
Fonte: Jornal Record




A Polónia venceu hoje Portugal por 3-0 (25/21, 25/19 e 26/24), na Nave Desportiva de Espinho, e qualificou-se para a 29.ª edição dos Jogos Olímpicos (Pequim 2008). Uma qualificação merecida, mas suada, sobretudo pela réplica dada pela Selecção Nacional, impulsionada por um público fantástico e numeroso (4.000 espectadores). Apesar de não ter conseguido aproveitar, no terceiro set uma hipótese de virar o rumo do jogo, a verdade é que Portugal caiu de pé, tendo-se batido de igual para igual com a Polónia, embora sem nunca ter conseguido o nível de eficácia rubricado no jogo com Porto Rico.
O segundo lugar na Poule mundial acaba por saber a pouco, já que os jogadores portugueses dominaram em praticamente todos os sectores: Hugo Gaspar (Melhor Pontuador), Flávio Cruz (Melhor Atacante e 3.º classificado no Melhor no Bloco e Melhor no Serviço), Carlos Teixeira (Melhor na Recepção), Nuno Pinheiro (Melhor Distribuidor) e André Lopes (2.º classificado Melhor na Defesa).
Os portugueses entraram no jogo algo nervosos e os polacos lograram atingir o primeiro tempo técnico em vantagem (8-5), sendo que a maioria dos pontos obtidos pelo seis orientado pelo argentino Raul Lozano tinham origem em erros do seis luso. Para além disso, e se Portugal conseguia suster a potência dos serviços dos seus adversários, apenas Flávio Cruz parecia ter encontrado o antídoto para o alto e eficaz bloco polaco.
Quando a buzina soou para o segundo tempo técnico, a vantagem dos vice-campeões mundiais cifrava-se já em seis pontos (16-10). Portugal reagiu e encurtou a distância (20-21), empolgando o público nas bancadas e obrigando Raul Lozano a pedir um desconto de tempo para travar o ímpeto de Portugal. E a estratégia do argentino surtiu efeito, já que os polacos reapareceram mais serenos e fecharam o set com o resultado de 25/21.
No segundo set, a tendência manteve-se. A Polónia, muito forte no serviço e na “rede”, iniciou uma cavalgada pontual que chegou a atingir os seis pontos (12-6), com o 12.º ponto a ser conseguido com um serviço directo de Mariusz Wlazly. Portugal reagiu intempestivamente e chegou aos 10-13, mas no segundo tempo técnico a diferença era já de cinco pontos (16-11). Pior: dois serviços directos de Mariusz Wlazly (21-14) colocaram os polacos às portas da vitória, que, contudo, só surgiu aos 25/19.
No terceiro set, os portugueses entraram com outra determinação, mas a lesão de André Lopes enfraqueceu a equipa e os polacos ganhavam já por 11-5 no primeiro terço do set. Um serviço directo de Roberto Reis (8-12), fez renascer a esperança e ainda mais quando João José rubricou dois pontos consecutivos no ataque (12-14).
Um erro da equipa de arbitragem – a bola não passou a tela no ataque – deu o 22.º ponto aos polacos (22-18) e um cartão amarelo visto por João José, por protestos, o 23.º ponto, acabando com qualquer reacção dos portugueses, que, contudo, ainda lutaram até ao fim, fazendo tremer o seu adversário. Resultado: 26/24. [ver ficha de jogo]
Mariusz Wlazly e Sebastian Swiderski foram os melhores pontuadores do jogo, com 13 pontos, enquanto João José (9 pontos) foi o mais concretizador entre os portugueses.
Jorge Schmidt (Treinador de Portugal): “Perdoem o meu semblante, mas é difícil suportar esta situação. A minha tristeza de hoje transformar-se-á em alegria quando recomeçarmos a treinar. Boa sorte para a Polónia, pois a sua superioridade foi evidente”.
João José (Capitão de equipa de Portugal): “Perdemos e não há muito mais a dizer. Agradecemos ao público pelo apoio e força que nos deram, acreditando sempre em nós. Boa sorte à Polónia para os Jogos Olímpicos”.
