sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Andebol




A história do andebol

O andebol era já um jogo bastante difundido na Alemanha no século XIX. Em 1920, Schellenz, professor da Escola Normal Superior de Educação Física de Berlim, lançou as bases do andebol de 11, praticado num campo de futebol e inspirado nas suas regras, mas jogado com as mãos. Nos países escandinavos e por razões climáticas, este desporto era praticado em recinto coberto e com 7 jogadores.

Após a Segunda Guerra Mundial, a modalidade de 11 jogadores entrou em declínio, enquanto a de 7 se impunha como um desporto europeu, sobretudo nos meios escolares. O andebol masculino passou a fazer parte das modalidades olímpicas em 1972 e o feminino em 1976. É hoje um dos desportos colectivos mais populares a nível mundial, e crê-se que o segundo desporto mais praticado em Portugal, a seguir ao futebol.


Algumas noções sobre o andebol

Muito semelhante ao futebol o andebol é jogado com as mãos. os jogadores devem conduzir a bola (que tem de diâmetro entre 58 a 60 centímetros nos homens, e de 54 a 56 para as mulheres) pelo campo com o objectivo de fazer golo na baliza adversária.

O andebol é disputado tanto em recintos fechados (indoor) - modalidade mais conhecida -, em campos ao ar livre (outdoor) e também pode ser disputado nas praias (andebol de praia). como modalidade olímpica, o andebol é praticado num recinto fechado tendo cada equipa 7 jogadores ( um guarda-redes e 6 jogadores de campo)

O jogador só pode dar três passos com a bola, devendo batê-la no chão (driblar) se precisar dar mais passos. Também só é possível manter a bola nas mãos por 3 segundos. Nenhum jogador, excepto os guarda-redes, pode tocar a bola com os pés. O campo de andebol indoor tem 40 metros de comprimento por 20 de largura; próximo do guarda redes existe uma área de 6 metros de diâmetro que não pode ser pisada ou transposta pelos jogadores de campo. Geralmente os jogadores rematam a bola contra o guarda-redes no limite dessa área.

Não é permitido passar a bola ao guarda-redes, a menos que ele esteja fora da área. As faltas mais graves são punidas com livres de 7 metros , remate directo de uma linha a sete metros da baliza. As outras faltas são marcadas numa linha de nove metros, com barreira. Os jogadores podem ser advertidos por meio de cartões, expulsos ou suspensos temporariamente (2 minutos), sem direito a substituição. A arbitragem é constituída por dois árbitros de campo auxiliados por um oficial de mesa.

As partidas do andebol indoor são disputadas em dois tempos de 30 minutos (sem parada do relógio), com intervalo de 10 minutos.

Relativamente ao jogadores de campo podemos diferenciar quatro posições distintas: o central ( organizador do jogo), os pontas ( jogadores que jogam no limiar das linhas laterais do campo), o pivot ( jogador que se posiciona dentro da defesa adversária) e os laterais ( jogadores que se dispõem no interior do terreno de jogo próximo do jogador central)

Dimensões de uma quadra de andebol indoor oficial.

Um pouco de história do Andebol em Portugal

O Andebol iniciou-se em Portugal em Novembro de 1929, com a publicação das regras no extinto jornal Sports.

Fundada em 1 de Maio de 1939, por iniciativa das associações de Lisboa, Porto e Coimbra, a Federação Portuguesa de Andebol, actualmente Federação de Andebol de Portugal, foi o corolário lógico do desenvolvimento de uma modalidade que, segundo os dados existentes, tem o seu arranque em Portugal ligado a Armando Tschopp, responsável pela publicação das suas regras no extinto jornal Sports, em Novembro de 1929.

Divulgadas as regras e desenvolvidos os passos iniciais, as associações de Lisboa e Porto organizam as primeiras competições oficiais no ano de 1932, ainda na variante de onze, já que o andebol de sete só apareceria bastante mais tarde (1949). Para a história ficam, ainda, a realização do I Porto-Lisboa (Junho de 1934) e a entrada da FPA como estado fundador de Federação Internacional de Andebol (IHF), em 1946.

Hoje, a realidade é bem diferente. Ninguém duvida de que o andebol está no top das modalidades e é uma referência a nível nacional e internacional. Os números dizem tudo: mais de 30 mil atletas e agentes desportivos; prática regular de norte a sul, no continente e nas regiões autónomas; a modalidade mais praticada pelas mulheres portuguesas. A presença regular do andebol português nas mais importantes actividades internacionais atrai mais público e provoca um crescendo de audiência, nomeadamente nas cada vez mais frequentes transmissões televisivas.

Actualmente o campeonato interno masculino está dividido em quatro divisões nacionais e restantes divisões regionais. A nível europeu Portugal ainda não se encontra na condição de disputar títulos internacionais com as grades potencias europeias ( Espanha. França, Alemanha, Rússia, por exemplo). contudo tem-se verificado uma constante evolução aos longos dos anos em parte devido à falta de orçamentos dos clubes que apontaram as suas energias para a aposta na formação.


O ataque e a defesa no Andebol

Defesa

Na evolução do jogo têm sido aperfeiçoadas as técnicas individuais e tácticas de grupo, onde devemos realçar que sistemas defensivos são definidos como a estruturação e automatização de comportamentos do jogador, dentro de uma determinada formação defensiva.

Sistema defensivo 6x0

O Sistema Defensivo 6x0 significa seis na linha de defesa, ou seja seis jogadores na segunda linha de defesa e nenhum na primeira ,é um sistema de defesa simples e por isso serve de base para os outros sistemas, pois esses seis jogadores posicionam-se na linha junto da área da baliza ou um pouco à frente desta (linha dos 6 metros) portanto formam apenas uma linha de defesa. Na formação do sistema 6x0 podemos determinar certas regras para que se tenha um bom resultado com este tipo de sistema. Neste sistema de defesa os jogadores altos deverão se posicionar no meio da defesa (os mais altos nas posições de central esquerdo e central direito), os de estatura média nas posições de lateral esquerdo e lateral direito e os de estatura baixa no extremo direito e extremo esquerdo, tendo é claro a base da equipa para se determinar a estatura dos jogadores da mesma. Os seis defensores movem-se para o lado, como um todo, na direcção da bola, para manterem um centro de gravidade da defesa à frente dela, onde os defensores centrais saem à meia distância aos adversários quando estes têm posse de bola , para que seja impedido de progredir o remate à baliza tendo a cobertura dos companheiros tanto à esquerda quanto à direita dos que avançarem.

