sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

MegaSprinter Fase Escola







Gostas de correr? Consideras que tens bastante velocidade? Inscreve-te no MegaSprinter .

A Fase Escola realizar-se-à no dia 7 De Março, pelas 10horas.

ESCALÕES ETÁRIOS

ESCALÃO ÉPOCAS 2007/2008

INFANTIS A 97/98
INFANTIS B 95/96
INICIADOS 93/94
JUVENIS 91/92
JUNIORES 89/90

As inscrições deverão ser feitas até ao dia 29 de Fevereiro, fala com o teu Professor de Educação Física.

Apuram-se os dois (2) primeiros alunos da fase colectiva Inter-
Turmas, por escalão etário e género, para a Fase EAE.

O MegaSprinter da EAE Lisboa Cidade realizar-se-à dia 9 de Abril de 2008, na Pista Prof. Moniz Pereira - Alta do Lumiar.

Torneios Inter-Turmas Basquetebol



Vem aí os Torneios Inter-Turmas de Basquetebol. Como já te havia anunciado, os mesmos decorrerão no dia 7 de Março, durante a Semana Cultural, na nossa escola.

Os Torneios realizar-se-ão da seguinte forma:

3 X 3 para o Ensino Básico

5 X 5 para o Ensino Secundário

As inscrições serão até ao dia 29 de Fevereiro, e a tua turma poderá inscrever as equipas que desejar, quer se tratem de equipas femininas, quer se tratem de equipas masculinas.

O calendário de jogos será afixado no dia 5 de Março.

Para mais informações fala com o teu Professor de Educação Física.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

As Corridas de Aventura

As Corridas de Aventura (CA) ou Raids, são uma nova forma de prática desportiva baseada no trinómio Aventura / Desporto / Natureza, desenvolvendo uma actividade física de longa duração, com uma forte componente de trabalho de equipa e consciência ambiental.

Partindo do conceito de expedição, cada prova tem como suporte um mapa onde estão assinalados os pontos de controlo (CP) por onde a equipa deve passar. A progressão no terreno é alternadamente realizada por diversos meios de locomoção não motorizados: a pé, de bicicleta, a nado, em canoa, à vela, em voo, a cavalo, por meio de técnicas de progressão vertical e/ou subterrânea e/ou subaquática e através de passagens aéreas em corda ou cabo. Frequentemente é ainda solicitada aos atletas a realização de perícias variadas como tiro com arco e exercícios de team-building.

As provas que integram o Portugal Eco Aventura (PEA) são Corridas de Aventura que se desenrolam durante um fim-de-semana, com percursos com cerca de 200 km de distância total (150 no sábado e 50 no domingo), cuja duração varia entre 16 e 22 horas de tempo efectivo de prova. Estes 200 km dividem-se aproximadamente em 60 de progressão a pé, 120 em bicicleta e 20 por outros meios, sendo estes valores máximos aproximados.

Cada prova é constituída por um conjunto de 8 a 12 etapas independentes, em regime de tempo corrido, nas quais as equipas terão de visitar o maior número de pontos de controlo (CP) durante um tempo limitado. O percurso de cada etapa é escolha da equipa, sendo fornecido pela organização um mapa com as zonas de partida e de chegada e os respectivos CP devidamente assinalados.

As equipas são constituídas por 4 elementos participantes, mais 1 acompanhante para fazer a assistência, sendo a realização das etapas feita pela equipa em autonomia total.


MATERIAL

  • Cantil 0,75 L (ou similar)
  • Bicicleta Montanha
  • Kit de reparação de furos
  • Manta de sobrevivência
  • Casaco polar (ou similar)
  • Casaco corta-vento/impermeável
  • Material técnico disponibilizado pelo CDIPS



LINKS


Escalada



O desejo de subir mais alto e alcançar o topo é inerente ao homem desde a sua mais tenra idade. A escalada surge assim como actividade natural e ideal para quem pretende testar os seus limites físicos e mentais.

O objectivo desta modalidade é atingir o cimo de um rochedo, falésia, montanha, ou estrutura artificial, recorrendo à força e resistência dos membros e à capacidade de equilíbrio e controlo corporal. Actualmente a escalada pode ser praticada ao ar livre ou em estruturas interiores construídas para esse efeito, sendo sempre utilizados diversos equipamentos de segurança para minimizar o risco.

Associada à escalada e ao montanhismo existe uma série de técnicas de travessia ou transposição de obstáculos recorrendo à utilização de cordas, frequentemente também utilizadas como actividades recreativas:
  • Rapel
  • Slide
  • Tirolesa
  • Ponte Himalaia
  • Paralelas



MATERIAL

  • Capacete
  • Arnês
  • Corda dinâmica
  • Expresses *
  • Mosquetões
  • Dispositivo descensor
  • Dispositivo de travamento
  • Pés de Gato *
  • Pó de magnésio *
  • Fitas e cordeletes

* Material não disponível no CDIPS


LINKS


Canoagem


Na canoagem inclui-se a navegação em canoa ou kayak, em águas lisas e calmas ou em águas bravas.

Os rios são classificados, de acordo com a sua dificuldade, de I (fácil) a VI (sobrevivência duvidosa). A classificação depende da velocidade da água, do percurso e do volume de água do rio, por isso, o mesmo rio pode ser mais emocionante na época de cheia do que em época seca.

As canoas são embarcações geralmente largas e pesadas, com dois ou mais lugares. São impulsionadas com pás e uma vez que não possuem grande estabilidade são adequadas para navegar em águas calmas.

Os kayaks são fechados e fabricados em fibra de vidro, plástico ou compósitos de carbono, existindo ainda modelos insufláveis. São impulsionados por pagaias (semelhantes a um leme duplo). Apresentam um aspecto fusiforme e têm mais estabilidade e capacidade de manobra. São utilizados na descida de águas fluviais mais revoltas e também no mar.


