jogou o primeiro jogo de basket ball (duas palavras) com uma bola de futebol e dois cestos de pêssegos pregados a um balcão/varanda 3,05 metros acima do chão. A turma foi dividida em duas equipas de nove jogadores. O ginásio tinha as medidas de somente: 16 por 11metros (actualmente são: 28 x 15). O resultado final foi de 1-0. William Chase marcou o ponto solitário a 8 metros —um tiro de meio do recinto naquele ginásio pequeno.

Naismith teve somente 13 regras, que ele cuidadosamente escreveu em duas páginas. O jogo tem que parar depois que cada cesto o árbitro possa subir uma escada e retirar a bola do cesto. Felizmente, esses jogos tinham resultados reduzidos.


As primeiras regras…

O Professor James Naismith elaborou as primeiras 13 regras em Dezembro de 1891 . Estas regras originais foram publicadas em Janeiro de 1892 no jornal escolar do Springfield College, "The Triangle" e eram as seguintes:

1 - A Bola pode ser "atirada" em qualquer direcção com uma ou duas mãos.
2 - A bola pode ser "batida" em qualquer direcção com uma das mãos (nunca com os punhos).
3 - Um jogador não pode correr com a bola. O atleta deverá passar a bola do local onde a recebeu, excepção feita ao jogador que receba a bola quando estiver correndo a uma boa velocidade.
4 - A bola tem de ser segura nas mãos ou entre as mãos; os braços e o corpo não poderão ser usados para esse efeito.
5 - Não são permitidas:"cargas de ombro", agarrar, empurrar, rasteiras e bater em nenhuma circunstância. A primeira infracção destas regras por qualquer jogador será punido com uma falta, ao segundo será desqualificado até ao próximo cesto convertido ou, se tiver havido evidente intenção em lesionar o adversário, será desqualificado até ao final do encontro, sem direito a substituição.
6 - Uma falta é marcada por bater a bola com o punho, por violar as regras 3, 4 e 5.
7 - Se alguma das equipas cometer três faltas consecutivas, deverá contar como um cesto para a formação adversária.
8 - Um cesto é considerado quando a bola é "atirada" para dentro do cesto e fique lá, não sendo permitido que nenhum adversário toque no cesto. Se a bola se encontrar na margem do cesto e o adversário mover o cesto, deverá contar como cesto.
9 - Quando a bola sai do campo, deverá ser reposta pelo primeiro jogador a tocar nela. Em caso de disputa, o fiscal deverá lançar a bola para o meio do campo. A reposição deverá ser feita em 5 segundos, senão será entregue ao adversário. Se algum dos lados persistir em atrasar o jogo, o fiscal deverá marcar uma falta a essa equipa.
10 - O fiscal deverá ser o juiz dos jogadores e deverá tomar notas das faltas e avisar o árbitro quando forem feitas 3 faltas consecutivas. Ele deverá ter poder para desqualificar qualquer jogador que infrinja a regra 5.
11 - O árbitro deverá ser o juiz da bola e deve decidir quando esta está em jogo, quando está fora de campo, a que equipa pertence e ficará encarregue de fazer a contagem dos pontos e outras tarefas geralmente efectuadas por um árbitro.
12 - O jogo deverá ser dividido em duas partes de 15 minutos, com uma intervalo de 5 minutos entre elas.
13 - A equipa que mais pontos marcar durante a partida é declarada vencedora. Em caso de empate, o jogo deverá, por acordo dos capitães de cada formação, continuar até ser convertido outro cesto.

Estas regras foram unificadas em 1932, depois da fundação da Federação Internacional de Basquete Amador (FIBA).


Conhecer o jogo ...

O jogo de basquetebol dura 40 minutos, divididos em quatro períodos de 10 minutos, cronometrados durante toda a partida. A cada interrupção, o cronómetro é parado e volta a contar o tempo assim que o jogo recomeça.

Ao final do primeiro período, há um intervalo de 2 minutos. Depois, entre o segundo e o terceiro período, o intervalo é de 15 minutos. Entre o terceiro e o quarto período o intervalo é de 2 minutos.

As regras que limitam a duração das jogadas tornam os movimentos dos atletas muito rápidos: cada equipa tem 24 segundos para concluir o ataque, dos quais no máximo 8 segundos para passar do campo de defesa para o de ataque.

O recinto de jogo de basquetebol tem 26 m de comprimento por 14 m de largura. Medidas máximas, e para competições da Fiba, são: 28 X 15 metros.

Os cestos são fixados em estruturas a 3,05 m do chão nas extremidades do recinto.

Quando a bola cai no cesto do campo adversário, a equipa ganha 2 pontos. Se o lançamento for feito antes da linha situada a 6,25 m do cesto, ganha 3.

O jogador deve movimentar-se batendo a bola no chão. Se um jogador estiver a driblar, parar, e segurar a bola, ele não poderá voltar a bater bola, tendo como opções passar a bola para um companheiro ou lançar a bola ao cesto.

A única situação na qual um jogador pode dar dois passos com a bola na mão é na execução da bandeja.
Não é permitido ao jogador pular com a bola na mão e retornar ao solo com a mesma.
Dar três passos sem batê-la ou segurá-la por mais de 5 segundos é considerado falta, assim como tocar a bola com a perna ou impedir o movimento do adversário. 5 segundos é também o tempo que dispõe para efectuar uma reposição de bola ou um lance - livre. O tempo máximo para permanecer na área restritiva é de 3 segundos.

Após passar para o campo de ataque, a equipa atacante não pode mais levar a bola ao seu meio campo de defesa.