Raul Lozano (Treinador da Polónia): “Agradeço as felicitações e aproveito para dar os parabéns a Portugal pelo trabalho desenvolvido com esta selecção. Este torneio era muito importante para nós. Defrontámos aqui, em Espinho, selecções de alto nível e estou muito feliz por termos conseguido atingir o nosso objectivo. Aproveito para agradecer o apoio dos adeptos, que acreditaram sempre na equipa”.
Piotr Gruszka (Capitão de equipa da Polónia): “Estamos muito felizes. Passámos por momentos maus na Poule de Qualificação para o Campeonato da Europa e este apuramento trouxe-nos uma alegria redobrada. Revelámos maturidade, experiência e união de grupo e creio que isso foi a razão do nosso apuramento. Vamos festejar e depois vamos descansar uns dias, para estarmos na máxima força nos Jogos Olímpicos”.
No outro jogo, Porto Rico venceu, por 3-0 (25/21, 25/21 e 25/22), a Indonésia e classificou-se no terceiro lugar da Poule Mundial de Qualificação Olímpica, a realizar na Nave Desportiva de Espinho.
No primeiro set, Porto Rico mostrou que não queria sair de Portugal sem uma vitória. Após ter chegado ao primeiro tempo técnico a vencer por 2 pontos, atingiu a segunda paragem obrigatória com uma diferença mais substancial (16-11). Os indonésios ainda tentaram reagir, mas os porto-riquenhos seguraram a vantagem e fecharam o parcial com 25/21.
No segundo set, a equipa orientada pelo chinês Hu Xinyu ainda reduziu a desvantagem de 12-16 para 14-16, mas os porto-riquenhos aceleraram o seu jogo de ataque e chegaram com facilidade aos 19-14, aproveitando um momento de desorientação dos seus adversários.
Nova reacção dos indonésios, mais precisos no bloco, permitiu a recuperação de 15-21 para 19-21 e causou um certo mal-estar entre os caribenhos, que, contudo, depois de um pedido de tempo de Carlos Cardona, tiveram a paciência necessária para fechar com 25/21.
No terceiro set, os porto-riquenhos foram surpreendidos pela determinação dos indonésios, que chegaram ao segundo tempo técnico a vencer por 16-13. A equipa de Hu Xinyu ainda tentou defender esta preciosa vantagem, mas os porto-riquenhos acertaram o seu jogo (sobretudo o bloco) e igualaram aos 20 pontos.
Depois, a maior experiência dos porto-riquenhos falou mais alto e o triunfo chegou, com normalidade, aos 25/22. [ver ficha de jogo]

Depois da equipa do Benfica conseguir duas vitórias expressivas nos primeiros jogos, as grandes decisões ficavam para a derradeira jornada. Mesmo perdendo com o Barreirense por 76-64, o Benfica beneficiou da sua vitória por 23 pontos com o Desportivo da Póvoa, equipa que derrotara, no Sábado, o Barreirense por 3 pontos.
Resultados nos detalhes da notícia.
«Open de Espanha»
«Maia/Brenha no Quadro Principal» 
Miguel Maia/João Brenha e José Pedrosa/Pedro Rosas são as duas duplas portuguesas que vão disputar o Open de Espanha, sexta etapa do Circuito Mundial de Voleibol de Praia (Swatch-FIVB World Tour) e a decorrer em Barcelona de amanhã até domingo
Maia e Brenha têm entrada directa no Quadro Principal, que começa a ser disputado a partir de quinta-feira, enquanto Pedrosa e Rosas terão de passar pela Fase de Qualificação.
Miguel Maia e João Brenha ainda só participaram numa etapa do World Tour deste ano, mais concretamente, no Open da China (Xangai), tendo conseguido o 17.º lugar, recompensado com 120 pontos e 2.500 dólares.
José Pedrosa e Pedro Rosas participaram já em quatro opens: em Xangai, China (25.º lugar/60 pontos/1800 dólares), Praga, República Checa (33.º/30 pontos), Roseto degli Abruzzi, Itália (25.º/60 pontos/1800) e Zagreb, Croácia (41.º/18 pontos).