MATERIAL

  • Embarcação
  • Pagaia
  • Colete salva-vidas
  • Capacete



LINKS


BTT



No BTT ou bicicleta de montanha os percursos realizam-se nos mais variados tipos de piso: alcatão, terra-batida, caminhos florestais, ou mesmo com a bicicleta ao ombro.






MATERIAL

  • Bicicleta de montanha com suspensão
  • Capacete
  • Kit de reparação de furos
  • Água

LINKS

Pedestrianismo

O Pedestrianismo é uma actividade desportiva que consiste em percorrer a pé caminhos de duração e exigência física variável, em permanente relação com a natureza e contactando ainda com variados aspectos turísticos, culturais e ambientais.

Estes percursos podem desenvolver-se em trilhos ou veredas ou ainda por caminhos bem definidos e sinalizados com marcas e códigos normalizados internacionalmente. Estes últimos estão classificados em percursos de Pequena Rota (PR) e Grande Rota (GR).

MATERIAL

  • Calçado confortável com boa aderência e amortecimento
  • Vestuário adaptado às condições climatéricas
  • Água e comida em função da duração do percurso
  • Cajado ou bastão de caminhada
LINKS

A Orientação


A Orientação é um Desporto recente no nosso país, mas tem já 100 anos de existência nos países nórdicos enquanto desporto organizado, sendo uma das modalidades desportivas que mais tem crescido nos últimos anos em Portugal. A competição concilia-se com o lazer, num espaço que proporciona um permanente contacto com a Natureza.

Na partida, cada praticante recebe um mapa onde estão marcados pequenos círculos que correspondem a pontos de controlo, materializados no terreno pelas "balizas" (prismas de cores laranja e branca), que estão acompanhadas de um sistema que comprova a passagem por cada ponto.

A escolha do itinerário entre cada ponto de controlo é uma opção do próprio praticante! Cada ponto é uma meta e, simultaneamente, a partida para um novo desafio. Cruzando prados, ribeiros e florestas, o praticante sente-se parte integrante do espaço que percorre... A velocidade de movimento tem que ser acompanhada pela velocidade de raciocínio para ler o mapa e interpretar a relação mapa/terreno, ponderar sobre as várias opções de itinerário, decidir!

A Orientação é praticada em quatro disciplinas diferentes: Orientação Pedestre, Orientação em BTT, Orientação em Ski e Trail Orienteering, esta última prioritariamente para deficientes motores. Todavia, para além destas disciplinas com quadros competitivos nacionais e internacionais, são também organizadas provas de Orientação a cavalo, em canoa, etc.. As provas de Orientação são regra geral realizadas durante o dia. Contudo, há também provas nocturnas com grande adesão de participantes. O terreno "tradicional" para a prática da modalidade deverá ter muitos pormenores do relevo, ter floresta limpa e pouca vegetação rasteira. No entanto, a Orientação pode ser praticada em qualquer lugar desde que exista um mapa dessa área. As provas em parques ou jardins e mesmo em áreas urbanas das cidades são cada vez em maior número.

As provas do calendário da Federação Portuguesa de Orientação são abertas a todas as pessoas de qualquer idade, havendo sempre percursos para principiantes. A distância e a dificuldade dos percursos de Orientação variam em função da idade e do nível técnico dos praticantes, possibilitando a participação dos sete aos noventa e sete anos.


MATERIAL

  • Mapa
  • Bússola
  • Calçado confortável e com boa aderência
  • Vestuário que proteja o corpo da vegetação
  • Caneleiras

LINKS



Mínimos para Valência: Sandra Teixeira confirmada




Em Estocolmo, Naide Gomes supera recorde nacional em pista coberta.

Sandra Teixeira é a sexta atleta portuguesa a conseguir os mínimos de participação nos Campeonatos Mundiais de Pista Coberta, que se realizam em Valência, de 7 a 9 do próximo mês.

Sandra correu os 1500 metros do "meeting" GE Galan, em Estocolmo, em 4.14,72 minutos, baixando mais de um segundo relativamente ao mínimo necessário (4.16,00), e ficou em oitavo posto na prova da reunião sueca, ganha por Maryam Jamal, do Bahrein, com 4.04,30 segundos.

Sandra não deixou, assim, para os Campeonatos de Portugal de Pista Coberta, no próximo fim-de-semana, em Pombal, o que já podia conseguir hoje, carimbando o passaporta para a cidade mediterrânica, e juntando-se ao quinteto já confirmado (Nelson Évora, Rui Silva, Jessia Augusto, Marco Fortes e Naide Gomes).

Justamente Naide obteve mais um recorde nacional "indoor", com 6,93 metros, salto conseguido ao sextto e derradeiro ensaio, num concurso onde também pulou 6,86, 6,88 e 6,75, com os primeiro e terceiro saltos nulos.

A saltadora sportinguista apenas perdeu o concurso para a russa Irina Simagina, que, também no seu último ensaio, conseguiu 6,96 metros, o que constitui melhor marca mundial do ano em pista coberta.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Gostas de Vela?



Se ficas fascinado(a) ao ver o suave deslizar dos veleiros sulcando as ondas, mas não te queres comprometer (ainda) num Curso de Vela, pois não sabes se vais gostar, o ArdoMar tem uma proposta aliciante para ti:

Vai participar numa das suas aulas de 4 horas, que decorrem todos os fins de semana.

Aproveita para sentir o ambiente do Clube, troca impressões com os alunos e experimenta um veleiro.

Calendário: Aos Sábados e Domingos em 2 horários - Manhã das 0900 às 1300 ou Tarde das 1400 às 1800 (sujeito a vaga nos Cursos a decorrer).