No basquetebol há limite de faltas por equipa e por jogador. A partir da quinta falta por período e por uma equipa, o adversário tem direito a dois arremessos livres a cada nova infracção. Se acertar, cada cesto vale 1 ponto.


Faltas

Quando um jogador faz cinco faltas, é desclassificado, mas pode ser substituído.
Existem 5 tipos de faltas:

PESSOAL: contacto ilegal fora do ato de arremesso ou no ato de arremesso.

TÉCNICA: atitude anti desportiva de um atleta em campo ou membro do banco.

ANTI DESPORTIVA: falta pessoal grave cometida por um jogador em campo.

DESQUALIFICANTE : falta agressiva física ou moralmente.

DUPLA: quando dois adversários cometem a falta ao mesmo tempo.


Quer conhecer o que significam os sinais dos árbitros; clique aqui


Jogadores e posições

Cada equipa é composta por 5 jogadores em campo e até 7 em banco.

De acordo com as características de cada jogador, ele pode jogar em posições básicas de ataque:

Base ou Armador - Como característica física, esse atacante normalmente é o mais baixo e mais rápido da equipa. Tecnicamente, deve passar e driblar bem, sendo habilidoso. O tipo de arremesso mais utilizado pelo base/armador é o de longa distância, em função da zona em que actua no jogo (bem longe da cesto). O base deve ter uma boa visão de jogo, sabendo decidir com vantagem o momento exacto de passar a um companheiro ou efectuar lançamento.

Poste ou Pivot - Por jogar numa zona mais próxima do cesto, onde normalmente a defesa concentra grande força e atenção, o poste deve ser alto e forte. Em termos técnicos, é uma posição que exige um bom trabalho de pernas (para fintas e giros), a utilização de arremessos de curta distância (salto e gancho) e boa noção de posicionamento para o ressalto ofensivo.

Extremo ou Ala - Em relação às qualidades físicas, é um jogador de estatura média e que não deve ser muito lento. A principal característica técnica para esta posição é um bom arremesso de meia distância. O lateral deve ter boa noção de ressalto, pois normalmente tem a oportunidade de participar do mesmo, devido á zona em que joga.


Momentos importantes na história do basquetebol:


1891 - A primeira bola de basquete foi feita pela A. C. Spalding & Brothers, de Chicopee Falls (Massachussets) ainda em 1891, e seu diâmetro era ligeiramente maior que o de uma bola de futebol.

1892 - As primeiras cestas sem fundo foram desenhadas por Lew Allen, de Connecticut, em 1892, e consistiam em cilindros de madeira com bordas de metal.

1892 - O 1º. Jogo, com assistência foi disputado em 11 de Março de 1892, entre professores e alunos. Os alunos venceram os professores por 5 - 1 Antes, a 20 de Janeiro foi disputado um jogo mas apenas entre funcionários da ACM com dois times de nove jogadores cada, foram usadas uma bola de futebol e cestos de pêssegos a 3,048 m do solo.

1893 - A Companhia Narraganset Machine & Co. teve a idéia de fazer um anel metálico com uma rede nele pendurada, que tinha o fundo amarrado com uma corda mas poderia ser aberta simplesmente puxando esta última. Logo depois, tal corda foi abolida e a bola passou a cair livremente após a conversão dos arremessos.

1893 - O 1º. Jogo entre mulheres foi disputado em 22 de Março de 1893. Nenhum homem foi autorizado a assistir ao jogo.

1894- É produzida a primeira bola de basquetebol. Até então a modalidade era jogada com uma bola de futebol. O produtor foi a Empresa em Chicope Falls de Springfied, Massachusetts

1895 - As tabelas foram oficialmente introduzidas.

1906 - Introduzido o uso de Aros com redes abertas

1907 - Cinco jogadores por equipas

1908 - Jogador excluído após cinco faltas

1913 - O basquetebol é introduzido em Portugal no ano de 1913 por um senhor de nome R. Horney

1919 - 1º. Torneio Internacional disputou-se em 1919

1927 - 17 de Agosto , é fundada a Federação Portuguesa de Basquetebol. FC Porto, Académico F.C. Clube Fluvial Portuense fazem da cidade do Porto a capital do basquetebol português, sendo os grandes impulsionadores para a criação da Federação.

1931 - Em Portugal, o 1º. jogo internacional disputou-se no estádio do Lima ( Campo de Futebol ), na cidade do Porto, entre Portugal ( 9 ) e França ( 34 ).

1933 - disputa-se o 1º. Campeonato de Portugal. O vencedor foi o Conimbricense.

1934- 1º. jogo de basquetebol feminino disputado em Portugal.

1936 - Modalidade Olímpica, integrada no programa dos XI jogos Olímpicos realizados em Berlim, após 1930 ter sido considerada como modalidade Olímpica. Os primeiros Campeões foram os Estados Unidos. O Dr. James Naismith ( 75 anos ) foi quem atribuiu as primeiras medalhas.

1943/1944 - !ª. Taça de Honra, hoje denominada Taça de Portugal ( a partir de 1953/1954 ). A primeira equipa a vencer esta prova foi o Atlético Clube de Portugal.

1944 - Introduzida regra dos três segundos.

1950 - Na Argentina foi disputado o 1º. Campeonato Mundial . 1º.Argentina, 2º.USA, 3º.Chile.

1951 - Disputa-se o 1º. All Star Game.

1966- Realiza-se o primeiro Campeonato Regional de Minibasquete do Porto . Esta foi a primeira competição oficial de Minibasquete disputada no país. Foi realizada pela Associação de Basquetebol do Porto.