Vantagens

Ela é muito ampla, as zonas de defesa junto à área da baliza (linha dos seis metros) de modo que o pivot e extremo do adversário tenham muito trabalho para obterem bom resultado;

As tarefas dos defensores por si são claras, compreensíveis e modificam-se pouco no decorrer do jogo;

Os defensores extremos podem partir descansados para o contra-ataque, a área de baliza é suficientemente coberta pelos outros;

Quando utilizado por um equipa de estatura alta.

Desvantagens:

Frágil às finalizações de meia distância, pois não tem profundidade;

Perturba muito pouco a liberdade de movimento do adversário;

Ineficaz para recuperar a bola do adversário;

Quando utilizado por uma equipa de estatura baixa


Sistema defensivo 5x1:

Sistema Defensivo 5x1 é composto por duas barreiras de jogadores, uma delas formada por cinco jogadores na linha de 6 metros (1ª linha de defesa) e a outra (2ª linha) com um jogador na linha de 9 metros. A função específica do jogador avançado é bloquear a acção do jogador atacante (grande rematador), evitando o arremesso à baliza. Este jogador avançado, além dessa atribuição, deve destruir, evitar que os adversários trocando passes, esquematizem ou coordenem jogadas; deve perseguir sempre o adversário, na zona central, tentando destruir a formação do ataque. O jogador avançado tem como função marcar apenas a zona central da área (zona mais vulnerável).

Vantagens:

Impede os remates de longa distância;

Evita uma melhor coordenação do ataque adversário.

Desvantagens:

Enfraquece a primeira linha de defesa, proporcionando penetrações dos pontas e dos pivots.

Outros sistemas defensivos:

Sistema 4x2, 3x3, individual, que somente devem ser realizados por equipes experientes.

Ataque:

O sistema defensivo mais utilizado pelas equipas adversárias é o 6x0. Neste tipo de esquema o melhor posicionamento para o ataque é 5 jogadores formarem uma linha de passe em frente a linha de defesa. Os jogadores laterais e centrais ficam a passar a bola de um lado para o outro enquanto o pivot tenta abrir um espaço (com muito cuidado para não cometer falta de ataque) para que os rematadores ou o central penetre na defesa e remate cara-a-cara com o guarda-redes. O pivot deve manter também um posicionamento de modo que possa receber a bola, girar e rematar. Neste sistema deve-se também haver um grande entrosamento entre o ponta e o lateral, pois as melhores oportunidades de golos podem surgir de jogadas realizadas pelos dois atletas, tendo que se preocupar com os dois a defesa fica mais vulnerável no meio. O sistema 6x0 dificulta a penetração na defesa por isso remates de fora (sem penetrar na defesa) são comuns nesse tipo de jogada, aconselha-se então rematadores altos com o arremesso fortes. O central deve ser um jogador habilidoso e criativo.

Regras De Voleibol


REGRAS OFICIAIS DE VOLEIBOL
2005 - 2008

APROVADAS PELA FPV





Se queres saber mais sobre as regras de Voleibol, clica na imagem e entra no site.

Basquetebol


A invenção do basquetebol não foi por acaso. Foi desenvolvido para dar resposta a uma necessidade. O Dr. James Naismith foi o inventor do basquetebol e o primeiro a introduzir o uso do capacete no futebol Americano.

Estávamos no ano de 1891, na cidade de Springfield (estado de Massachusetts, nos Estados Unidos). O inverno era rigoroso. Com os campos cobertos pela neve era impossível a prática do basebol e futebol americano. Foi então que Luther Gullick, director do YMCA training schooll, (Associação Cristã de Mocidade de Springfield), hoje Springfield College , em Massachusetts, EUA, pediu ao professor de educação física , de origem canadiana, James Naismith, que pensasse num tipo de jogo que pudesse ser praticado também em ambientes fechados, como salas de ginástica.

A primeira ideia foi combinar elementos dos vários jogos já existentes.

Começou por modificar o futebol americano, tornando-o menos violento.

Habituados a atirarem-se para os seus adversários com toda a sua força, acharam esta versão "soft" uma verdadeira «piada»...

James Naismith tentou, então, o futebol. Dentro do ginásio, os alunos usavam sapatilhas. Agora, imagine-se como foi o primeiro confronto... passado no posto médico, depois de muitas «biqueiradas» e algumas janelas partidas.

Um novo princípio...
James Naismith concluiu que tinha de inventar algo completamente inovador: «percebi que um indivíduo é fortemente influenciado pela tradição e que qualquer tentativa de modificar jogos já conhecidos seria sempre um fracasso. Tornou-se para mim evidente que era necessário um novo princípio».
A ideia era criar um jogo colectivo que pudesse ser praticado num recinto fechado e não fosse violento.

Os cestos de pêssegos….

O Dr. Naismith combinou elementos dos jogos ao ar livre com conceitos de jogos que ele havia praticado em jovem - Duck on a Rock. Para ganhar este jogo, os jogadores atiravam pedras para atingir um alvo colocado num buraco cavado numa rocha. Uma bola e um " golo " elevados - estes eram os simples ingredientes.

É nesta fase da história que surgem os cestos de colheita de pêssegos (o que é que um cesto para guardar pêssegos tem de diferente de um para maçãs? Não se sabe, mas a verdade é que é assim que reza a história em todas as versões consultadas).

Naismith pensou em introduzir uma bola em buracos suspensos no ar, de modo a dificultar a sua defesa. Pendurou dois dos referidos cestos de fruta em paredes opostas e pôs os seus alunos em confronto, nove de cada lado.

O objectivo era encestar a bola no lado contrário e não deixar os adversários marcar no seu cesto. Foi o primeiro jogo de basquetebol e o fim das monótonas aulas de Inverno. Não podiam «biqueirar» a bola ou «agredir» os adversários, mas a verdade é que o novo jogo entusiasmou os estudantes.