Preço: 1 pessoa - 40.00 €, 2 pessoas - 70.00 €. Todas as aulas são dadas em navegação no Estuário do Tejo a bordo dos nossos veleiros.

Veleiro: Elan 295 - Partida: Doca de Sto Amaro


Se tiveres algumas dúvidas quanto à roupa que deve usar, etc., entra em Ardoar

Leite: uma fonte de vitalidade


O leite já faz parte da dieta humana desde os primórdios da civilização. Os cientistas estipulam que o leite começou a ser um alimento regular nas refeições humanas por volta de 10.000 a 8.000 A.C., por esta altura dá-se um facto muito importante, o abandono da caça para o cultivo da terra. Muitos cientistas acham que foi o consumo de leite de diversos animais que marcou o início da actividade sedentária.
Apesar de uma relação muito antiga entre o homem e o leite, nem todos sabem os benefícios que os produtos lácteos produzem no organismo humano. Composto por 55 nutrientes essenciais ao homem, se for consumido regularmente, apresenta benefícios surpreendentes para a saúde e não é só na etapa de crescimento, mas sim durante toda a vida. Pelas suas características o leite é um alimento versátil, composto por todas as categorias de nutrientes indispensáveis a uma vida saudável.

O cálcio, o ouro branco

O leite é por excelência a principal fonte de fornecimento de cálcio ao organismo. Esta matéria-prima é indispensável ao crescimento e fortalecimento dos ossos. Nas pessoas adultas, a partir dos 30 anos, inicia-se uma perda natural de cálcio adquirido anteriormente, sendo necessário continuar a ingestão de cálcio, de modo a preservar a estrutura óssea. Em seguida apresentamos um quadro onde poderá saber quanto deve beber.



Saiba quanto beber:

Dos 3 aos 9 anos - litro/dia (2Copos)
Dos 0 aos 24 anos - litro/dia (3copos)
Grávidas - litro/dia (3copos)
Lactentes - 1litro/dia (4copos)
Adultos - litro/dia (2copos)
Idosos - litro/dia (3copos)


Fonte:Atletas.net

Quais são os inconvenientes do uso exagerado da carne na alimentação?



A carne contém na sua composição: 50% a 60% de água; 20% a 30% de proteínas de alto valor biológico; 15% a 30% de gordura essencialmente saturada; quantidades mínimas de glúcidos, sais minerais e vitaminas. Embora apresente na sua composição proteínas de alto valor biológico, superadas somente pelas proteínas do ovo, o uso exagerado da carne tem dois grandes inconvenientes: o seu alto teor em gorduras saturadas e colesterol e a sua riqueza em purinas.

As carnes de porco, ganso e pato são mais gordurosas e, assim, mais difíceis de digerir do que as carnes de vaca, carneiro, galinha, peru e animais de caça.

As vísceras animais (fígado, rins e coração) têm alto valor nutritivo e são económicas, mas pouco utilizadas na maioria dos casos. São muito ricas em vitaminas e sais minerais (ferro, fósforo e cobre). As outras carnes são ricas em tiamina, riboflavina e ferro, e muito ricas em fósforo e niacina.

As proteínas animais devem ser restringidas a uma porção por dia. As proteínas vegetais (ervilhas, feijão, lentilhas, soja, etc.) deverão satisfazer as restantes necessidades proteicas diárias. As proteínas de baixo valor biológico devem ser sempre suplementadas, na mesma refeição, com proteínas de alto valor biológico. A associação de leguminosas com soja ou com ovo, na mesma refeição, são exemplos do que se disse.


Fonte:Atletas.net

As bebidas comerciais são as ideais?



A maioria das bebidas que existem no mercado, não são boas para consumo durante uma competição. Muitas delas são isotónicas ou até hipertónicas. Assim, para além de demorarem muito tempo a sair do estômago, podem fazer-lhe uma "chamada" de água agravando a desidratação. Este tipo de bebidas contem concentrações elevadas de sais minerais, que não são necessários na bebida a ingerir durante a prova (excepto o sódio). Possuem também vitaminas, corantes naturais ou artificiais, que em nada contribuem para o bom rendimento muscular competitivo.


Analisemos o conteúdo de alguns produtos comercializados em Portugal:

XL1 carteira com 65 gramas:
· Glúcidos (glucose + frutose + sacarose) - 61,75 gramas
· Ácido cítrico - 1,6 gramas
· Citrato de sódio - 1,3 gramas
· Cloreto de sódio - 1,3 gramas
· Aromatizantes - Limão e Lima
· Corantes naturais - clorofila
· Proteínas e lípidos - vestígios
· Valor calórico - 380kcal

Segundo as recomendações do fornecedor o conteúdo de um saco de XL1 deverá ser diluído em um litro de água se a temperatura ambiente for inferior a 20ºC e em um a dois litros se a temperatura ultrapassar os 20ºC. Vamos obter assim, uma solução glucídica em água a cerca de 6,2% e 3,1%, respectivamente para o primeiro e segundo casos. Segundo o nosso ponto de vista, embora a solução a usar para temperaturas acima de 20ºC tenha uma diluição praticamente ideal, não concordamos com a diluição para temperaturas inferiores pois a solução obtida é isotónica em relação ao plasma do sangue, levando a uma longa permanência da solução no estômago. Pensamos por isso que devemos fazer uma diluição em, pelo menos, litro e meio de água se a temperatura for inferior a 20ºC. Quanto aos sais minerais o conteúdo em sódio é o ideal e o seu sabor é muito agradável.

Se utilizarmos o XL1, como bebida recuperadora após a competição poderemos utilizar as diluições atrás aconselhadas. O XL1 como bebida de recuperação tem o inconveniente de não ter potássio na sua constituição e de não ter uma alcalinidade mais acentuada.

