
Fonte:Record

O Estrela da Amadora é o novo campeão nacional de Sub-21. A equipa da Reboleira derrotou, na final, o Ala Nun’Álvares por 3-1, na prova que teve lugar neste fim-de-semana em Mafra.
Edi Maia bateu pela quarta vez este ano o recorde nacional de Sub-23, ao passar 4,17 com a vara, no Meeting de Pombal, mais um centímetro que há uma semana.FONTE: RECORD

Ténis
O ténis possui um intrincado sistema de pontuação, que subdivide o jogo em games e sets. Onde, um game é um conjunto de pontos e um set é um conjunto de games. Cada game tem um jogador responsável por recolocar a bola em jogo: fazer o serviço. No ténis de competição, é comum que aquele jogador que serve o game, já que tem a vantagem do ataque e dita o ritmo do jogo. Desta forma, uma das estratégias de jogo é tentar inverter esta vantagem durante a troca de bola ou durante a defesa fazer com que o adversário, através de erros, perca os games em que está servindo. Ganha o jogo aquele que atingir um número de sets pré-definido - geralmente 2 sets, sendo 3 sets para os grandes torneios masculinos.
Há uma adaptação do ténis jogada sobre mesas, em recintos fechados: o chamado ténis de mesa ou ping-pong.

Ping-Pong
A palavra Ginástica vem do grego Gymnastiké e significa a "Arte ou acto de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade. A ginástica faz parte da história humana desde os primórdios, quando o homem começou a organizar-se em civilizações e começou pela primeira vez a estruturar a actividade física ao invés de simplesmente praticá-la naturalmente para a sobrevivência. É fácil de constatar que estava estritamente ligada ao treino militar, mas também com carácter religioso. Desde tempos remotos que se iniciaram as competições em todo mundo civilizado, dentro delas as olimpíadas gregas realizadas durante quase 12 séculos (776 a.C.-393 d.C.). Mas a ginástica moderna surgiu no século XVIII com Johann-Cristoph Guts Muths (1759-1839), autor alemão de Gymnastik fur Jugend, publicado em 1793 e Francisco Amóros Y Ondeano (1769-1849), espanhol naturalizado francês que fundou uma escola de ginástica em Grenelle.

Embora Ginástica Acrobática seja o nome oficial do desporto, ela é frequentemente chamada de Acrobática. E embora a Acrobática fosse grandemente desenvolvida no século VII devido a criação do circo, esta como desporto é relativamente jovem. As primeiras competições mundiais datam de 1973.
A Ginástica Rítmica Desportiva envolve movimentos de corpo e dança de variados tipos e dificuldades combinadas com a manipulação de equipamentos pequenos. As ginastas têm que demonstrar a coordenação e controle de bailarinas bem treinadas, e elas têm que combinar harmonia do movimento com a música. As competições são individuais ou em grupos de 5 ginastas. Na arbitragem, existem dois painéis diferentes, um que atribui a nota técnica e outro que atribui a nota artística. Os aparelhos diferenciam-se muito nas suas composições. O atleta tem que coordenar movimentos de corpo muito difíceis com os elementos do aparelho que estiver usando: 

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| Sinais da Arbitragem |


| P1 | |
| P2 | |
| P3 | |
| Se for menor que 0 | EXCELENTE |
| Se estiver entre 0 e 5 | MUITO BOA |
| Se estiver entre 5 e 10 | BOA |
| Se estiver entre 10 e 15 | MÉDIA |
| Se P2 for maior que 2 vezes P1 | TENS FALTA DE TREINO |
| Se P3 for maior que P1 mais 10 | TENS FRACA RECUPERAÇÃO |
| Se P3 for menor que P1 | EXCELENTE DESACELERAÇÃO CARDÍACA |

O português Frederico Gil foi afastado da final do torneio "challenger" de East London, África do Sul, em ténis ao perder com o austríaco Stefan Koubek, por 6-4 e 6-3.
O suíço Victor Rothlin venceu hoje a maratona de Tóquio com o tempo de 2 horas, sete minutos e 23 segundos, ganhando a possibilidade de estar nos Jogos Olímpicos de Pequim, em Agosto próximo.
O campeão nacional de voleibol masculino, o Sporting de Espinho, iniciou da melhor maneira os “play-offs” da edição desde ano da A1, ao derrotar em casa o Vilacondense, por 3-1, e o Benfica obteve um triunfo por 3-0 na Luz diante da Académica de Espinho.