Entretanto, como os cestos tinham fundo, precisavam de ir, com a ajuda de uma escada, buscar a bola. O ritmo do jogo era, por isso, constantemente cortado. Imaginaram então um mecanismo controlado por um longo fio, que, ao ser puxado, vertia o cesto e a bola caía no chão. Só numa fase posterior é que o fundo foi retirado, permitindo uma maior dinâmica da partida.

Cesto e Bola...Porque não Basketball?
«Chegaram as férias do Natal e alguns dos alunos foram a casa e ensinaram o novo jogo no local onde moravam. Não existiam ainda regras escritas no papel e, por isso, cada estudante jogava como se lembrava». Só em 1892, foram impressas as suas regras e se deu um nome à modalidade. Um dos alunos de James Naismith sugeriu «porque não basquetebol?». A que o docente respondeu «de facto, temos um cesto e uma bola. Parece-me um excelente nome».

As origens?

Embora o jogo inventado por Naismith fosse inteiramente novo, sem qualquer afinidade com outro já existente , tudo leva a crer que ele se tenha inspirado em outros desportos mais antigos.

Nas antigas civilizações da América Central e do Sul, jogava-se um espécie de basquetebol. Na península do lucatão foram descobertas ruínas de recintos cercados de muros de pedra, marcados por árvores, os quais datam do século VII a.c. . O jogo que ali se praticava, conhecido por pok - tapok fazia parte de um festival religioso. Era jogado com uma bola cheia de plantas sagradas, que tinha de ser lançada para uma «baliza», usando apenas os joelhos, as coxas e as ancas. As «balizas» estavam colocadas a um nível acima dos jogadores, e consistia numa laje de pedra com um buraco no centro. Era aqui que a bola tinha de ser introduzidas, como no cesto de basquetebol.

No México, por alturas de século XVI, praticava-se um jogo semelhante, o " Ollamalitzli ". Jogava-se com um bola de borracha maciça que tinha de ser enfiada num aro de pedra.

A Encyclopedia of Athletics ( 1818 ) refere um jogo praticado na Florida, no qual os participantes tinham por objectivo enfiar uma bola num cesto fixo na extremidade de um poste.

Não obstante estes antecedentes, é inegável que o basquetebol tal como é jogado hoje em dia, se ficou a dever á invenção do Dr. Naismith.

Naismith teve por objectivo a criação de um jogo que evitasse o contacto físico, pelo que correr com a bola não era permitido pelas regras inicialmente estabelecidas. Naismith atribuiu também importância á habilidade ( técnica individual ) mais do que á força física. No entanto e caso desde o primeiro momento foi inevitável que o basquetebol evoluiria aquilo que é hoje: um desporto propício a jogadores altos.

O 1º. jogo

A turma de Nasmith jogou o primeiro jogo de basket ball (duas palavras) com uma bola de futebol e dois cestos de pêssegos pregados a um balcão/varanda 3,05 metros acima do chão. A turma foi dividida em duas equipas de nove jogadores. O ginásio tinha as medidas de somente: 16 por 11metros (actualmente são: 28 x 15). O resultado final foi de 1-0. William Chase marcou o ponto solitário a 8 metros —um tiro de meio do recinto naquele ginásio pequeno.

Naismith teve somente 13 regras, que ele cuidadosamente escreveu em duas páginas. O jogo tem que parar depois que cada cesto o árbitro possa subir uma escada e retirar a bola do cesto. Felizmente, esses jogos tinham resultados reduzidos.


As primeiras regras…

O Professor James Naismith elaborou as primeiras 13 regras em Dezembro de 1891 . Estas regras originais foram publicadas em Janeiro de 1892 no jornal escolar do Springfield College, "The Triangle" e eram as seguintes:

1 - A Bola pode ser "atirada" em qualquer direcção com uma ou duas mãos.
2 - A bola pode ser "batida" em qualquer direcção com uma das mãos (nunca com os punhos).
3 - Um jogador não pode correr com a bola. O atleta deverá passar a bola do local onde a recebeu, excepção feita ao jogador que receba a bola quando estiver correndo a uma boa velocidade.
4 - A bola tem de ser segura nas mãos ou entre as mãos; os braços e o corpo não poderão ser usados para esse efeito.
5 - Não são permitidas:"cargas de ombro", agarrar, empurrar, rasteiras e bater em nenhuma circunstância. A primeira infracção destas regras por qualquer jogador será punido com uma falta, ao segundo será desqualificado até ao próximo cesto convertido ou, se tiver havido evidente intenção em lesionar o adversário, será desqualificado até ao final do encontro, sem direito a substituição.
6 - Uma falta é marcada por bater a bola com o punho, por violar as regras 3, 4 e 5.
7 - Se alguma das equipas cometer três faltas consecutivas, deverá contar como um cesto para a formação adversária.
8 - Um cesto é considerado quando a bola é "atirada" para dentro do cesto e fique lá, não sendo permitido que nenhum adversário toque no cesto. Se a bola se encontrar na margem do cesto e o adversário mover o cesto, deverá contar como cesto.
9 - Quando a bola sai do campo, deverá ser reposta pelo primeiro jogador a tocar nela. Em caso de disputa, o fiscal deverá lançar a bola para o meio do campo. A reposição deverá ser feita em 5 segundos, senão será entregue ao adversário. Se algum dos lados persistir em atrasar o jogo, o fiscal deverá marcar uma falta a essa equipa.
10 - O fiscal deverá ser o juiz dos jogadores e deverá tomar notas das faltas e avisar o árbitro quando forem feitas 3 faltas consecutivas. Ele deverá ter poder para desqualificar qualquer jogador que infrinja a regra 5.
11 - O árbitro deverá ser o juiz da bola e deve decidir quando esta está em jogo, quando está fora de campo, a que equipa pertence e ficará encarregue de fazer a contagem dos pontos e outras tarefas geralmente efectuadas por um árbitro.
12 - O jogo deverá ser dividido em duas partes de 15 minutos, com uma intervalo de 5 minutos entre elas.
13 - A equipa que mais pontos marcar durante a partida é declarada vencedora. Em caso de empate, o jogo deverá, por acordo dos capitães de cada formação, continuar até ser convertido outro cesto.

Estas regras foram unificadas em 1932, depois da fundação da Federação Internacional de Basquete Amador (FIBA).


Conhecer o jogo ...