Isostar - Composição de uma lata com 250ml:
· Glúcidos - 18 gramas
· Sais minerais (sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, cloretos)
. Vitaminas (B1, B2, C, niacina e panteotenato de cálcio)

Esta bebida tem 72 gramas de glúcidos por litro de água (excesso de glúcidos) e é muito rica em alguns sais minerais e vitaminas que não são necessários durante a competição. Como bebida de recuperação poderá ser utilizada, mas como bebida pré-competitiva nunca!

Aquarius - Composição por 100ml de bebida:
· Glúcidos - 6,3 gramas
· Sódio - 22 miligramas
· Potássio - 2,2 miligramas
· Cálcio - 0,8 miligramas
· Fósforo - 1 miligrama
· Cloretos - 24 miligramas
· Valor calórico - 25 kcal

O Aquarius é uma bebida isotónica comercializada em lata e por isso torna-se difícil a sua diluição. É contra-indicada a sua utilização como bebida pré-competitiva, porque tem uma concentração elevada de glúcidos. O seu sabor é na nossa opinião, um pouco forte de mais, mas não é desagradável e pode ser utilizada como bebida de recuperação. No entanto, o seu conteúdo em sais minerais é baixo e não tem magnésio na sua constituição.

Gatorade - Composição por 100ml de bebida:
· Glúcidos - 6 gramas (sacarose e dextrose)
· Sódio - 41 miligramas
· Potássio - 11,7 gramas
· Fósforo - 31 miligramas
· Cloretos - 39 miligramas
· Valor calórico - 24 kcal

O Gatorade é uma bebida isotónica mas é comercializada em pó e por isso torna-se fácil a sua diluição, obtendo-se assim uma bebida hipotónica, sendo contra-indicada como bebida pré-competitiva. O seu sabor é agradável e não demasiado forte, se for bem diluído. Pode ser utilizada como bebida de recuperação, mas é pouco rica em sais minerais, tanto quantitativamente em termos de sódio, cloro e potássio; como qualitativamente, pois não possui cálcio e magnésio.

Bebida caseira para utilizar durante uma competição:
· 1litro de água
· Glucose e/ou frutose (entre 20 a 60 gramas consoante a finalidade da bebida)
· 1 pitada de sal (cloreto de sódio)
· Sumo de limão a gosto

Esta bebida é fácil de fazer e mais barata, do que qualquer bebida comercial.

Em conclusão, diremos que a maioria das bebidas comerciais não são ideais para consumir durante a competição. Devemos preparar a nossa bebida e experimentá-la num treino ou prova pouco importante.



Fonte:Atletas.net

Marcas de eleição em ano promissor


Líderes de presente época, já suplantaram os de 2007


Já caíram recordes nacionais em seis provas esta época e, de uma forma geral, as marcas líderes deste ano já são superiores às de 2007, embora ainda faltem as principais competições: Campeonato de Portugal (no próximo fim-de-semana, em Pombal) e Campeonato do Mundo (de 7 a 9 de Março, em Valência).


No sector masculino, em 15 provas, nada menos de 12 já têm marcas de top melhores do que as de 2007; no feminino, as coisas não vão tão bem: apenas seis marcas (contra nove) são agora melhores.

Em menos de um mês, entre 13 de Janeiro e 10 de Fevereiro, caíram oito recordes nacionais em seis provas, através de Susana Costa no triplo (13,50), Elisabete Tavares na vara (4,35), Arnaldo Abrantes nos 200 m (21,22), Marco Fortes no peso (19,51 e 20,08), Naide Gomes no comprimento (6,90) e Nelson Évora no triplo (17,32 e 17,33). E ainda houve os recordes de Sub-23 de Arnaldo Abrantes nos 200 m (21,22), Edi Maia na vara (5,01, 5,15, 5,16 e 5,17) e Patrícia Mamona no triplo (13,21).

No sector masculino, além dos recordistas, também estiveram em foco Rui Silva, a fazer a sua melhor época de pista coberta desde 2004; António Rodrigues, já abaixo dos 48 segundos nos 400 m, João Almeida, com 8,02 nas barreiras, e Paulo Gonçalves, a subir na altura (já vai em 2,18). Apenas em três provas ainda se está aquém das marcas líderes de 2007: 60 m, barreiras e 5.000 m marcha.

Nas provas femininas, só Carmo Tavares (800 m), Jessica Augusto, já a terceira de sempre nos 3.000 m, e Antónia Borges têm melhores marcas do que as líderes de 2007.


Fonte:
edição impressa de Record
Autor: ARONS DE CARVALHO

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Obikwelu video promocional da Nike


O que o atleta deve comer antes de uma prova


A refeição antes de treinos ou competições deve ser completa mas de digestão muito fácil.
Há casos especiais de alimentação, como por exemplo, a alimentação de um atleta que quanto mais pesada for a modalidade e mais tempo a praticar por semana maior será o consumo energético continuado; por isso a refeição antes de treinos ou competições tem de ser completa mas de digestão muito fácil: sopa batida em vez de legumes, hortaliças e leguminosas inteiros; sumos ou papas de fruta em vez de frutas inteiras; peixe grelhado ou cozido em vez de carne, ovos, conservas, bacalhau ou carnes fumadas; arroz, massa ou farinha-de-pau em vez de batatas, leguminosas ou outro acompanhamento; pão torrado ou tostas em vez de pão fresco ou bolachas; iogurte em vez de leite.

Não deve a refeição que antecede a prova precedê-la mais de duas horas e meia; o organismo tem que dispor energia e não pode competir em momentos de baixa. Também por essa razão é necessário reabastecimento alimentar e de líquidos a meio da prova: batidos de frutas ou chá fraco morno.