1976 - O basquetebol feminino passa a integrar o quadro das modalidades olímpicas.

1987 - Instituídos os play-offs

1994/95 – As selecções nacionais femininas de cadetes, juniores e seniores alcançam pela primeira vez, o apuramento numa Fase de Qualificação dos respectivos Campeonatos da Europa.

1995/96 – Disputa-se o 1º Campeonato da Liga Profissional.

1998 – Ticha Penicheiro torna-se na primeira jogadora portuguesa a disputar o Campeonato Profissional dos EUA (WNBA), integrando a equipa dos Sacramento Monarchs.

1999 - 15 a 25 Julho de 1999 – A F P Basquetebol organiza o 6º Campeonato do Mundo de Juniores Masculinos, realizado nas cidades de: Porto, Almada, Aveiro, Faro e Lisboa – culminando com a presença recorde de mais de 12.000 pessoas no Pavilhão Atlântico para assistirem à final.

1999 - Novembro, Paulo Pinto, então jogador do FC Porto, foi eleito pela FIBA como um dos 50 melhores jogadores da Europa e, nessa condição, incluído na lista de candidatos a integrar a selecção oeste do EURO ALL STAR.

2002 – No ano em que se assiste ao desaparecimento do Capitão da Selecção Nacional, Paulo Pinto, jogador do Aveiro Basket, médico e que é apontado como um verdadeiro modelo e exemplo a seguir.

2005 - A Selecção Portuguesa de sub 16 ( Cadetes ) é Vice Campeã no Campeonato Europeu da categoria / Divisão B, disputado em Pravetz na Bulgária. Com este 2º. lugar Portugal concretiza um feito inédito ao alcançar a Divisão principal do basquetebol Europeu.

2005 - 21 de Setembro , Patricia " Ticha " Penicheiro, a primeira portuguesa a jogar como profissional nos Estados Unidos sagrou-se campeã na WNBA com a sua equipa Sacramento Monarchs.

2005 - Dezembro, entre 6 candidaturas, a FIBA atribuiu a Portugal a organização do 9º Campeonato da Europa de Sub-20 Masculinos – Divisão B que se disputará entre os dias 14 e 23 de Julho de 2006. Estarão presentes, além de Portugal, mais 14 selecções nacionais: Ucrânia, República Checa, Macedónia, Áustria, Bélgica, Finlândia, Geórgia, Irlanda, Islândia, Holanda, Polónia, Suíça, Republica Eslovaca e Suécia.

2006 - A selecção portuguesa qualifica-se para um Campeonato da Europa da especialidade depois da última presença em 1951 como convidada.

2007 - Honrosa participação da selecção senior no Eurobasket '07 , o Campeonato Europeu de Selecções. Portugal presente entre os 16 países finalistas ultrapassou a fase preliminar, passou á de qualificação obtendo uma vitória sobre Israel e perdendo com a Russia, Croacia.

Com este desempenho a Selecção Portugal conquistou 0 9º. lugar na classificação final. Um feito único até então na história do basquetebol para Portugal.



Actualmente são 212 as Federações de Basquetebol filiadas. Estima-se um número na ordem dos 450 Milhões de jogadores em todo o Mundo.






Fonte:G.D.L.

História do Voleibol





História

O Início

O Voleibol foi criado em 1895 por William C. Morgan, director de Educação Física no Colégio de Holioke, Massachussets, nos Estados Unidos da América, e ao qual chamou primeiramente Mintonette.
O basquetebol era o jogo da moda de então, mas era muito enérgico e cansativo para homens de idade. Morgan baseou-se num popular jogo alemão, «Faustball», para idealizar um jogo menos fatigante que o basquetebol para os associados mais velhos da ACM. Colocou uma rede semelhante à de ténis a uma altura de 1,83 cm, que dividia o campo de jogo a meio, e sobre a qual uma câmara de uma bola de basquetebol era batida.
As regras iniciais pouco tinham com as de agora, sendo de realçar que o número de toques de uma equipa era ilimitado e um jogador podia tocar duas vezes seguidas.
Depois de ter encontrado uma bola para este tipo de jogo, já que as primeiras eram muito pesadas, teve lugar em 1896 a primeira demonstração pública no Colégio de Springfield, durante uma conferência de directores de Educação Física do Young Man Christian Association, pois até então os jogos eram apenas jogados no ginásio onde Morgan era director.
Foram apresentadas duas equipas formadas por 5 jogadores, num campo de 15,35 metros de comprimento por 7,62 de largura e com a rede colocada a uma altura de 1,98 m.
Todos ficaram entusiasmados e, durante a exibição, Alfred T. Halstead sugeriu o nome de Volley-Ball que na sua opinião parecia mais adaptado ao jogo, que Morgan aceitou.
Em Portugal
Foi durante a primeira Grande Guerra, quando as tropas americanas estiveram estacionadas nos Açores, que o voleibol foi introduzido em Portugal. António Cavaco foi o motor de divulgação da modalidade quando veio cursar engenharia no IST em Lisboa.
Em 1938 é criada a Associação de Voleibol de Lisboa e em 1942 fundava-se a do Porto. A Federação Portuguesa de Voleibol nasce depois em 1947 e seria uma dos 14 países fundadores da FIVB.
Apesar de haver algumas competições a nível regional o Campeonato Nacional só se começou a disputar na época de 1946/47 com o Técnico a ser o primeiro campeão nacional. O campeonato feminino só começou em 1959/60 e aí foi a equipa do Espinho a vencedora.
As Primeiras Regras
O jogo era constituído por nove «innings». Um «inning» consistia na execução de três serviços por jogador em cada equipa e uma equipa só marcava ponto quando tinha o serviço. O número de jogadores por equipa era variável. Os jogadores podiam tocar na bola duas vezes consecutivas e o número de toques seguidos da bola por uma equipa era ilimitado. Se a bola tocasse num objecto estranho ao jogo (parede, tecto, etc) o jogo podia continuar desde que a bola voltasse para o campo de jogo.
Tal como hoje em dia a rede não podia ser tocada nem a bola agarrada.