O jogo de basquetebol dura 40 minutos, divididos em quatro períodos de 10 minutos, cronometrados durante toda a partida. A cada interrupção, o cronómetro é parado e volta a contar o tempo assim que o jogo recomeça.

Ao final do primeiro período, há um intervalo de 2 minutos. Depois, entre o segundo e o terceiro período, o intervalo é de 15 minutos. Entre o terceiro e o quarto período o intervalo é de 2 minutos.

As regras que limitam a duração das jogadas tornam os movimentos dos atletas muito rápidos: cada equipa tem 24 segundos para concluir o ataque, dos quais no máximo 8 segundos para passar do campo de defesa para o de ataque.

O recinto de jogo de basquetebol tem 26 m de comprimento por 14 m de largura. Medidas máximas, e para competições da Fiba, são: 28 X 15 metros.

Os cestos são fixados em estruturas a 3,05 m do chão nas extremidades do recinto.

Quando a bola cai no cesto do campo adversário, a equipa ganha 2 pontos. Se o lançamento for feito antes da linha situada a 6,25 m do cesto, ganha 3.

O jogador deve movimentar-se batendo a bola no chão. Se um jogador estiver a driblar, parar, e segurar a bola, ele não poderá voltar a bater bola, tendo como opções passar a bola para um companheiro ou lançar a bola ao cesto.

A única situação na qual um jogador pode dar dois passos com a bola na mão é na execução da bandeja.
Não é permitido ao jogador pular com a bola na mão e retornar ao solo com a mesma.
Dar três passos sem batê-la ou segurá-la por mais de 5 segundos é considerado falta, assim como tocar a bola com a perna ou impedir o movimento do adversário. 5 segundos é também o tempo que dispõe para efectuar uma reposição de bola ou um lance - livre. O tempo máximo para permanecer na área restritiva é de 3 segundos.

Após passar para o campo de ataque, a equipa atacante não pode mais levar a bola ao seu meio campo de defesa.

No basquetebol há limite de faltas por equipa e por jogador. A partir da quinta falta por período e por uma equipa, o adversário tem direito a dois arremessos livres a cada nova infracção. Se acertar, cada cesto vale 1 ponto.


Faltas

Quando um jogador faz cinco faltas, é desclassificado, mas pode ser substituído.
Existem 5 tipos de faltas:

PESSOAL: contacto ilegal fora do ato de arremesso ou no ato de arremesso.

TÉCNICA: atitude anti desportiva de um atleta em campo ou membro do banco.

ANTI DESPORTIVA: falta pessoal grave cometida por um jogador em campo.

DESQUALIFICANTE : falta agressiva física ou moralmente.

DUPLA: quando dois adversários cometem a falta ao mesmo tempo.


Quer conhecer o que significam os sinais dos árbitros; clique aqui


Jogadores e posições

Cada equipa é composta por 5 jogadores em campo e até 7 em banco.

De acordo com as características de cada jogador, ele pode jogar em posições básicas de ataque:

Base ou Armador - Como característica física, esse atacante normalmente é o mais baixo e mais rápido da equipa. Tecnicamente, deve passar e driblar bem, sendo habilidoso. O tipo de arremesso mais utilizado pelo base/armador é o de longa distância, em função da zona em que actua no jogo (bem longe da cesto). O base deve ter uma boa visão de jogo, sabendo decidir com vantagem o momento exacto de passar a um companheiro ou efectuar lançamento.

Poste ou Pivot - Por jogar numa zona mais próxima do cesto, onde normalmente a defesa concentra grande força e atenção, o poste deve ser alto e forte. Em termos técnicos, é uma posição que exige um bom trabalho de pernas (para fintas e giros), a utilização de arremessos de curta distância (salto e gancho) e boa noção de posicionamento para o ressalto ofensivo.

Extremo ou Ala - Em relação às qualidades físicas, é um jogador de estatura média e que não deve ser muito lento. A principal característica técnica para esta posição é um bom arremesso de meia distância. O lateral deve ter boa noção de ressalto, pois normalmente tem a oportunidade de participar do mesmo, devido á zona em que joga.


Momentos importantes na história do basquetebol:


1891 - A primeira bola de basquete foi feita pela A. C. Spalding & Brothers, de Chicopee Falls (Massachussets) ainda em 1891, e seu diâmetro era ligeiramente maior que o de uma bola de futebol.

1892 - As primeiras cestas sem fundo foram desenhadas por Lew Allen, de Connecticut, em 1892, e consistiam em cilindros de madeira com bordas de metal.

1892 - O 1º. Jogo, com assistência foi disputado em 11 de Março de 1892, entre professores e alunos. Os alunos venceram os professores por 5 - 1 Antes, a 20 de Janeiro foi disputado um jogo mas apenas entre funcionários da ACM com dois times de nove jogadores cada, foram usadas uma bola de futebol e cestos de pêssegos a 3,048 m do solo.

1893 - A Companhia Narraganset Machine & Co. teve a idéia de fazer um anel metálico com uma rede nele pendurada, que tinha o fundo amarrado com uma corda mas poderia ser aberta simplesmente puxando esta última. Logo depois, tal corda foi abolida e a bola passou a cair livremente após a conversão dos arremessos.

1893 - O 1º. Jogo entre mulheres foi disputado em 22 de Março de 1893. Nenhum homem foi autorizado a assistir ao jogo.

1894- É produzida a primeira bola de basquetebol. Até então a modalidade era jogada com uma bola de futebol. O produtor foi a Empresa em Chicope Falls de Springfied, Massachusetts

1895 - As tabelas foram oficialmente introduzidas.

1906 - Introduzido o uso de Aros com redes abertas

1907 - Cinco jogadores por equipas

1908 - Jogador excluído após cinco faltas

1913 - O basquetebol é introduzido em Portugal no ano de 1913 por um senhor de nome R. Horney

1919 - 1º. Torneio Internacional disputou-se em 1919

1927 - 17 de Agosto , é fundada a Federação Portuguesa de Basquetebol. FC Porto, Académico F.C. Clube Fluvial Portuense fazem da cidade do Porto a capital do basquetebol português, sendo os grandes impulsionadores para a criação da Federação.

1931 - Em Portugal, o 1º. jogo internacional disputou-se no estádio do Lima ( Campo de Futebol ), na cidade do Porto, entre Portugal ( 9 ) e França ( 34 ).