O desportista não deve comer no final da prova para «compensar». Energia e nutrimentos não energéticos são precisos para o esforço ser eficaz e benéfico e não para «reparar» estragos.


Fonte:O portal do Atletismo

Vitaminas e minerais


Os minerais são originários do solo, absorvidos pelas plantas e depois são passados para o homem e para os animais que as consomem, são frequentemente referidos como elementos traço pois as suas necessidades para manter as funções do organismo são de apenas poucas quantidades. Existem recomendações específicas para estes nutrientes, as quais se baseiam na ingestão mínima para prevenir deficiências que possam impedir o funcionamento do organismo e o limite máximo para evitar toxicidade.

Alguns atletas acreditam que necessitam de altas doses de minerais para suportar o stress de um treino intenso, mas a verdade é que, à excepção do ferro (particularmente nas mulheres), a necessidade de minerais em atletas é similar à de outros indivíduos não atletas saudáveis, e que, o treino não esgota as reservas de minerais. No entanto, factores como: redução no consumo de calorias, consumo elevado de alimentos refinados e baixa variabilidade nas fontes alimentares podem prejudicar o consumo dos micro nutrientes e ocasionalmente levar ao desenvolvimento de deficiência de minerais.

As vitaminas e os minerais são nutrientes com a função de regular o funcionamento do organismo e encontram-se principalmente em legumes, verduras e frutas. Para saber tudo sobre as vitaminas e os minerais que deve consumir em maiores quantidades, consulte a seguinte tabela:

VITAMINA

FUNÇÃO

O QUE COMER


Vitamina A

Crescimentos celular
Mantém o bom estado de glândulas e ossos

Frutas e legumes amarelos como a cenoura, a abóbora e verduras.

Fígado, salmão e outros peixes de água fria, gema de ovo e lacticínios.

Vitamina B1


Vitamina B2


Vitamina B3

Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Metabolismo de energia
Diminui o tempo de recuperação
Diminui as cãibras

Legumes, grão-de-bico, ovos, carnes magras, aves, fígado, leite, feijão, couve, pães, cereais, nozes e sementes.

Vitamina B6


Vitamina B12

Ganho de massa
Melhora da performance Metabolismo de proteína e carbohidrato
Formação de glóbulos vermelhos

Ostras, atum, fígado, carne bovina, peixe, aves, cereais, soja e verduras.



Vitamina C

Antioxidante
Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Aumenta a absorção do Ferro Aumenta a imunidade
Auxilia no desempenho desportivo Acelera a cicatrização

Acerola, goiaba, laranja, morango, kiwi, melão e frutas silvestres

Couve-flor e couve


Vitamina E

Antioxidante
Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Formação de glóbulos vermelhos e tecidos musculares

Óleos vegetais, ovos, nozes, cereais enriquecidos e verduras


Cálcio

Auxilia na contracção muscular
Melhora a potência muscular
Formação de ossos
Coagulação sanguínea

Leite e seus derivados, salmão, sardinha, amêndoas e hortaliças verdes.



Zinco

Antioxidante
Aumenta a imunidade
Evita o cansaço

Carnes magras, iogurte, grãos enriquecidos, frutos do mar (ostras e mariscos), cereais, espinafres, cogumelos e sementes de girassol.


Ferro

Transporta e armazena o oxigénio
Evita o cansaço

Fígado, carne bovina, gema de ovo, frutos do mar,

Vegetais, lentilha e ervilha.

Selenio

Antioxidante (protector das membranas celulares)

Aves, frutos do mar, cebola, alho e cogumelos.


Cromo

Aumenta a síntese proteica
Auxilia a insulina no metabolismo da glicose

Levedo de cerveja, produtos à base de grãos integrais, fígado e queijo.


Potássio

Evita as cãimbras
Regula o equilíbrio de líquidos corporal
Promove o funcionamento dos músculo e do metabolismo

Tomate, laranja, banana, abacate, frutas cítricas, frutas secas e água de coco.


Magnésio

Antioxidante
Evita o cansaço
Auxilia na contracção muscular

Verduras, legumes, cereais, pão de trigo integral, carnes, aves, peixes e ovos.


Fósforo

Diminui o cansaço
Funcionamento do metabolismo

Gema de ovo, leite, queijo, carnes, peixes, aves, cereais de trigo integral e leguminosas




Fonte:Atletas.net

Os melhores de 2007


Atletas, revelações, momentos, "performances". 2007 foi ano de Campeonatos Europeus de pista coberta e Campeonatos Mundiais de pista ao ar livre, ano de alguns assombrosos recordes do Mundo, ano em que muitos portugueses se destacaram. Foi, também, o ano em que o combate ao "doping" no atletismo ganhou novo fôlego com a aprovação de um novo Código Mundial Anti-Dopagem e com as confissões de Marion Jones.

Estes são, para o Atletas.net, os protagonistas nacionais e estrangeiros de 2007.



Fonte:Atletas.Net

Paulo Gomes e Sara Moreira destacam-se em Cáceres


Paulo Gomes (quarto lugar) e Sara Moreira (quinto) foram os portugueses mais bem classificados no corta-mato de Cáceres, Espanha, que se realizou hoje.

O atleta da Conforlimpa cometeu mesmo a proeza de derrotar o consagrado espanhol Alberto Garcia (quinto classificado) e de ficar apenas a três segundos do ucraniano Sergey Lebid, sete vezes campeão europeu de corta-mato. A prova foi dominada pelo queniano Moses Mosop, que gastou 32 minutos exactos, derrotando o espanhol Juan Carlos de la Ossa por 26 segundos e Lebid por 39.

Na prova masculina, para além de Paulo Gomes, competiram Luís Feiteira (7.º), José Rocha (8.º), Licínio Pimentel (9.º), Pedro Ribeiro (12.º), Ricardo Ribas (14.º), Hermano Ferreira (16.º) e Mário Teixeira (17.º).