Cada disciplina tem as suas próprias normas. Algumas dessas disciplinas, porém, são muito semelhantes como é o caso dos 100, 200 e 400 metros com ou sem barreiras, chamadas de provas de velocidade. Neste caso, a regra básica é a proibição de invadir o corredor adversário ou mesmo provocar uma falsa partida, com exceção das provas de 800 e 1.500 metros, denominadas de meio-fundo. No caso da marcha atlética, um atleta tem sempre que estar com um pé no chão (pé de apoio), sendo que este pé de apoio não pode flexionar o joelho.
A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896, no percurso original, e seu vencedor foi Spiridon Louis com o tempo de 02:58:50h, fazendo a média de 4min28sec por quilómetro.
Em 1908 nos Jogos Olímpicos de Londres, o percurso da maratona sofreu uma alteração. Para que a família real britânica pudesse assistir ao início da prova do jardim do Castelo Windsor, o comité organizador aferiu a distância total em 42.195 metros, que continua até hoje.
A maratona se firma cada vez mais como um acontecimento desportivo das grandes cidades. Além de ser a prova clássica dos Jogos Olímpicos, ela fixou o seu templo sagrado na cidade de Nova York, onde a partir de 1970, ela pára o trânsito e leva milhares de pessoas às ruas, que vibram pelos "desafiantes".
Actualmente, o recorde mundial pertence ao marroquino naturalizado americano, Khalid Khannouchi de 30 anos, que no dia 14 de Abril de 2002, em Londres, estabeleceu o tempo de 02:05:38 h, média de 2min57sec por quilómetro (01:02:42 h nos 21 km iniciais).
O primeiro resultado oficial de uma mulher a correr uma maratona pertence a inglesa Violet Piercy, com o tempo de 03:40:22 h, no ano de 1926.
Em 30 de Setembro de 2001, na Maratona de Berlim, a japonesa Naoko Takahashi venceu a prova com novo recorde mundial, em 02:19:46h (feliz por ser a primeira mulher na história a quebrar a barreira das 02:20 h), mas que durou apenas uma semana.
A incrível façanha foi superada pela queniana Catherine Ndereba, de 29 anos, que no dia 7 de Outubro na Maratona de Chicago, cravou o cronómetro em 02:18:47h (com parciais de 01:10:15h nos primeiros 21 quilómetros e 01:08:32h nos 21 quilómetros finais).
Até ao momento, o melhor resultado pertence à inglesa Paula Radcliffe de 29 anos, atleta do ano nomeada pela IAAF - Federação Internacional de Atletismo em 2002, com 2 horas 17 minutos e 18 segundos, resultado estabelecido em Chicago no dia 13 de Outubro do ano passado.
Fonte:Atletas.nt
O futebol teve diversas variações futebol association ou soccer, rugby, futebol americano, handeboll e futebol de salão de origens remotas e indefinidas. A reconstituição da história do futebol começa séculos a.C. e é baseada em dados e referências contidos em livros e gravuras, a maior parte dos quais sem comprovação possível.
Na China, em 206, a.C., surgiu um manual que regulamentava um jogo estranho, parecido com o futebol, já praticado 2.500 anos antes, no Império Huang-Ti. A meta ficava no centro e os jogadores evitavam que a bola tocasse no chão, sem usar as mãos. No túmulo de Beni Hassam, na Antigo Egipto, desenhos nas pedras lembravam o futebol. O jogo continuou de dinastia em dinastia.
Na Grécia, em 20 a.C., uma competição chamada Speskiros ou Harpastum animava gregos e troianos. O campo era delimitado por duas linhas de fundo e a bola era colocada no centro, onde havia outra linha. Duas equipes postavam-se nas linhas de fundo, o juiz dava as ordens e as equipes disparavam em direcção à bola. Valia tudo para apanhá-la e alcançar a cidadela (linha de fundo) adversária.
A Inglaterra é o berço do futebol moderno. Há quem afirme que os Romanos foram os responsáveis ao introduzirem o Harpastum no país, mas o facto não obteve ainda confirmação histórica. É indiscutível, no entanto, que já no séc. XII a juventude britânica praticava um jogo parecido. Cidades vizinhas competiam e a disputa era uma batalha campal. O futebol , que já se chamava assim, fazia muitas vítimas. Não havia nenhum limite. Nem de jogadores, nem de tempo. Um povoação inteira chutava a bola contra outro povoação, empurrando-a com pontapés e murros até a meta. As partidas prolongavam-se ao longo de vários dias, à custa de várias vidas. Os reis proibiam estes lances sangrentos: em 1349, Eduardo III incluiu o futebol entre os jogos "estúpidos e de nenhuma utilidade" e há éditos contra o futebol assinados por Henrique IV em 1410 e Henrique VI em 1547. Apesar de toda essa repressão, o jogo evoluiu.