1933 - disputa-se o 1º. Campeonato de Portugal. O vencedor foi o Conimbricense.

1934- 1º. jogo de basquetebol feminino disputado em Portugal.

1936 - Modalidade Olímpica, integrada no programa dos XI jogos Olímpicos realizados em Berlim, após 1930 ter sido considerada como modalidade Olímpica. Os primeiros Campeões foram os Estados Unidos. O Dr. James Naismith ( 75 anos ) foi quem atribuiu as primeiras medalhas.

1943/1944 - !ª. Taça de Honra, hoje denominada Taça de Portugal ( a partir de 1953/1954 ). A primeira equipa a vencer esta prova foi o Atlético Clube de Portugal.

1944 - Introduzida regra dos três segundos.

1950 - Na Argentina foi disputado o 1º. Campeonato Mundial . 1º.Argentina, 2º.USA, 3º.Chile.

1951 - Disputa-se o 1º. All Star Game.

1966- Realiza-se o primeiro Campeonato Regional de Minibasquete do Porto . Esta foi a primeira competição oficial de Minibasquete disputada no país. Foi realizada pela Associação de Basquetebol do Porto.

1976 - O basquetebol feminino passa a integrar o quadro das modalidades olímpicas.

1987 - Instituídos os play-offs

1994/95 – As selecções nacionais femininas de cadetes, juniores e seniores alcançam pela primeira vez, o apuramento numa Fase de Qualificação dos respectivos Campeonatos da Europa.

1995/96 – Disputa-se o 1º Campeonato da Liga Profissional.

1998 – Ticha Penicheiro torna-se na primeira jogadora portuguesa a disputar o Campeonato Profissional dos EUA (WNBA), integrando a equipa dos Sacramento Monarchs.

1999 - 15 a 25 Julho de 1999 – A F P Basquetebol organiza o 6º Campeonato do Mundo de Juniores Masculinos, realizado nas cidades de: Porto, Almada, Aveiro, Faro e Lisboa – culminando com a presença recorde de mais de 12.000 pessoas no Pavilhão Atlântico para assistirem à final.

1999 - Novembro, Paulo Pinto, então jogador do FC Porto, foi eleito pela FIBA como um dos 50 melhores jogadores da Europa e, nessa condição, incluído na lista de candidatos a integrar a selecção oeste do EURO ALL STAR.

2002 – No ano em que se assiste ao desaparecimento do Capitão da Selecção Nacional, Paulo Pinto, jogador do Aveiro Basket, médico e que é apontado como um verdadeiro modelo e exemplo a seguir.

2005 - A Selecção Portuguesa de sub 16 ( Cadetes ) é Vice Campeã no Campeonato Europeu da categoria / Divisão B, disputado em Pravetz na Bulgária. Com este 2º. lugar Portugal concretiza um feito inédito ao alcançar a Divisão principal do basquetebol Europeu.

2005 - 21 de Setembro , Patricia " Ticha " Penicheiro, a primeira portuguesa a jogar como profissional nos Estados Unidos sagrou-se campeã na WNBA com a sua equipa Sacramento Monarchs.

2005 - Dezembro, entre 6 candidaturas, a FIBA atribuiu a Portugal a organização do 9º Campeonato da Europa de Sub-20 Masculinos – Divisão B que se disputará entre os dias 14 e 23 de Julho de 2006. Estarão presentes, além de Portugal, mais 14 selecções nacionais: Ucrânia, República Checa, Macedónia, Áustria, Bélgica, Finlândia, Geórgia, Irlanda, Islândia, Holanda, Polónia, Suíça, Republica Eslovaca e Suécia.

2006 - A selecção portuguesa qualifica-se para um Campeonato da Europa da especialidade depois da última presença em 1951 como convidada.

2007 - Honrosa participação da selecção senior no Eurobasket '07 , o Campeonato Europeu de Selecções. Portugal presente entre os 16 países finalistas ultrapassou a fase preliminar, passou á de qualificação obtendo uma vitória sobre Israel e perdendo com a Russia, Croacia.

Com este desempenho a Selecção Portugal conquistou 0 9º. lugar na classificação final. Um feito único até então na história do basquetebol para Portugal.



Actualmente são 212 as Federações de Basquetebol filiadas. Estima-se um número na ordem dos 450 Milhões de jogadores em todo o Mundo.






Fonte:G.D.L.

História do Voleibol





História

O Início

O Voleibol foi criado em 1895 por William C. Morgan, director de Educação Física no Colégio de Holioke, Massachussets, nos Estados Unidos da América, e ao qual chamou primeiramente Mintonette.
O basquetebol era o jogo da moda de então, mas era muito enérgico e cansativo para homens de idade. Morgan baseou-se num popular jogo alemão, «Faustball», para idealizar um jogo menos fatigante que o basquetebol para os associados mais velhos da ACM. Colocou uma rede semelhante à de ténis a uma altura de 1,83 cm, que dividia o campo de jogo a meio, e sobre a qual uma câmara de uma bola de basquetebol era batida.
As regras iniciais pouco tinham com as de agora, sendo de realçar que o número de toques de uma equipa era ilimitado e um jogador podia tocar duas vezes seguidas.
Depois de ter encontrado uma bola para este tipo de jogo, já que as primeiras eram muito pesadas, teve lugar em 1896 a primeira demonstração pública no Colégio de Springfield, durante uma conferência de directores de Educação Física do Young Man Christian Association, pois até então os jogos eram apenas jogados no ginásio onde Morgan era director.
Foram apresentadas duas equipas formadas por 5 jogadores, num campo de 15,35 metros de comprimento por 7,62 de largura e com a rede colocada a uma altura de 1,98 m.
Todos ficaram entusiasmados e, durante a exibição, Alfred T. Halstead sugeriu o nome de Volley-Ball que na sua opinião parecia mais adaptado ao jogo, que Morgan aceitou.
Em Portugal
Foi durante a primeira Grande Guerra, quando as tropas americanas estiveram estacionadas nos Açores, que o voleibol foi introduzido em Portugal. António Cavaco foi o motor de divulgação da modalidade quando veio cursar engenharia no IST em Lisboa.
Em 1938 é criada a Associação de Voleibol de Lisboa e em 1942 fundava-se a do Porto. A Federação Portuguesa de Voleibol nasce depois em 1947 e seria uma dos 14 países fundadores da FIVB.
Apesar de haver algumas competições a nível regional o Campeonato Nacional só se começou a disputar na época de 1946/47 com o Técnico a ser o primeiro campeão nacional. O campeonato feminino só começou em 1959/60 e aí foi a equipa do Espinho a vencedora.
As Primeiras Regras
O jogo era constituído por nove «innings». Um «inning» consistia na execução de três serviços por jogador em cada equipa e uma equipa só marcava ponto quando tinha o serviço. O número de jogadores por equipa era variável. Os jogadores podiam tocar na bola duas vezes consecutivas e o número de toques seguidos da bola por uma equipa era ilimitado. Se a bola tocasse num objecto estranho ao jogo (parede, tecto, etc) o jogo podia continuar desde que a bola voltasse para o campo de jogo.
Tal como hoje em dia a rede não podia ser tocada nem a bola agarrada.