Na principal corrida feminina, dominada por atletas quenianas, Sara Moreira foi quinta na geral. Correram ainda Leonor Carneiro (11.ª), Fátima Cabral (12.ª), Anália Rosa (14.ª), Marina Bastos (21.ª) e Solange Jesus (25.ª).

Foram assim, muitos os atletas portugueses que marcaram presença neste crosse, que lhes serviu de ensaio para o Campeonato de Portugal, a realizar dentro de duas semanas, no Porto.


Fonte:Record

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Ténis de mesa: E. Amadora vence Nacional de Sub-21

O Estrela da Amadora é o novo campeão nacional de Sub-21. A equipa da Reboleira derrotou, na final, o Ala Nun’Álvares por 3-1, na prova que teve lugar neste fim-de-semana em Mafra.

Em juniores masculinos, o título foi para o São Roque. A formação madeirense superou o CD Marco no encontro decisivo por 3-1, arrebatando o título. Em juniores femininos, o Ala Nun’Álvares superou o Ginásio C. Valbom (3-0).

Entretanto, as Selecções Nacionais que vão disputar o Campeonato do Mundo por equipas, agendado para a localidade chinesa de Guangzhou, de 24 do corrente mês a 2 de Março, partem hoje rumo à China. Os atletas portugueses vão realizar estágio de uma semana antes da competição.

Fonte:Record

Novo Record do salto com vara

Edi Maia bateu pela quarta vez este ano o recorde nacional de Sub-23, ao passar 4,17 com a vara, no Meeting de Pombal, mais um centímetro que há uma semana.
Em foco estiveram ainda Susana Costa (13,46), a quatro centímetros do seu recorde nacional.

No Algarve, Susana Feitor (22.18) e Augusto Cardoso (20.58) ganharam o G.P. Pechão (5 km marcha).



FONTE: RECORD

domingo, 17 de fevereiro de 2008

História do Badminton




Nas origens do Badminton pensa-se que estão ligadas três zonas distintas do mundo: Ásia, América Central e Europa, havendo mesmo quem defenda a sua existência há milénios. Na China foram encontrados vasos de cerâmica do ano de 3500 a.C. com desenhos de uma rapariga com uma bola com penas, um objecto semelhante a um tamborim.
Na América Central, a civilização dos Aztecas praticavam um jogo com uma bola adornada de belas e ondulantes penas coloridas, aparecendo estes desenhos no interior dos seus templos. Quando os portugueses desembarcaram no Brasil, a tribo dos Curumins, divertiam-se com um objecto semelhante ao volante.
Na Grécia existia um jogo chamado "Tamborete e Peteca" (Battledore e Schuttlecock) que era jogado por adultos e crianças. O objectivo do jogo era rebater uma peteca com tacos, evitando-se que a mesma caísse no chão.
Chardin pintou um quadro que ficou célebre, “A menina do Volante”.

Contudo, não existe a certeza de como esses jogos se transformaram no Badminton.
Actualmente, julga-se que o jogo da “Poona”, de origem indiana é trazido para a Europa pelos oficiais ingleses, por volta do ano de 1800. É conhecido que, por volta de 1860, as filhas do duque de Beaufort jogavam no grande salão de Badminton House, moradia da família Somerset, no condado de Gloucestershire, em Inglaterra, tendo acrescentado uma pequena variante: atavam uma corda desde a porta até à lareira, usando raquetes de ténis, tentando manter o volante o mais tempo possível em jogo de uma para a outra por cima da corda.
Sendo que provavelmente os hóspedes da casa, incluindo alguns oficiais do exercito britânico na Índia, se juntassem à brincadeira, pouco tempo terá passado até que alguém sugerisse que seria muito mais divertido se o volante fosse batido noutra direcção que não a do outro jogador que se encontrava do outro lado da corda.
Esse alguém é possível que possa ter sido J.L.Baldwin, um conhecido desportista e visita frequente de Badminton House, grande adepto do aperfeiçoamento de regras de jogos e passatempos. Os mais românticos dizem que a modalidade apareceu realmente na já referida propriedade, por ocasião da recepção aos oficiais ingleses, que regressavam da Índia, num momento de convívio, alguns deles decidiram fixar penas numa rolha de champanhe e recrear o jogo indiano “Poona”.
Foi no entanto na Índia que o jogo se transformou num desporto competitivo e que no ano de 1870 passou a ter a designação de Badminton, onde o coronel H.O.Selby esboçou um código de jogo que foi aceite por consentimento generalizado naquela parte do mundo.
Nos finais da década de 70 inícios de 1880, formaram-se em Inglaterra alguns clubes, inicialmente em lugares como Folkestone e Portsmouth, onde havia uma forte presença militar e assim veio a ser conhecido espalhando-se por todo país. Foi através da competição que se foi evoluindo e desde logo os clubes tentaram impor as suas
capacidades. Mas ainda não havia regras geralmente aceites, aquelas esboçadas pelo coronel Selby não eram ainda conhecidas pelos recentes clubes.
Não havendo manufactura de volantes nesses dias, os jogadores faziam os seus próprios volantes com o material que tinham à disposição, e muitas e variadas eram as formas e tamanhos assim como o número de penas que continham. Nalguns casos o jogo era jogado com bolas feitas de tiras de lã enroladas, não havia dimensões reconhecidas do campo, e normalmente utilizava-se o espaço disponível.
Os jogos de singulares eram virtualmente desconhecidos, sendo popular cada parte jogar o maior número possível de jogadores. Não existia também um sistema de pontuação geralmente aceite, nem definição do que consistia o jogo. Nestas circunstâncias era difícil organizar competições interclubes, e foi assim que, em 1883, cerca de meia dúzia de clubes se reuniram e formaram uma estrutura associativa sobre a presidência do coronel S.M.C.Dolby – Associação Nacional de Badminton (Badminton Association of England), que todos reconheciam como autoridade em todos os assuntos relacionados com a prática de Badminton. Isto funcionou satisfatoriamente, mas quando a modalidade se expandiu à Irlanda, Escócia, País de Gales e ao continente, esses países formaram as suas associações nacionais, no início preparadas para observar a autoridade da associação inglesa, o jogo tornou-se mais popular espalhando-se pelo mundo, e inevitavelmente cresceu o desejo dos países se defrontarem. Surge então a verdadeira necessidade de uma estrutura internacional, a associação inglesa organizou um encontro de todas as Associações Nacionais de Badminton conhecidas, com o propósito de fundar a Federação Internacional de Badminton (International Badminton Federation), este facto torna-se real em 1934, inicialmente com nove filiados, Inglaterra, Irlanda, Escócia, Gales, Canadá, França, Dinamarca, Holanda e Nova Zelândia, a partir daqui nunca mais parou de crescer, actualmente fazem parte 160 países. O trabalho desta estrutura modificou esses tempos de amadorismo, e como guardiã das Leis do Badminton as suas responsabilidades expandiram-se de maneira a abarcar todos os aspectos do jogo. Para nomear algumas dessas responsabilidades, cita-se a coordenação de torneios nacionais, internacionais, campeonatos do mundo, supervisionar a fabricação adequada de volantes, raquetes e outros materiais, publicidade, regulamentação e todas as situações relacionadas com a modalidade.