Em Florença, o futebol chama-se cálcio. Leonardo da Vinci era adepto famoso e Maquiavel, jogador praticante. Longe de Florença, nos jardins do Vaticano, os Papas Clemente VII, Leão IX e Urbano VIII costumavam "arregaçar" as batinas para jogar o cálcio. A Igreja Católica não colocou nenhuma objecção a respeito da nova prática desportiva. Muito pelo contrário, pois era comum ver uma multidão de estudantes correndo atrás da bola e também alguns padres distribuindo golpes possantes e exigindo igualmente chutes poderosos, mesmo que ocasionalmente estes pudessem alcançar as suas canelas.
No ano de 1340 d.C., na praça de Santa Cruz em Florença, aconteceu o primeiro jogo no qual a bola era disputada com os pés e com as mãos, entre equipes de 27 jogadores. A bola era uma capa de couro que protegia uma bexiga cheia de ar. A regra era que cada equipe ultrapassasse a bola na meta adversária, formada por dois postes de madeiras colocados nas extremidades do campo.
No México e na América Central, a bola de borracha era o sol de uma cerimónia sagrada desde aproximadamente 1.500 AC. Segundo os índios da selva amazónica da Bolívia, a tradição deste jogo tem origens remotas. No séc. XVIII, um sacerdote espanhol das missões jesuítas do Alto Paraná, descreveu um costume dos guaranis: "Não lançam a bola com a mão, como nós, mas com a parte superior dos pés descalços". Entre os índios do México e da América Central, a bola era golpeada geralmente com o quadril ou com o antebraço, embora as pinturas de Teotihua cán e de Chichén-Hzá revelem que em certos jogos se chutava a bola com o pé e com o joelho. Quando o jogo terminava e o sol chegava ao amanhecer depois de atravessar a região da morte, muito sangue já havia rolado. Segundo alguns estudiosos, os Astecas sacrificavam os vencedores, pintavam os corpos com faixas vermelhas e cortavam-lhes a cabeça, dando o seu sangue em oferenda para que a terra fosse fértil e o céu, generoso.
A Itália, França, Inglaterra e Escócia continuavam animando o calcio, soule, football, que se solidificava principalmente na Escócia e na Inglaterra. Roupas rasgadas, pernas quebradas, dentes arrancados eram uma constante nos campos. Muitos achavam que se tratava de um desporto bárbaro por estimular a violência e o ódio.
Localizamos, também, práticas relacionadas ao futebol que datam, aproximadamente, do século XI, durante as guerras medievais. Os homens que lutavam contra tribos adversárias tinham o hábito de, ao capturar um guerreiro de uma outra tribo, matá-lo e decapitá-lo. Logo após, pegavam a cabeça do indivíduo morto e realizavam um animado e festivo " chutes à cabeça ". Durante tal celebração, os habitantes da tribo vitoriosa encontravam-se para, juntos, contarem os feitos heróicos realizados nalguma determinada batalha e relaxarem um pouco correndo e chutando a cabeça do recém assassinado.
Esta prática primitiva e selvagem demonstra o grande potencial de tensão e agressividade que os indivíduos acumulavam durante as guerras e a maneira que encontravam para expressar sua raiva e ódio pelos adversários.
Desde muito cedo, portanto, observamos que o acto de chutar sempre esteve relacionado com uma libertação da agressividade. Sobretudo no início de sua prática, quando não existiam regras ou leis. Tudo era permitido, desde que houvesse muito barulho e algazarra.
Somente no início do século XX é que o futebol surge na Inglaterra em clubes extremamente ricos e aristocráticos. A nata da sociedade passava os dias a divertir-se com este novo desporto que se iniciava sem muitas regras e que se tornou exclusivo das elites dominantes .Uma analogia ao ténis pode ser feita no sentido de compreendermos melhor à que camada social o futebol era destinado. Os encontros sociais e a tentativa de inventar uma outra modalidade desportiva que pudesse concorrer com o " cricket " eram privilegiados. Parece que esta tentativa obteve um grande sucesso se compararmos, na Inglaterra de hoje, o número de adeptos do futebol e do " cricket ". .
Os primórdios do futebol português
O andebol era já um jogo bastante difundido na Alemanha no século XIX. Em 1920, Schellenz, professor da Escola Normal Superior de Educação Física de Berlim, lançou as bases do andebol de 11, praticado num campo de futebol e inspirado nas suas regras, mas jogado com as mãos. Nos países escandinavos e por razões climáticas, este desporto era praticado em recinto coberto e com 7 jogadores.
Após a Segunda Guerra Mundial, a modalidade de 11 jogadores entrou em declínio, enquanto a de 7 se impunha como um desporto europeu, sobretudo nos meios escolares. O andebol masculino passou a fazer parte das modalidades olímpicas em 1972 e o feminino em 1976. É hoje um dos desportos colectivos mais populares a nível mundial, e crê-se que o segundo desporto mais praticado em Portugal, a seguir ao futebol.


Muito semelhante ao futebol o andebol é jogado com as mãos. os jogadores devem conduzir a bola (que tem de diâmetro entre 58 a 60 centímetros nos homens, e de 54 a 56 para as mulheres) pelo campo com o objectivo de fazer golo na baliza adversária.
O andebol é disputado tanto em recintos fechados (indoor) - modalidade mais conhecida -, em campos ao ar livre (outdoor) e também pode ser disputado nas praias (andebol de praia). como modalidade olímpica, o andebol é praticado num recinto fechado tendo cada equipa 7 jogadores ( um guarda-redes e 6 jogadores de campo)
O jogador só pode dar três passos com a bola, devendo batê-la no chão (driblar) se precisar dar mais passos. Também só é possível manter a bola nas mãos por 3 segundos. Nenhum jogador, excepto os guarda-redes, pode tocar a bola com os pés. O campo de andebol indoor tem 40 metros de comprimento por 20 de largura; próximo do guarda redes existe uma área de 6 metros de diâmetro que não pode ser pisada ou transposta pelos jogadores de campo. Geralmente os jogadores rematam a bola contra o guarda-redes no limite dessa área.
Não é permitido passar a bola ao guarda-redes, a menos que ele esteja fora da área. As faltas mais graves são punidas com livres de 7 metros , remate directo de uma linha a sete metros da baliza. As outras faltas são marcadas numa linha de nove metros, com barreira. Os jogadores podem ser advertidos por meio de cartões, expulsos ou suspensos temporariamente (2 minutos), sem direito a substituição. A arbitragem é constituída por dois árbitros de campo auxiliados por um oficial de mesa.
As partidas do andebol indoor são disputadas em dois tempos de 30 minutos (sem parada do relógio), com intervalo de 10 minutos.
Relativamente ao jogadores de campo podemos diferenciar quatro posições distintas: o central ( organizador do jogo), os pontas ( jogadores que jogam no limiar das linhas laterais do campo), o pivot ( jogador que se posiciona dentro da defesa adversária) e os laterais ( jogadores que se dispõem no interior do terreno de jogo próximo do jogador central)
Um pouco de história do Andebol em Portugal
O Andebol iniciou-se em Portugal em Novembro de 1929, com a publicação das regras no extinto jornal Sports.
Fundada em 1 de Maio de 1939, por iniciativa das associações de Lisboa, Porto e Coimbra, a Federação Portuguesa de Andebol, actualmente Federação de Andebol de Portugal, foi o corolário lógico do desenvolvimento de uma modalidade que, segundo os dados existentes, tem o seu arranque em Portugal ligado a Armando Tschopp, responsável pela publicação das suas regras no extinto jornal Sports, em Novembro de 1929.
Divulgadas as regras e desenvolvidos os passos iniciais, as associações de Lisboa e Porto organizam as primeiras competições oficiais no ano de 1932, ainda na variante de onze, já que o andebol de sete só apareceria bastante mais tarde (1949). Para a história ficam, ainda, a realização do I Porto-Lisboa (Junho de 1934) e a entrada da FPA como estado fundador de Federação Internacional de Andebol (IHF), em 1946.
Hoje, a realidade é bem diferente. Ninguém duvida de que o andebol está no top das modalidades e é uma referência a nível nacional e internacional. Os números dizem tudo: mais de 30 mil atletas e agentes desportivos; prática regular de norte a sul, no continente e nas regiões autónomas; a modalidade mais praticada pelas mulheres portuguesas. A presença regular do andebol português nas mais importantes actividades internacionais atrai mais público e provoca um crescendo de audiência, nomeadamente nas cada vez mais frequentes transmissões televisivas.
Actualmente o campeonato interno masculino está dividido em quatro divisões nacionais e restantes divisões regionais. A nível europeu Portugal ainda não se encontra na condição de disputar títulos internacionais com as grades potencias europeias ( Espanha. França, Alemanha, Rússia, por exemplo). contudo tem-se verificado uma constante evolução aos longos dos anos em parte devido à falta de orçamentos dos clubes que apontaram as suas energias para a aposta na formação.

O ataque e a defesa no Andebol
Defesa
Na evolução do jogo têm sido aperfeiçoadas as técnicas individuais e tácticas de grupo, onde devemos realçar que sistemas defensivos são definidos como a estruturação e automatização de comportamentos do jogador, dentro de uma determinada formação defensiva.
Sistema defensivo 6x0
O Sistema Defensivo 6x0 significa seis na linha de defesa, ou seja seis jogadores na segunda linha de defesa e nenhum na primeira ,é um sistema de defesa simples e por isso serve de base para os outros sistemas, pois esses seis jogadores posicionam-se na linha junto da área da baliza ou um pouco à frente desta (linha dos 6 metros) portanto formam apenas uma linha de defesa. Na formação do sistema 6x0 podemos determinar certas regras para que se tenha um bom resultado com este tipo de sistema. Neste sistema de defesa os jogadores altos deverão se posicionar no meio da defesa (os mais altos nas posições de central esquerdo e central direito), os de estatura média nas posições de lateral esquerdo e lateral direito e os de estatura baixa no extremo direito e extremo esquerdo, tendo é claro a base da equipa para se determinar a estatura dos jogadores da mesma. Os seis defensores movem-se para o lado, como um todo, na direcção da bola, para manterem um centro de gravidade da defesa à frente dela, onde os defensores centrais saem à meia distância aos adversários quando estes têm posse de bola , para que seja impedido de progredir o remate à baliza tendo a cobertura dos companheiros tanto à esquerda quanto à direita dos que avançarem.
Vantagens
Ela é muito ampla, as zonas de defesa junto à área da baliza (linha dos seis metros) de modo que o pivot e extremo do adversário tenham muito trabalho para obterem bom resultado;
As tarefas dos defensores por si são claras, compreensíveis e modificam-se pouco no decorrer do jogo;
Os defensores extremos podem partir descansados para o contra-ataque, a área de baliza é suficientemente coberta pelos outros;
Quando utilizado por um equipa de estatura alta.
Desvantagens:
Frágil às finalizações de meia distância, pois não tem profundidade;
Perturba muito pouco a liberdade de movimento do adversário;
Ineficaz para recuperar a bola do adversário;
Quando utilizado por uma equipa de estatura baixa
Sistema defensivo 5x1:
Sistema Defensivo 5x1 é composto por duas barreiras de jogadores, uma delas formada por cinco jogadores na linha de 6 metros (1ª linha de defesa) e a outra (2ª linha) com um jogador na linha de 9 metros. A função específica do jogador avançado é bloquear a acção do jogador atacante (grande rematador), evitando o arremesso à baliza. Este jogador avançado, além dessa atribuição, deve destruir, evitar que os adversários trocando passes, esquematizem ou coordenem jogadas; deve perseguir sempre o adversário, na zona central, tentando destruir a formação do ataque. O jogador avançado tem como função marcar apenas a zona central da área (zona mais vulnerável).
Vantagens:
Impede os remates de longa distância;
Evita uma melhor coordenação do ataque adversário.
Desvantagens:
Enfraquece a primeira linha de defesa, proporcionando penetrações dos pontas e dos pivots.
Outros sistemas defensivos:
Sistema 4x2, 3x3, individual, que somente devem ser realizados por equipes experientes.
Ataque:
O sistema defensivo mais utilizado pelas equipas adversárias é o 6x0. Neste tipo de esquema o melhor posicionamento para o ataque é 5 jogadores formarem uma linha de passe em frente a linha de defesa. Os jogadores laterais e centrais ficam a passar a bola de um lado para o outro enquanto o pivot tenta abrir um espaço (com muito cuidado para não cometer falta de ataque) para que os rematadores ou o central penetre na defesa e remate cara-a-cara com o guarda-redes. O pivot deve manter também um posicionamento de modo que possa receber a bola, girar e rematar. Neste sistema deve-se também haver um grande entrosamento entre o ponta e o lateral, pois as melhores oportunidades de golos podem surgir de jogadas realizadas pelos dois atletas, tendo que se preocupar com os dois a defesa fica mais vulnerável no meio. O sistema 6x0 dificulta a penetração na defesa por isso remates de fora (sem penetrar na defesa) são comuns nesse tipo de jogada, aconselha-se então rematadores altos com o arremesso fortes. O central deve ser um jogador habilidoso e criativo.