Em femininos, o Open de Espanha, que está já a decorrer (Country Quota), contará com três duplas portuguesas na Fase de Qualificação: Juliana Antunes/Francisca Esteves (na foto), Ana Rita Gomes/Neusa Reis e Raquel Lacerda/Susana Monteiro.
EUROPEU 2008/09
«Portugal-Bulgária, 0-3 (20/25, 19/25 e 22/25)»
«O público merecia mais!» 
A Bulgária venceu este domingo, Portugal por 3-0 (25/20, 25/19 e 25/22), num jogo emotivo, marcado por momentos de Voleibol de alto nível, mas, sobretudo, pelo apoio incondicional que o público que acorreu ao Pavilhão Desportivo Municipal da Póvoa de Varzim dispensou à Selecção Nacional de Seniores Masculinos. Portugal agradeceu da melhor forma ao mostrar que se pode bater de igual para igual com as melhores selecções do mundo, o que é o melhor prenúncio para a Poule de Qualificação Olímpica que se avizinha (30 de Maio a 1 de Junho, em Espinho).
Ao confirmar o primeiro lugar na Poule E, a Bulgária apurou-se directamente para a fase final do Europeu, enquanto Portugal, segundo classificado, vai disputar, nas duas primeiras semanas de Setembro, com o segundo classificado da Poule B (Holanda, Eslovénia, Letónia e Azerbeijão) um play-off de apuramento com vista a assegurar a sua presença no Campeonato da Europa.
Perante o forte apoio do seu entusiástico público – o Municipal da Póvoa de Varzim encheu para este embate –, a Selecção Portuguesa entrou bem no jogo, batendo-se taco a taco com o seu credenciado adversário. Após ter chegado a liderar a marcha do marcador (5-3), a equipa de Jorge Schmidt procurou manter-se sempre na ilharga da Bulgária, que, contudo, conseguiu atingir o segundo tempo técnico com uma vantagem de quatro pontos (16/12).
Um serviço directo (17-19) de Roberto Reis manteve acesa a esperança de um triunfo português e o bloco individual (19/20) de João Malveiro fez tremer a poderosa armada búlgara. Todavia, Matey Kaziyski fez o 21-19 com um ataque e Bodganov/Yordanov os 22 e 23 pontos no bloco. Hugo Gaspar ainda encurtou a distância (20-23), mas era demasiado tarde e a equipa de Leste fechou o set com 25/20.
João Malveiro, Hugo Gaspar, Matey Kaziyski e Boyan Yordanov estiveram em evidência ao apontarem quatro pontos cada.
No segundo set, a Bulgária criou cedo uma vantagem de três pontos (8-5), que, apesar de algumas oscilações, conseguiu manter até à ponta final do set (21-18). Quando os portugueses conseguiram, finalmente, o antídoto (centrais) para ultrapassar o musculado bloco dos búlgaros, estes começaram a apostar nos serviços, quer agressivos, quer em jeito, que impossibilitavam um side-out eficaz por parte dos portugueses. Daí o resultado de 25/19 com que os búlgaros fecharam o parcial.
O terceiro set foi bem mais equilibrado. Portugal chegou a estar em vantagem (10-8), mas não conseguiu usufruir dessa situação, muito por culpa do (quase) intransponível bloco búlgaro, autêntica barreira aos ataques dos portugueses, tendo chegado ao segundo tempo técnico a perder por 15-16. Igualando aos 17 pontos, os portugueses mostraram que não iam abrir mão da vitória. E a verdade é que os búlgaros só aos 25/22 conseguiram respirar de alívio. [ver ficha de jogo]
Matey Kaziyski foi o melhor pontuador do jogo, com 14 pontos, enquanto os centrais João Malveiro e João José Sequeira (10 pontos cada) foram os melhores entre os portugueses.
Plamen Kostantinov (Capitão da Bulgária): “Foi um jogo muito interessante, disputado pelas duas melhores selecções da poule. Estamos contentes porque terminámos só com vitórias e sem perder um único set. Boa sorte para Portugal em Setembro. Mostrou que tem valor para estar no Europeu.