Um conselho internacional constituído por 28 pessoas, eleitas por todas as associações (agora federações) nacionais, cujos delegados dirigem a Federação, supervisionam o trabalho federativo realizado por um pequeno staff profissional de seis pessoas localizadas em Cheltenham, em Gloucestershire, local onde tudo começou.
Quando os Campeonatos de Equipas Masculinas (Thomas Cup) se realizaram, pela primeira vez, em finais dos anos 40, a Malásia provou ser a nação mais apta e continuou a manter o trofeu por mais duas edições. Depois foi a vez da Indonésia mudar o quadro da situação, o que fizeram virtualmente durante 20 anos, somente na época de 1966/67 a Malásia voltou a vencer. Nos anos 80 a República popular da China veio à cena e rapidamente arrecadou o cobiçado trofeu, para ser entregue apenas em 1984 por pequena margem à Indonésia. Durante todo este tempo a poderosa equipa dinamarquesa tem vindo a chegar-se perto do sucesso, tanto que se pensa que a sua vez de o conquistar está próxima.

Quanto aos Campeonatos de Equipas femininas (Uber Cup) começaram pelos Estados Unidos vencerem os primeiros três campeonatos, após o que o Japão, a partir de meio dos anos 60 até 1980/81 – excepção feita de 1974/75 em que ganhou a Indonésia - , se sagrou sempre vencedor. Depois, em 1984, a grande habilidade e perseverança das jogadoras chinesas tem prevalecido.
Em Portugal existem registos da prática da modalidade desde 1895, na Figueira da Foz, ano em que foi oferecido um par de raquetes ao escritor Prof.Dr. João de Barros, segundo relato de Henrique Pinto. Em 1924, na Ilha da Madeira, através de cidadãos ingleses residentes nesse local, em 24 de Julho, organizou-se um encontro, na Quinta Gertrudes (Vale Formoso – Funchal), entre as equipas “Azul” e “Branco” disputando uma taça de prata. A equipa vencedora foi a “Branco”, em que fizeram parte os seguintes elementos: Eng. Luís Peter Clode, Srª Portugal da Silveira, Maria Helena Ferreira de Andrade, Maria Ernestina Jardim, José de Santa Clara Gomes, entre outros.
Em Lisboa, 1926, no Triângulo Vermelho Português, existiam campos de Badminton marcados e alguns sócios realizavam jogos de badminton, entre eles o Eng. Osterlande e suas filhas.
Mas foi com Sr. Henrique Pinto, por volta de 1953, este gerente da Livraria Portugal, que aos fins-de-semana jogava com os seus empregados e amigos na sua casa em Agualva, Cacém, que a divulgação da modalidade foi feita em vários pontos do país. A 19 de Fevereiro de 1954, Henrique Pinto remeteu a todos os clubes uma circular de forma a realizar-se uma reunião (realizada a 10 Março de 1954) para estabelecer as bases para uma futura direcção da Federação Portuguesa de Badminton. A 1 de Julho de 1954 foi criada a Federação Portuguesa de Badminton cujo primeiro presidente foi o próprio Henrique Pinto. O primeiro torneio foi organizado pelo Lisboa Ginásio Clube.
É gratificante que tanto empenho tenha sido premiado pelo reconhecimento olímpico, tendo o Badminton sido modalidade de exibição/demonstração nos jogos olímpicos de 1972 em Munique, depois de um interregno de 16 anos voltou aos jogos novamente na condição de exibição/demonstração nos jogos olímpicos de 1988 em Seul e como modalidade oficial a partir dos jogos olímpicos de 1992 em Barcelona. Nos jogos de Atlanta 1996, onde pela primeira vez foi incluída a variante de pares mistos, estes jogos tiveram também a particularidade de consagrar o jogador dinamarquês Poul-Erik Hoyer-Larsen como primeiro atleta europeu a vencer uma medalha de ouro na variante de singulares homens.
Por três ocasiões, Portugal conseguiu o apuramento e esteve representado nos Jogos Olímpicos. Em Barcelona através de Fernando Silva e Ricardo Fernandes e em Sidney e Atenas através de Marco Vasconcelos.
Presentemente a Federação Portuguesa de Badminton, encontra-se sediada na cidade das Caldas da Rainha, existindo onze Associações Regionais as quais cobrem praticamente todo o território Nacional (www.fpbadminton.pt).
O Badminton pratica-se em 5 variantes, Singulares Homens, Singulares Senhoras, Pares Homens, Pares Senhoras e Pares Mistos. Cada partida é composta de 2 jogos (Sets) ou 3 jogos no caso de se verificar um empate no fim dos dois primeiros. Cada jogo (Set) é disputado até aos 15 pontos (Singulares Homens e Pares) e até aos 11 pontos (Singulares Senhoras). No decorrer dos jogos e caso se verifique uma igualdade a 14 pontos (Singulares Homens e Pares) e a 10 pontos (Singulares Senhoras) poderão ser pedidos 3 pontos extras e os jogos terminarem aos 17 e aos 13 respectivamente.