Evolução de algumas Regras

1900 Bola na linha era considerada valida. Bola que tocasse qualquer objecto exterior ao campo era considerada perdida.
1912 Introduzida a rotação.
1916 Abolido o conceito de «inning». O jogo passou a ser prolongado até aos 15 pontos. Proibição dos jogadores tocarem na bola duas vezes consecutivas.
1918 O número de jogadores de uma equipa foi fixado em seis.
1922 O número máximo de toques de bola foi limitado a três. Aparecimento da linha central.
1925 Apareceu a obrigatoriedade da vantagem de dois pontos, quando as equipas estavam em igualdade a 14 pontos.
1938 Aparecimento do bloco. Inicialmente a regra só permitia ao jogador blocador um só contacto com a bola.
1949 Apareceu a regra que permitia a penetração do passador e a possibilidade de atacar com três jogadores.
1951 Adopção da regra que permite passar as mãos por cima da rede durante o bloco e no movimento terminal do remate.
1957 O tempo de repouso foi reduzido para 30 segundos.
1959 Estabeleceu-se a largura de 5 cm para as linhas do campo.
1964 O jogador blocador pode passar as mãos para o campo adversário (bloco ofensivo) e tocar a bola duas vezes sucessivas.
1970 Apareceram as varetas para delimitarem o espaço de jogo e facilitar a acção dos árbitros.
1976 Foi adoptada a regra que permite três contactos com a bola após o toque do bloco.
1984 Proibição de blocar a bola proveniente do serviço. Autorização do duplo contacto na primeira acção de jogada.
1988Introdução do 17º ponto como decisivo, em caso de igualdade a 16 pontos. O 5Ç parcial passa a ser jogado em sistema de pontuação contínua. Estabelecimento de três minutos de intervalo entre todos os parciais.
1992 O toque de bola é legal até ao joelho. O jogador pode tocar na rede desde que seja involuntário, ou seja quando não influência o jogo e/ou quando e fora da jogada. No último parcial ( negra ) passa a ter que existir uma diferença de dois pontos, entre as equipas. O jogador passa a ter 5 segundos para servir ( na 1ª tentativa ) e 3 segundos na segunda.
1994 O toque de bola a baixo do joelho passa a ser legal desde que seja um gesto técnico de recurso e/ou na defesa. A zona de serviço passa a ter a largura do campo. E permitida a defesa por cima desde que a bola não seja transportada ou agarrada e desde que o contacto seja apenas um batimento de bola.
1996 Passou a ser possível recuperar uma bola que tenha passado o plano da rede para a zona livre contrária. Passa também a ser permitido tocar o campo contrário com o(s) pé(s) ou a(s) mão(s), desde que pelo menos uma parte do(s) pé(s) ou da(s) mão(s) estejam em contacto com a linha central.
1998 O sistema de contagem é alterado para «ponto por jogada» e os parciais passam a ser jogados até aos 25 pontos. Apenas o quinto parcial continua a ser jogado até aos 15 pontos. Introdução do «jogador líbero». Passa a haver apenas uma tentativa para o serviço.

Regras Básicas
Aqui está um resumo para leigos. As regras são muito mais que este condensado, mas pelo menos, para quem assiste, pode compreender melhor o que se passa dentro do campo.
No final da página tem apontadores para a FPVonde pode ler as regras na integra.

JOGO

O Voleibol é um jogo entre duas equipas com seis jogadores cada, cuja finalidade é colocar a bola no chão do campo adversário através de "toques".
Os jogadores começam o jogo em posições fixas, três juntos à rede, chamados de atacantes, e três mais atrás mais próximos da linha final, chamados de defensores. Uma equipa não pode dar mais de três "toques" na bola até ela ser batida sobre a rede para o campo do adversário.
Um jogador não pode agarrar a bola, mesmo que brevemente, nem mesmo dar dois toques seguidos. A bola pode ser tocada por qualquer parte do corpo, mesmo os pés.
Constituem infracções, ganhando pontos a equipa adversária, se um jogador tocar na rede ou enviar a bola para fora do campo de jogo.
Normalmente uma jogada típica é decomposta em três fases: serviço/recepção, passe/ataque, bloco/defesa.

SERVIR

À acção de colocar a bola em jogo chama-se serviço. Cada vez que uma equipa ganha o serviço todos os seis jogadores rodam uma posição no sentido dos ponteiros do relógio, colocando-se na nova posição. Serve então o jogador que está atrás no lado direito (zona 1). O serviço pode ser efectuado batendo a bola "por baixo" ou "por cima", com a mão aberta, punho cerrado ou braço, directamente para o campo do adversário. O jogador pode servir de qualquer posição desde que esteja atrás da linha final e no enfiamento do campo.
A equipa continua a servir enquanto estiver a ganhar pontos.
Se os jogadores não respeitarem a sua posição no momento do serviço, a equipa incorre numa penalização, ganhando o adversário um ponto. Depois do batimento da bola no serviço, os jogadores podem deslocar-se e ocupar qualquer posição no seu próprio campo.