Evolução de algumas Regras

1900 Bola na linha era considerada valida. Bola que tocasse qualquer objecto exterior ao campo era considerada perdida.
1912 Introduzida a rotação.
1916 Abolido o conceito de «inning». O jogo passou a ser prolongado até aos 15 pontos. Proibição dos jogadores tocarem na bola duas vezes consecutivas.
1918 O número de jogadores de uma equipa foi fixado em seis.
1922 O número máximo de toques de bola foi limitado a três. Aparecimento da linha central.
1925 Apareceu a obrigatoriedade da vantagem de dois pontos, quando as equipas estavam em igualdade a 14 pontos.
1938 Aparecimento do bloco. Inicialmente a regra só permitia ao jogador blocador um só contacto com a bola.
1949 Apareceu a regra que permitia a penetração do passador e a possibilidade de atacar com três jogadores.
1951 Adopção da regra que permite passar as mãos por cima da rede durante o bloco e no movimento terminal do remate.
1957 O tempo de repouso foi reduzido para 30 segundos.
1959 Estabeleceu-se a largura de 5 cm para as linhas do campo.
1964 O jogador blocador pode passar as mãos para o campo adversário (bloco ofensivo) e tocar a bola duas vezes sucessivas.
1970 Apareceram as varetas para delimitarem o espaço de jogo e facilitar a acção dos árbitros.
1976 Foi adoptada a regra que permite três contactos com a bola após o toque do bloco.
1984 Proibição de blocar a bola proveniente do serviço. Autorização do duplo contacto na primeira acção de jogada.
1988Introdução do 17º ponto como decisivo, em caso de igualdade a 16 pontos. O 5Ç parcial passa a ser jogado em sistema de pontuação contínua. Estabelecimento de três minutos de intervalo entre todos os parciais.
1992 O toque de bola é legal até ao joelho. O jogador pode tocar na rede desde que seja involuntário, ou seja quando não influência o jogo e/ou quando e fora da jogada. No último parcial ( negra ) passa a ter que existir uma diferença de dois pontos, entre as equipas. O jogador passa a ter 5 segundos para servir ( na 1ª tentativa ) e 3 segundos na segunda.
1994 O toque de bola a baixo do joelho passa a ser legal desde que seja um gesto técnico de recurso e/ou na defesa. A zona de serviço passa a ter a largura do campo. E permitida a defesa por cima desde que a bola não seja transportada ou agarrada e desde que o contacto seja apenas um batimento de bola.
1996 Passou a ser possível recuperar uma bola que tenha passado o plano da rede para a zona livre contrária. Passa também a ser permitido tocar o campo contrário com o(s) pé(s) ou a(s) mão(s), desde que pelo menos uma parte do(s) pé(s) ou da(s) mão(s) estejam em contacto com a linha central.
1998 O sistema de contagem é alterado para «ponto por jogada» e os parciais passam a ser jogados até aos 25 pontos. Apenas o quinto parcial continua a ser jogado até aos 15 pontos. Introdução do «jogador líbero». Passa a haver apenas uma tentativa para o serviço.

Regras Básicas
Aqui está um resumo para leigos. As regras são muito mais que este condensado, mas pelo menos, para quem assiste, pode compreender melhor o que se passa dentro do campo.
No final da página tem apontadores para a FPVonde pode ler as regras na integra.

JOGO

O Voleibol é um jogo entre duas equipas com seis jogadores cada, cuja finalidade é colocar a bola no chão do campo adversário através de "toques".
Os jogadores começam o jogo em posições fixas, três juntos à rede, chamados de atacantes, e três mais atrás mais próximos da linha final, chamados de defensores. Uma equipa não pode dar mais de três "toques" na bola até ela ser batida sobre a rede para o campo do adversário.
Um jogador não pode agarrar a bola, mesmo que brevemente, nem mesmo dar dois toques seguidos. A bola pode ser tocada por qualquer parte do corpo, mesmo os pés.
Constituem infracções, ganhando pontos a equipa adversária, se um jogador tocar na rede ou enviar a bola para fora do campo de jogo.
Normalmente uma jogada típica é decomposta em três fases: serviço/recepção, passe/ataque, bloco/defesa.

SERVIR

À acção de colocar a bola em jogo chama-se serviço. Cada vez que uma equipa ganha o serviço todos os seis jogadores rodam uma posição no sentido dos ponteiros do relógio, colocando-se na nova posição. Serve então o jogador que está atrás no lado direito (zona 1). O serviço pode ser efectuado batendo a bola "por baixo" ou "por cima", com a mão aberta, punho cerrado ou braço, directamente para o campo do adversário. O jogador pode servir de qualquer posição desde que esteja atrás da linha final e no enfiamento do campo.
A equipa continua a servir enquanto estiver a ganhar pontos.
Se os jogadores não respeitarem a sua posição no momento do serviço, a equipa incorre numa penalização, ganhando o adversário um ponto. Depois do batimento da bola no serviço, os jogadores podem deslocar-se e ocupar qualquer posição no seu próprio campo.

Áreas e zonas do campo

PONTUAÇÃO

No novo sistema a equipa que ganha a jogada soma um ponto. A equipa que alcançar primeiro 25 pontos, com uma margem mínima de dois pontos da outra, vence a partida. Aquela que alcançar primeiro três partidas ganhas, vence o jogo. Na eventualidade de se jogar uma quinta partida esta é jogada até aos 15 pontos tendo também de haver uma diferença mínima de dois pontos.
É considerado ponto sempre que uma equipa conseguir colocar a bola no campo do adversário. Sempre que a bola tocar fora do campo de jogo, ganha um ponto a equipa adversária à equipa que tocou na bola em último lugar.

LIBERO

Este jogador equipa com uma camisola de côr diferente para ser mais facilmente distinguido. Não necessita de autorização para entrar e apenas pode fazê-lo para a área defensiva. Não pode servir, atacar ou rodar para a zona de ataque. É normalmente um especialista na defesa.

SUBSTITUIÇÕES

Durante uma partida só são permitidas seis substituições. Os jogadores só poderão entrar uma vez durante uma partida substituindo um jogador inicial e só podendo ser substituídos pelo mesmo.
Apenas o libero não está sujeito a estas restrições.

OUTRAS REGRAS

- Apenas podem blocar os jogadores da área de ataque.
- Um jogador da área de defesa não pode atacar à frente da linha dos três metros. Terá de o fazer a partir da área de defesa podendo no entanto, depois do contacto com a bola, invadir a zona de ataque.
- A bola ao bater no bloco não conta como toque.
- Durante o serviço a bola não pode tocar outro jogador da mesma equipa.
- Cada equipa tem direito a dois descontos de tempo por partida de 30 segundos.
- O capitão da equipa é identificado por meio de uma tira com 8 cm x 2 cm de cor diferente da camisola, colocada por baixo do número, no seu peito.
- Um jogador não pode invadir o campo adversário.
- É permitido tocar o campo contrário com o(s) pé(s) ou mão(s), desde que, pelo menos uma parte do pé(s) ou mão(s) esteja(m) em contacto ou sobre a linha central.

CAMPO

Um campo de Voleibol tem 18 metros de comprido por 9 de largo. É divido em duas partes iguais por uma rede a uma altura consoante a categoria das equipas. A três metros da rede existe uma linha, que se prolonga em tracejado para fora do campo, e que demarca a zona de ataque da zona defensiva.


dimensões do campo

REDE

A rede mede 1 m de largura e 9,5 m de comprimento. É feita de fio preto com malha quadrada de 10 cm de lado. Ao longo da parte superior da rede está cosida uma banda horizontal de tela branca, dobrada 5 cm para cada um dos lados. A rede é firmemente esticada por cordas a dois postes. Próximo das extremidades e alinhadas com a linha lateral, estão colocadas umas varetas que delimitam o espaço por onde a bola deve passar.
A rede é colocada à altura de 2,43 m nas competições masculinas e 2,24 m nas competições femininas. Nos escalões inferiores a juniores a rede tem a altura de 2,35 e 2,20 para os juvenis e 2,24 e 2,15 para os iniciados, respectivamente masculinos e femininos.



BOLA

A bola é esférica e deve ter um diametro entre 65 e 67 cm podendo pesar entre 260 e 280 gramas. O material deverá ser de couro flexível, natural ou sintético, com uma câmara de borracha ou material similar no seu interior. A côr deverá ser clara e facilmente visível.



GLOSSÁRIO

Am
Amortie - bola subtilmente colocada no campo adversário.

Área de Ataque - zona compreendida entre a rede e a linha dos três metros (zonas 2,3,4).
Área de Defesa - zona compreendida entre a linha dos três metros e a linha final (zonas 5,6,1).
Avião - remate que passa alto e muito longe do campo.
Bloco - interposição à trajectória da bola com as mãos sobre a rede.
Bola Morta - bola inofensiva vinda do campo adversário.
Chinesinha - acção em que o jogador só tem tempo de colocar sua mão entre o chão e a bola evitando que esta toque no campo.
Distribuidor - jogador que está encarregue de passar a bola para o atacante.
Entrada - zona 4 ou zona do lado esquerdo junto à rede.
Fooraaa! - berro dos treinadores avisando delicadamente os jogadores que a bola vai nitidamente para fora do campo e que não devem tocar nela!
Manchete - toque na bola com as duas mãos juntas e braços estendidos.
Meio - zona 3 ou o meio junto à rede.
Passador - o mesmo que Distribuidor.
Remate de 2ª Linha - remate de um jogador que está na zona defensiva efectuado atrás da linha dos três metros.
Saída - zona 2 ou o lado direito junto à rede.
Set - uma das 5 partidas de um jogo.
Tira! - grito desesperado do Diogo às jogadoras para irem à bola e que nada está perdido. Às vezes ...
Vamos! - incentivo típico do Diogo para cair em cima do adversário!
Zona x - de 1 a 6. A zona 1 corresponde ao lado direito na área defensiva e é o jogador dessa zona que serve. As zonas seguintes correspondem às zonas ocupadas pelos jogadores que se seguirão no serviço. Ver figura.


Fonte:CVL

O Fitnessgram




O é um programa de educação da aptidão física para a saúde e destina-se às crianças e jovens do ensino básico e secundário.

O organiza-se segundo os conceitos da aptidão física orientada para o desenvolvimento harmonioso do aluno, através da participação num vasto leque de propostas de actividade física agradáveis e divertidas.

O é um programa educativo, desenvolvido para auxiliar o Professor de Educação Física na avaliação e educação da aptidão e actividade física de crianças e adolescentes com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos.

O contém os testes de aptidão física mais adaptados a estas idades e avalia o desempenho em 3 zonas distintas, a primeira em que o aluno “Necessita Melhorar”, a segunda identificando a “Zona Saudável” e a última “Acima da Zona Saudável”.

Bateria de Testes do

Aptidão Aeróbia
» Teste Vaivém – corrida de 20 metros progressiva em vários níveis orientados por música*
» Teste Corrida 1 milha
» Teste Marcha (disponível para alunos de secundário)


Composição Corporal
» Índice de Massa Corporal – calculado a partir do peso e a altura

Força, resistência e flexibilidade

» Força e Resistência Abdominal – Abdominais

» Extensões de Braços*

» Flexibilidade

»»» Teste Senta e Alcança


Fonte: Fitnessgram


Se quiseres consultar os valores de referência do Fitnessgram.