Fonte:História do Badminton

História do Ténis



Ténis

O nome "Ténis" é derivado do velho nome francês dado ao jogo, "tenetz". Um jogo muito parecido com o ténis actual era jogado no século XIII na França, inicialmente em Paris pelas altas classes sociais. Alguns acreditam o ténis ter sido ensinado aos franceses pelos italianos e os gregos que conheciam um jogo similar durante aquele período. Os franceses chamavam o jogo de "jeu de paume"(jogo da palma), porque os jogadores usavam as palmas das mãos para bater nas bolas. Depois, as raquetes permitiram que os jogadores tivessem um melhor alcance. Aproximadamente 100 anos depois, a aristocracia britânica começou a praticar o desporto. O jogo era jogado em ambientes fechados com uma pesada e incomoda raquete e com confusas regras. Esse jogo, que em alguns aspectos é similar ao badminton, é chamado pelos americanos por "court tennis" e pelos britânicos de "real tennis".

Isso foi até 1873 que o major Walter Clopton Wingfield que, fazendo uso de todo o seu conhecimento sobre o "real tennis" elaborou o chamado, pelos americanos, "lawn tennis". Em Dezembro deste mesmo ano, Walter anunciou as regras de seu novo jogo com raquetes. O jogo era jogado em ambientes abertos em quadras de grama e com a rede muito mais alta que é hoje. Wingfield patenteou o esporte em fevereiro do ano seguinte. "Lawn Tennis" cresceu rapidamente em popularidade na Grã-Bretanha e dispersado totalmente nos Estados Unidos da América(república).
Mar Ewing Outerbridge, uma mulher bem rica habitante de uma ilha nos EUA, estava de férias em Bermuda (nação) no começo de 1874 e observou alguns homens britânicos jogando o jogo recentemente inventado por Walter Wingfield. Ela retornou a sua terra na primavera do mesmo ano e trouxe o equipamento de tênis com ela. O jogo foi brevemente difundo nas outras partes do país. Quadras foram construídas em Nahant, Massachussets, Newport e Philadelphia.
O ténis continuou a prosperar no país e o Primeiro Campeonato de Tênis dos Estados Unidos foi realizado em 1881 no Newprt Casino em Newport. O campeonato foi para ser cediado em Forest Hills, N.Y., e por lá foi realizado de 1915 até 1920. De 1921 até 1923 o campeonato foi realizado no Cricket Club in Philadelphia. O torneio voltou para Forest Hills em 1924 e foi lá realizado até 1977. Em 1978, o evento mudou-se para o "Centro Nacional de Tênis da Associação de Tênis dos Estados Unidos em FlushingMeadow, N.Y.
Wimbledon, o maior campeonato internacional, foi jogado pela primeira vez em 1877; o campeonato francês, em 1891 e o Australiano, em 1905. Esses 3 mais o campeonato dos Estados Unidos, começaram a serem chamados de "Big Four". Eles constituem os então chamados "Grand Slams"do ténis. Times nacionais vem competindo para a então famosa "Davis Cup", símbolo da supremacia do ténis internacional, desde 1900.

Ténis (em Portugal) é um desporto de origem britânica, disputado em cortes geralmente abertas e de superfícies sintéticas (Australia Open), HardCourt (US Open), terra batida (Roland Garros), ou relva (Wimbledon). Participam no jogo dois oponentes ou duas duplas de oponentes, podendo ser mistas (homens e mulheres) ou não. O corte é dividido em duas meios-cortes por uma rede, e o objectivo do jogo é rebater uma bola (geralmente amarela) além da rede (para o meio-corte do adversário) com ajuda de uma raquete.

Bola de Ténis


Corte de cimento (Hard Court)


Para marcar um ponto é preciso que a bola toque o solo de qualquer parte do corte do adversário duas vezes, fazendo com que o adversário não consiga devolvê-la antes do segundo toque, ou que a devolva para fora dos limites do outro meio corte. O desporto assim possui aspectos de ataque (rebater bem a bola, dificultando a devolução do adversário) e defesa (bom posicionamento no corte, antecipação do lance adversário etc).

O ténis possui um intrincado sistema de pontuação, que subdivide o jogo em games e sets. Onde, um game é um conjunto de pontos e um set é um conjunto de games. Cada game tem um jogador responsável por recolocar a bola em jogo: fazer o serviço. No ténis de competição, é comum que aquele jogador que serve o game, já que tem a vantagem do ataque e dita o ritmo do jogo. Desta forma, uma das estratégias de jogo é tentar inverter esta vantagem durante a troca de bola ou durante a defesa fazer com que o adversário, através de erros, perca os games em que está servindo. Ganha o jogo aquele que atingir um número de sets pré-definido - geralmente 2 sets, sendo 3 sets para os grandes torneios masculinos.

Há uma adaptação do ténis jogada sobre mesas, em recintos fechados: o chamado ténis de mesa ou ping-pong.

Ping-Pong




Fontes:Times Square, ULusofona