Áreas e zonas do campo

PONTUAÇÃO

No novo sistema a equipa que ganha a jogada soma um ponto. A equipa que alcançar primeiro 25 pontos, com uma margem mínima de dois pontos da outra, vence a partida. Aquela que alcançar primeiro três partidas ganhas, vence o jogo. Na eventualidade de se jogar uma quinta partida esta é jogada até aos 15 pontos tendo também de haver uma diferença mínima de dois pontos.
É considerado ponto sempre que uma equipa conseguir colocar a bola no campo do adversário. Sempre que a bola tocar fora do campo de jogo, ganha um ponto a equipa adversária à equipa que tocou na bola em último lugar.

LIBERO

Este jogador equipa com uma camisola de côr diferente para ser mais facilmente distinguido. Não necessita de autorização para entrar e apenas pode fazê-lo para a área defensiva. Não pode servir, atacar ou rodar para a zona de ataque. É normalmente um especialista na defesa.

SUBSTITUIÇÕES

Durante uma partida só são permitidas seis substituições. Os jogadores só poderão entrar uma vez durante uma partida substituindo um jogador inicial e só podendo ser substituídos pelo mesmo.
Apenas o libero não está sujeito a estas restrições.

OUTRAS REGRAS

- Apenas podem blocar os jogadores da área de ataque.
- Um jogador da área de defesa não pode atacar à frente da linha dos três metros. Terá de o fazer a partir da área de defesa podendo no entanto, depois do contacto com a bola, invadir a zona de ataque.
- A bola ao bater no bloco não conta como toque.
- Durante o serviço a bola não pode tocar outro jogador da mesma equipa.
- Cada equipa tem direito a dois descontos de tempo por partida de 30 segundos.
- O capitão da equipa é identificado por meio de uma tira com 8 cm x 2 cm de cor diferente da camisola, colocada por baixo do número, no seu peito.
- Um jogador não pode invadir o campo adversário.
- É permitido tocar o campo contrário com o(s) pé(s) ou mão(s), desde que, pelo menos uma parte do pé(s) ou mão(s) esteja(m) em contacto ou sobre a linha central.

CAMPO

Um campo de Voleibol tem 18 metros de comprido por 9 de largo. É divido em duas partes iguais por uma rede a uma altura consoante a categoria das equipas. A três metros da rede existe uma linha, que se prolonga em tracejado para fora do campo, e que demarca a zona de ataque da zona defensiva.


dimensões do campo

REDE

A rede mede 1 m de largura e 9,5 m de comprimento. É feita de fio preto com malha quadrada de 10 cm de lado. Ao longo da parte superior da rede está cosida uma banda horizontal de tela branca, dobrada 5 cm para cada um dos lados. A rede é firmemente esticada por cordas a dois postes. Próximo das extremidades e alinhadas com a linha lateral, estão colocadas umas varetas que delimitam o espaço por onde a bola deve passar.
A rede é colocada à altura de 2,43 m nas competições masculinas e 2,24 m nas competições femininas. Nos escalões inferiores a juniores a rede tem a altura de 2,35 e 2,20 para os juvenis e 2,24 e 2,15 para os iniciados, respectivamente masculinos e femininos.



BOLA

A bola é esférica e deve ter um diametro entre 65 e 67 cm podendo pesar entre 260 e 280 gramas. O material deverá ser de couro flexível, natural ou sintético, com uma câmara de borracha ou material similar no seu interior. A côr deverá ser clara e facilmente visível.



GLOSSÁRIO

Am
Amortie - bola subtilmente colocada no campo adversário.

Área de Ataque - zona compreendida entre a rede e a linha dos três metros (zonas 2,3,4).
Área de Defesa - zona compreendida entre a linha dos três metros e a linha final (zonas 5,6,1).
Avião - remate que passa alto e muito longe do campo.
Bloco - interposição à trajectória da bola com as mãos sobre a rede.
Bola Morta - bola inofensiva vinda do campo adversário.
Chinesinha - acção em que o jogador só tem tempo de colocar sua mão entre o chão e a bola evitando que esta toque no campo.
Distribuidor - jogador que está encarregue de passar a bola para o atacante.
Entrada - zona 4 ou zona do lado esquerdo junto à rede.
Fooraaa! - berro dos treinadores avisando delicadamente os jogadores que a bola vai nitidamente para fora do campo e que não devem tocar nela!
Manchete - toque na bola com as duas mãos juntas e braços estendidos.
Meio - zona 3 ou o meio junto à rede.
Passador - o mesmo que Distribuidor.
Remate de 2ª Linha - remate de um jogador que está na zona defensiva efectuado atrás da linha dos três metros.
Saída - zona 2 ou o lado direito junto à rede.
Set - uma das 5 partidas de um jogo.
Tira! - grito desesperado do Diogo às jogadoras para irem à bola e que nada está perdido. Às vezes ...
Vamos! - incentivo típico do Diogo para cair em cima do adversário!
Zona x - de 1 a 6. A zona 1 corresponde ao lado direito na área defensiva e é o jogador dessa zona que serve. As zonas seguintes correspondem às zonas ocupadas pelos jogadores que se seguirão no serviço. Ver figura.


Fonte:CVL

O Fitnessgram




O é um programa de educação da aptidão física para a saúde e destina-se às crianças e jovens do ensino básico e secundário.

O organiza-se segundo os conceitos da aptidão física orientada para o desenvolvimento harmonioso do aluno, através da participação num vasto leque de propostas de actividade física agradáveis e divertidas.

O é um programa educativo, desenvolvido para auxiliar o Professor de Educação Física na avaliação e educação da aptidão e actividade física de crianças e adolescentes com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos.

O contém os testes de aptidão física mais adaptados a estas idades e avalia o desempenho em 3 zonas distintas, a primeira em que o aluno “Necessita Melhorar”, a segunda identificando a “Zona Saudável” e a última “Acima da Zona Saudável”.

Bateria de Testes do

Aptidão Aeróbia
» Teste Vaivém – corrida de 20 metros progressiva em vários níveis orientados por música*
» Teste Corrida 1 milha
» Teste Marcha (disponível para alunos de secundário)


Composição Corporal
» Índice de Massa Corporal – calculado a partir do peso e a altura

Força, resistência e flexibilidade

» Força e Resistência Abdominal – Abdominais

» Extensões de Braços*

» Flexibilidade

»»» Teste Senta e Alcança


Fonte: Fitnessgram


Se quiseres consultar os valores de referência do Fitnessgram.

A importância do aquecimento no exercício físico



“O aquecimento constitui a fase de preparação ao esforço físico”

A necessidade de aquecimento muscular antes da realização de uma prática desportiva é hoje inquestionável. Este aquecimento é tanto mais indispensável quanto mais intenso for o esforço físico.

Com o aquecimento pretende-se preparar o organismo para o esforço que lhe vai ser exigido, levando o aparelho cardio-respiratório ao seu nível funcional e estimulando o sistema locomotor.

“o aquecimento é tanto mais indispensável quanto mais intenso for o esforço físico”



Os benefícios do aquecimento antes da prática desportiva estão associados, por um lado, ao aumento do consumo de oxigénio inicial e por outro, à optimização das diferentes funções (enzimáticas, nervosas, biomecânicas) devido ao aumento da temperatura central e muscular.

Em resumo, com o aquecimento, pretende-se não só adaptar o organismo do desportista ao esforço, mas também tirar o máximo rendimento desse mesmo esforço.•

“o aquecimento permite uma melhor adaptação ao esforço e reduz o risco de lesão”

Os efeitos do aquecimento

• Colocar progressivamente em acção o sistema cardiovascular e respiratório, permitindo uma melhor irrigação capilar e uma melhor adaptação ao esforço.

• Aumentar a temperatura interna do músculo, acelerando os processos
metabólicos celulares e aumentando a propagação do influxo nervoso. O calor aumenta a elasticidade dos tendões e reduz a viscosidade dos tecidos, reduzindo o risco de lesão.

• Sensibilizar o sistema neuromuscular e articular para a percepção das
sensações proprioceptivas.



Dor de burro - como evitar




Este é um dos maiores problemas dos atletas de alta competição, bem como, também ataca o mais despreocupado atleta de pelotão.

A dor situa-se debaixo da zona torácica, num dos lados, embora seja mais frequente no lado direito devido ao fígado que é o maior órgão da zona do diafragma. Esta dor pode ter uma altura variável e pode aparecer durante a alta competição ou durante um simples treino. A principal causa para o aparecimento da chamada dor de burro deve-se à falta de oxigénio no organismo.

Existem alguns médicos que defendem que esta dor está relacionada com o diafragma, devido a respiração deficiente que é feita durante um determinado esforço. Outros defendem que a “dor de burro ou fuga” deve-se há congestão do fígado. Este segundo tipo de dor poderá ser causada devido à excessiva pressão a que o estômago está sujeito durante a prática de desporto.


O atleta deve ter em conta o seguinte:

1.Diminuir a intensidade do treino.
2.Inspirar várias vezes de forma profunda.
3.Massajar com a mão o sitio onde sente a dor.
4.Expirar, esperando um pouco sem inspirar
5.Gritar muito alto, AHHHHH (ajuda a descontrair os músculos)




Fonte:Atletas.net

quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008

Mitos da Nutrição



Será verdade que as vitaminas e os minerais fornecem energia extra aos atletas?

As vitaminas e minerais agem como factores coadjuvantes para libertar a energia armazenada nos alimentos, mas não fornecem energia extra aos atletas. Um programa alimentar que contenha vegetais, grãos, frutas, carne e lacticínios oferece energia aos atletas. Estes alimentos são veículos para as vitaminas e minerais que o corpo necessita para utilizar energia. Os suplementos poliminerais ou polivitamínicos podem ser necessários para alguns atletas. Por si só, não fornecem energia extra.

Serão as bebidas desportivas só necessárias para exercícios com duração superior a uma hora?

As bebidas desportivas podem trazer benefícios em actividades com menos de uma hora, especialmente se o exercício for intenso, ou realizado em climas quentes e húmidos. Todos os atletas podem beneficiar dos carboidratos e electrólitos das bebidas desportivas.

A ingestão de bebidas desportivas estimula os atletas a beber mais, o que é importante, uma vez que a desidratação pode acontecer em exercícios com duração inferior a uma hora.

Este tipo de bebidas são uma maneira fácil de combater a desidratação e melhorar o seu desempenho.

Será verdade que o açúcar deve ser evitado antes dos treinos e das competições?

O açúcar ingerido antes das competições aumenta os níveis de glicose no sangue, o que não é mau. O açúcar é um tipo de carboidrato, que ingeridos antes do exercício, podem melhorar a performance do atleta. Um atleta não abastecido, fica rapidamente cansado e o seu desempenho inferior ao possível.

É só com as mulheres que acontecem as distorções da imagem corporal?

Os homens estão cada vez mais expostos à imagem de lutadores profissionais, ou de capas de revista. Cada vez mais insatisfeitos com a aparência.

A distorção da imagem corporal é uma preocupação exagerada com defeitos insignificantes, que acabam por ser reconhecidos como distúrbios psicológicos. Muitos técnicos e atletas podem não saber que esta distorção ocorre tanto com homens quanto com mulheres.

A proporção ideal de nutrientes é de 40% de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras?

As dietas com estas proporções podem prejudicar o desempenho dos atletas, pois são baixas em calorias e carboidratos. Várias são as pesquisas que indicam que os melhores programas para atletas são os que oferecem aproximadamente 55% a 58% de energia vinda dos carboidratos, 12% a 15% de proteínas e 25% a 30% de gorduras.

Durante a actividade física, os músculos produzem grande quantidade de calor, que é eliminado através do suor e da respiração. Quando a perda de líquidos atinge um nível significativo, o suor e o fluxo sanguíneo para a pele diminuem e a temperatura interna do corpo torna-se elevada.

A água é um bom líquido de reposição, mas em situações onde o gasto energético é demasiado elevado e a transpiração excessiva, é necessário repor o nível de sais minerais, gastos através do suor. Neste caso o líquido repositor deve conter electrólitos e carboidratos, como é o caso das bebidas isotónicas, que na medida certa mantêm o volume plasmático, promovendo a termorregulação do organismo e aumentando a capacidade respiratória.

O facto das bebidas isotónicas serem de rápida absorção pelo organismo e a vantagem de reporem os sais minerais de forma apropriada contribuem para uma melhor hidratação do corpo.

Não se deve, em altura alguma, esperar ter sede, pois este é um sinal tardio de que o corpo necessita de repor os líquidos dispensados.

Necessidade de reposição de líquidos durante e após o exercício



São milhares as pessoas que praticam exercício físico para melhorar a sua qualidade de vida. Acontece porém, que algumas destas pessoas acabam por se exercitar em condições de calor e humidade desfavoráveis à capacidade do corpo em desempenhar tais actividades, aumentando assim os riscos de desidratação e de doenças relacionados com o calor.

Durante a actividade física, os músculos produzem uma enorme quantidade de calor, que deve ser eliminado através da respiração e do suor. Quando a perda de líquidos atinge um elevado nível, o suor e o fluxo sanguíneo para a pele diminuem e a temperatura interna do corpo torna-se elevada. A quantidade de líquidos perdidos durante o exercício físico depende da actividade, da sua intensidade, duração e esforço.
É importante que os líquidos sejam repostos rapidamente, e que as bebidas ingeridas sejam de rápido esvaziamento gástrico, para não causar desconforto gastrointestinal.
A água é um bom líquido de reposição, mas em situações em que o gasto energético é elevado e a transpiração excessiva, pode não ser suficiente, visto que existe a necessidade de repor também os sais minerais perdidos através do suor. Neste caso, os líquidos de reposição devem conter carboidratos e electrólitos, como é o caso das bebidas isotónicas, que numa concentração ideal mantêm o volume plasmático, promovendo a termorregulação do organismo, aumentando a capacidade respiratória e proporcionando uma fonte de energia de fácil utilização.
A facilidade com que o organismo absorve as bebidas isotónicas e a vantagem da reposição dos sais minerais de forma conveniente e apropriada contribuem para uma melhor hidratação.

Conselhos úteis:

O volume de líquidos ingeridos deve ser igual ao de líquidos dispensados;
A perda de peso durante o exercício indica a quantidade de líquidos perdidos;
O consumo adequado de líquidos durante o exercício ajuda para um melhor desempenho e previne a hipertermia;
Antes dos exercícios, pelo menos duas horas, os atletas devem hidratar-se com cerca de 500 ml de líquidos;
Durante o exercício realizado em ambientes quentes, os atletas devem hidratar-se a cada 20 minutos, com cerca de 250 ml;
A sede não é um bom sinal, deve-se ingerir líquidos antes de ter sede, pois esta significa que o organismo está desidratado.

Bebidas isotónicas

As bebidas isotónicas podem fornecer glicose, maltodextrinas ou sacarose como maior fonte de carboidratos e a frutose não deve ser o tipo predominante a ser consumido durante o exercício. Após o exercício, deve sim ser consumida, passando a ser fundamental na recuperação do glicogénio hepático, sendo 3,7 vezes mais rápida do que a glicose.
Os desportistas têm necessidades acrescidas de consumir nutrientes energéticos e antioxidantes. As vitaminas regulam o metabolismo, convertem hidratos de carbono e gordura em energia, ajudam a formar ossos e tecidos, prevenir doenças, participando assim em todas as reacções químicas do organismo.

As origens do corta-mato



O corta-mato começou em Inglaterra, em meados de 1876. Contudo a primeira corrida a ser realizada, acabou por ver os seus resultados declarados nulos.

A competição a nível internacional teve início em 1898, com um encontro entre as equipas de Inglaterra e de França, mas somente em 1903 o Campeonato do Mundo foi inaugurado com poupa e circunstância. Este acontecimento foi crescendo ao longo dos anos, especialmente depois de 1973, quando passou a fazer parte da jurisdição da IAAF e se passou a chamar de Campeonato do Mundo de Cross.

As provas realizadas recentemente foram dominadas pelos corredores africanos. A Etiópia ganhou de 1981 a 1985 na categoria masculina e a selecção do Quénia ganhou todas as provas, desde 1985 até aos nossos dias. Na categoria feminina o Quénia ganhou seis vezes entre 1991 e 2000 com as Etíopes a ganharem em 1997,1999 e 2000.

A partir de 1998 passaram a existir duas distâncias para cada sexo, 4km e ou 12km para os homens e 4km e ou 8km para as mulheres. Como curiosidade, a irlandesa Sónia O Sullivan foi a primeira atleta a ganhar ambas as provas, em dias sucessivos, no ano de 1998.

Edimburgo à beira dos Mundiais de Crosse


A pouco mais de um mês e meio, Edimburgo, terra de tradições no crosse, já fervilha com a realização dos Campeonatos Mundiais da especialidade, a 30 de Março.

A mais importante cidade escocesa (Glasgow é, porventura, mais falada nos circuitos internacionais, mas Edimburgo é a capital), orgulha-se das condições naturais de que dispõe para a recepção aos maiores nomes do crosse mundial. Holyrood Park, uma das muitas zonas verdes espalhadas pela cidade, é, de resto, sede habitual de um crosse internacional de renome (anualmente, em Janeiro), e já foi palco, em 2003, dos Campeonatos Europeus, oferecendo condições naturais de execepção.


Holyrood Park é uma ampla zona verde a um quarto de hora, a pé, do centro de Edimburgo

Haggis Knowe, uma elevação rochosa em pleno coração do circuito, é o elemento diferenciador, proporcionando aos atletas uma experiência de lombas sucessivas, e aos espectadores a possibilidade do acompanhamento visual, ainda que à distância, de todo o percurso, que, no caso dos Mundiais’2008, será integrado por voltas com perímetros de 2100 metros (a maior) e de 1800 metros (a mais pequena).

Há, de resto, um elemento dominador no cenário de Holyrood Park: o espaço, muito amplo quer no percurso de competição quer nas zonas circundantes, o que permite, por um lado, liberdade visual aos espectadores e, por outro, a instalação, sem constrangimentos, de todas as estruturas logísticas de suporte a uma prova com a dimensão de um campeonato europeu ou mundial.

Holyrood Park, um parque propriedade da coroa britânica, situa-se junto ao palácio do mesmo nome, e dispõe de acessibilidades que o tornam invejável no circuito de provas internacionais de corsse: está apenas a 15 minutos de percurso pedonal do centro da cidade de Edimburgo, situada no extremo Noroeste da Escócia, espraiando-se por uma ampla zona costeira banhada pelo Mar do Norte.


A zona do porto oferece oportunidades de lazer; é em Edimburgo que está atracado o iate "Britannia"

Edimburgo, cidade conhecida pelos “tattoos” militares que anualmente se realizam na porta régia do castelo, é marcada, justamente, pelo carácter medieval desta construção, que se debruça sobre toda a zona urbana.

Cosmopolita, a cidade guarda sempre um “toque” especial escocês, seja pela sua zona de bares e “pubs” tradicionais, seja pela visão habitual dos “kilts” (as saias típicas usadas pelos mais tradicionalistas), ou pela atmosfera de mistério e tradição que se respira junto às muralhas do milenar castelo.


O Palácio de Holyrrod e o castelo marcam a silhueta da capital escocesa

Está pronta, a capital escocesa, para receber os que vão – pretendem os escoceses – fazer dos Campeonatos Mundiais de Crosse’2008 os melhores de sempre, deixando, ao mesmo tempo, um legado importante para o atletismo escocês.

A 30 de Março, os que a visitarem talvez tenham tempo de fazer suas as palavras de Robert Louis Stevenson: “Edimburgo é tudo o que Paris gostaria de ser!...”






Fonte:Atletas.net

Portugueses já qualificados


Se quiseres saber mais sobre cada um destes atletas, clica no nome.

Portugueses já qualificados (Lista oficial actualizada em 11-02-2008)

Jogos Olímpicos 2008

Modalidades

Atletas

Provas

Total

Atletismo

Naide Gomes

Salto em Comprimento

1

22

Sara Moreira

3000 m. obstáculos

1

Vânia Silva

Martelo

1

Sílvia Cruz

Dardo

1

Elisabete Tavares

Vara

1

Susana Feitor
Inês Henriques
Vera Santos

20 km Marcha

3

Jéssica Augusto

5000 metros

1

Leonor Carneiro
Marisa Barros

Maratona

2

Paulo Gomes
Hélder Ornelas

Maratona

2

Francis Obikwelu

100 e 200 metros

1

Arnaldo Abrantes

200 metros

1

Edivaldo Monteiro

400 m. barreiras

1

Nélson Évora

Triplo Salto

1

Marco Fortes

Peso

1

João Vieira
Sérgio Vieira

20 km Marcha

2

António Pereira
Augusto Cardoso

50 km Marcha

2

Ciclismo *

3 atletas a nomear

Estrada

3

3

1 atleta a nomear

Contra-relógio individual

(1)

Judo *

Telma Monteiro

-52 kgs

1

1

Natação

Tiago Venâncio

100 e 200 m. Livres

1

7

Diogo Carvalho

200 metros Estilos

1

Fernando Costa

1500 metros Livres

1

Diana Gomes

200 metros Bruços

1

Carlos Almeida

200 metros Bruços

1

Sara Oliveira

100 e 200 m. Mariposa

1

Pedro Oliveira

200 metros Costas

1

Taekwondo *

Pedro Póvoa

-58 kg

1

1

Tiro *

João Costa

Pistola Livre

1

1

Tiro armas de caça *

Manuel Vieira da Silva

Trap - Fosso Olímpico

1

1

Trampolins *

Ana Rente

Feminino

1

2

Diogo Ganchinho

Masculino

1

Vela *