A importância do aquecimento no exercício físico



“O aquecimento constitui a fase de preparação ao esforço físico”

A necessidade de aquecimento muscular antes da realização de uma prática desportiva é hoje inquestionável. Este aquecimento é tanto mais indispensável quanto mais intenso for o esforço físico.

Com o aquecimento pretende-se preparar o organismo para o esforço que lhe vai ser exigido, levando o aparelho cardio-respiratório ao seu nível funcional e estimulando o sistema locomotor.

“o aquecimento é tanto mais indispensável quanto mais intenso for o esforço físico”



Os benefícios do aquecimento antes da prática desportiva estão associados, por um lado, ao aumento do consumo de oxigénio inicial e por outro, à optimização das diferentes funções (enzimáticas, nervosas, biomecânicas) devido ao aumento da temperatura central e muscular.

Em resumo, com o aquecimento, pretende-se não só adaptar o organismo do desportista ao esforço, mas também tirar o máximo rendimento desse mesmo esforço.•

“o aquecimento permite uma melhor adaptação ao esforço e reduz o risco de lesão”

Os efeitos do aquecimento

• Colocar progressivamente em acção o sistema cardiovascular e respiratório, permitindo uma melhor irrigação capilar e uma melhor adaptação ao esforço.

• Aumentar a temperatura interna do músculo, acelerando os processos
metabólicos celulares e aumentando a propagação do influxo nervoso. O calor aumenta a elasticidade dos tendões e reduz a viscosidade dos tecidos, reduzindo o risco de lesão.

• Sensibilizar o sistema neuromuscular e articular para a percepção das
sensações proprioceptivas.



Dor de burro - como evitar




Este é um dos maiores problemas dos atletas de alta competição, bem como, também ataca o mais despreocupado atleta de pelotão.

A dor situa-se debaixo da zona torácica, num dos lados, embora seja mais frequente no lado direito devido ao fígado que é o maior órgão da zona do diafragma. Esta dor pode ter uma altura variável e pode aparecer durante a alta competição ou durante um simples treino. A principal causa para o aparecimento da chamada dor de burro deve-se à falta de oxigénio no organismo.

Existem alguns médicos que defendem que esta dor está relacionada com o diafragma, devido a respiração deficiente que é feita durante um determinado esforço. Outros defendem que a “dor de burro ou fuga” deve-se há congestão do fígado. Este segundo tipo de dor poderá ser causada devido à excessiva pressão a que o estômago está sujeito durante a prática de desporto.


O atleta deve ter em conta o seguinte:

1.Diminuir a intensidade do treino.
2.Inspirar várias vezes de forma profunda.
3.Massajar com a mão o sitio onde sente a dor.
4.Expirar, esperando um pouco sem inspirar
5.Gritar muito alto, AHHHHH (ajuda a descontrair os músculos)




Fonte:Atletas.net

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Mitos da Nutrição



Será verdade que as vitaminas e os minerais fornecem energia extra aos atletas?

As vitaminas e minerais agem como factores coadjuvantes para libertar a energia armazenada nos alimentos, mas não fornecem energia extra aos atletas. Um programa alimentar que contenha vegetais, grãos, frutas, carne e lacticínios oferece energia aos atletas. Estes alimentos são veículos para as vitaminas e minerais que o corpo necessita para utilizar energia. Os suplementos poliminerais ou polivitamínicos podem ser necessários para alguns atletas. Por si só, não fornecem energia extra.

Serão as bebidas desportivas só necessárias para exercícios com duração superior a uma hora?

As bebidas desportivas podem trazer benefícios em actividades com menos de uma hora, especialmente se o exercício for intenso, ou realizado em climas quentes e húmidos. Todos os atletas podem beneficiar dos carboidratos e electrólitos das bebidas desportivas.

A ingestão de bebidas desportivas estimula os atletas a beber mais, o que é importante, uma vez que a desidratação pode acontecer em exercícios com duração inferior a uma hora.

Este tipo de bebidas são uma maneira fácil de combater a desidratação e melhorar o seu desempenho.

Será verdade que o açúcar deve ser evitado antes dos treinos e das competições?

O açúcar ingerido antes das competições aumenta os níveis de glicose no sangue, o que não é mau. O açúcar é um tipo de carboidrato, que ingeridos antes do exercício, podem melhorar a performance do atleta. Um atleta não abastecido, fica rapidamente cansado e o seu desempenho inferior ao possível.

É só com as mulheres que acontecem as distorções da imagem corporal?

Os homens estão cada vez mais expostos à imagem de lutadores profissionais, ou de capas de revista. Cada vez mais insatisfeitos com a aparência.

A distorção da imagem corporal é uma preocupação exagerada com defeitos insignificantes, que acabam por ser reconhecidos como distúrbios psicológicos. Muitos técnicos e atletas podem não saber que esta distorção ocorre tanto com homens quanto com mulheres.

A proporção ideal de nutrientes é de 40% de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras?

As dietas com estas proporções podem prejudicar o desempenho dos atletas, pois são baixas em calorias e carboidratos. Várias são as pesquisas que indicam que os melhores programas para atletas são os que oferecem aproximadamente 55% a 58% de energia vinda dos carboidratos, 12% a 15% de proteínas e 25% a 30% de gorduras.

Durante a actividade física, os músculos produzem grande quantidade de calor, que é eliminado através do suor e da respiração. Quando a perda de líquidos atinge um nível significativo, o suor e o fluxo sanguíneo para a pele diminuem e a temperatura interna do corpo torna-se elevada.

A água é um bom líquido de reposição, mas em situações onde o gasto energético é demasiado elevado e a transpiração excessiva, é necessário repor o nível de sais minerais, gastos através do suor. Neste caso o líquido repositor deve conter electrólitos e carboidratos, como é o caso das bebidas isotónicas, que na medida certa mantêm o volume plasmático, promovendo a termorregulação do organismo e aumentando a capacidade respiratória.

O facto das bebidas isotónicas serem de rápida absorção pelo organismo e a vantagem de reporem os sais minerais de forma apropriada contribuem para uma melhor hidratação do corpo.

Não se deve, em altura alguma, esperar ter sede, pois este é um sinal tardio de que o corpo necessita de repor os líquidos dispensados.