Martin Stoev (Treinador da Bulgária): “Espero que o muito público que se deslocou a este pavilhão tenha gostado do jogo. Já estávamos qualificados, mas queríamos terminar com uma vitória e estamos felizes por termos conseguido”.
Jorge Schmidt (Treinador de Portugal): “Globalmente, o resultado não nos satisfaz. Podemos dizer que perdermos devido à grande capacidade do bloco da Bulgária, mas também por causa da ineficiência dos nossos jogadores da Zona 4. Tentámos rectificar essa situação, mas não o conseguimos.
A estratégia de serviço dos búlgaros neutralizou a nossa resposta. Gostaria de agradecer à Imprensa pela divulgação desta Poule. O pavilhão esteve cheio devido a esse apelo que a Federação e a Imprensa fizeram”.
João José (Capitão de equipa de Portugal): “Gostaria de agradecer às pessoas pelo seu apoio. Creio que, depois do jogo que disputámos em Almada, em 2005, [Liga Mundial], foi este o jogo em que tivemos mais público a apoiar-nos. A recuperação que fizemos na segunda parte do terceiro set deve-se, em muito, à forma como nos incentivaram. O apoio do público será igualmente muito importante para a Poule de Qualificação Olímpica que vamos disputar no próximo fim-de-semana. Parabéns à Bulgária. Temos de fazer mais jogos com selecções deste nível para evoluirmos. Temos potencial, mas falta-nos disputar jogos deste calibre”.
Fonte:FPV















Inscrições
SportZone Nas lojas SportZone do Fórum Aveiro e do Hipermercado Continente de Aveiro - a partir de 22 de Abril de 2008
Por correio
Corrida Cidade de Aveiro
Secretariado: Atletica
Estádio Municipal de Aveiro
3804-508 Aveiro
Nota Importante: Nas inscrições enviadas por correio o pagamento por ser feito por cheque ou vale postal á ordem de Atletica, contando a data de carimbo dos CTT. Contudo, aconselhamos vivamente a utilização do correio azul, uma vez que a utilização do correio normal poderá levar a atrasos significativos na entrega da correspondência.
Taxa de Inscrição
Corrida de 10 kms: até dia 28 de Maio de 2008 : 5 euros
Mini Maratona e Caminhada: até 28 de Maio de 2008 : 5 euros
Inscrições de última hora
Poderão ser feitas inscrições de última hora, desde que não se tenham atingido o número limite de atletas, apenas na véspera da prova, no dia 31 de Maio de 2008, no Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, junto ao secretariado.
As inscrições de última hora têm um custo de : 8 euros






Quem também fez a sua estreia na maratona foi Elisabete Lopes que começou a treinar para esta prova há apenas quatro semanas, com o objectivo de tentar um tempo abaixo das 2:45 horas. Não conseguiu por 1 minuto e dez segundos (fez 2:46:10 sendo 13ª classificada da geral)) mas ainda assim deu-se por satisfeita: «Estava muito vento e agora há que treinar melhor e tentar outra. A partir dos 30 quilómetros custa muito, mas pronto... tá feita».

* É que os países quentes nunca têm os seus lagos e canais congelados, mas também gostam da diversão!
* Uma vez que a patinagem sobre rodas era uma alternativa, no início oa praticantes dos dois tipos de patinagem eram mais ou menos os mesmos.
A Ginástica Acrobática é um desporto que exige muita força e flexibilidade aos ginastas que a praticam. É sempre praticada por um mínimo de dois atletas.
Este desporto desenvolve a coragem, a força, a coordenação, a flexibilidade, as habilidades de saltos e a destreza, entre outros.
A ginástica acrobática surgiu na Idade Média e era muito utilizada pelos elementos dos circos.
Os acrobatas em grupo devem executar três rotinas: uma de equilíbrio, uma dinâmica e outra combinada.
Todas as rotinas são executadas com música e com coreografia. Isto ajuda enriquecer os movimentos corporais.
Equipamento permitido: