terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

O que o atleta deve comer antes de uma prova


A refeição antes de treinos ou competições deve ser completa mas de digestão muito fácil.
Há casos especiais de alimentação, como por exemplo, a alimentação de um atleta que quanto mais pesada for a modalidade e mais tempo a praticar por semana maior será o consumo energético continuado; por isso a refeição antes de treinos ou competições tem de ser completa mas de digestão muito fácil: sopa batida em vez de legumes, hortaliças e leguminosas inteiros; sumos ou papas de fruta em vez de frutas inteiras; peixe grelhado ou cozido em vez de carne, ovos, conservas, bacalhau ou carnes fumadas; arroz, massa ou farinha-de-pau em vez de batatas, leguminosas ou outro acompanhamento; pão torrado ou tostas em vez de pão fresco ou bolachas; iogurte em vez de leite.

Não deve a refeição que antecede a prova precedê-la mais de duas horas e meia; o organismo tem que dispor energia e não pode competir em momentos de baixa. Também por essa razão é necessário reabastecimento alimentar e de líquidos a meio da prova: batidos de frutas ou chá fraco morno.

O desportista não deve comer no final da prova para «compensar». Energia e nutrimentos não energéticos são precisos para o esforço ser eficaz e benéfico e não para «reparar» estragos.


Fonte:O portal do Atletismo

Vitaminas e minerais


Os minerais são originários do solo, absorvidos pelas plantas e depois são passados para o homem e para os animais que as consomem, são frequentemente referidos como elementos traço pois as suas necessidades para manter as funções do organismo são de apenas poucas quantidades. Existem recomendações específicas para estes nutrientes, as quais se baseiam na ingestão mínima para prevenir deficiências que possam impedir o funcionamento do organismo e o limite máximo para evitar toxicidade.

Alguns atletas acreditam que necessitam de altas doses de minerais para suportar o stress de um treino intenso, mas a verdade é que, à excepção do ferro (particularmente nas mulheres), a necessidade de minerais em atletas é similar à de outros indivíduos não atletas saudáveis, e que, o treino não esgota as reservas de minerais. No entanto, factores como: redução no consumo de calorias, consumo elevado de alimentos refinados e baixa variabilidade nas fontes alimentares podem prejudicar o consumo dos micro nutrientes e ocasionalmente levar ao desenvolvimento de deficiência de minerais.

As vitaminas e os minerais são nutrientes com a função de regular o funcionamento do organismo e encontram-se principalmente em legumes, verduras e frutas. Para saber tudo sobre as vitaminas e os minerais que deve consumir em maiores quantidades, consulte a seguinte tabela:

VITAMINA

FUNÇÃO

O QUE COMER


Vitamina A

Crescimentos celular
Mantém o bom estado de glândulas e ossos

Frutas e legumes amarelos como a cenoura, a abóbora e verduras.

Fígado, salmão e outros peixes de água fria, gema de ovo e lacticínios.

Vitamina B1


Vitamina B2


Vitamina B3

Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Metabolismo de energia
Diminui o tempo de recuperação
Diminui as cãibras

Legumes, grão-de-bico, ovos, carnes magras, aves, fígado, leite, feijão, couve, pães, cereais, nozes e sementes.

Vitamina B6


Vitamina B12

Ganho de massa
Melhora da performance Metabolismo de proteína e carbohidrato
Formação de glóbulos vermelhos

Ostras, atum, fígado, carne bovina, peixe, aves, cereais, soja e verduras.



Vitamina C

Antioxidante
Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Aumenta a absorção do Ferro Aumenta a imunidade
Auxilia no desempenho desportivo Acelera a cicatrização

Acerola, goiaba, laranja, morango, kiwi, melão e frutas silvestres

Couve-flor e couve


Vitamina E

Antioxidante
Melhora a capacidade e a potência aeróbica
Formação de glóbulos vermelhos e tecidos musculares

Óleos vegetais, ovos, nozes, cereais enriquecidos e verduras


Cálcio

Auxilia na contracção muscular
Melhora a potência muscular
Formação de ossos
Coagulação sanguínea

Leite e seus derivados, salmão, sardinha, amêndoas e hortaliças verdes.



Zinco

Antioxidante
Aumenta a imunidade
Evita o cansaço

Carnes magras, iogurte, grãos enriquecidos, frutos do mar (ostras e mariscos), cereais, espinafres, cogumelos e sementes de girassol.


Ferro

Transporta e armazena o oxigénio
Evita o cansaço

Fígado, carne bovina, gema de ovo, frutos do mar,

Vegetais, lentilha e ervilha.

Selenio

Antioxidante (protector das membranas celulares)

Aves, frutos do mar, cebola, alho e cogumelos.


Cromo

Aumenta a síntese proteica
Auxilia a insulina no metabolismo da glicose

Levedo de cerveja, produtos à base de grãos integrais, fígado e queijo.


Potássio

Evita as cãimbras
Regula o equilíbrio de líquidos corporal
Promove o funcionamento dos músculo e do metabolismo

Tomate, laranja, banana, abacate, frutas cítricas, frutas secas e água de coco.


Magnésio

Antioxidante
Evita o cansaço
Auxilia na contracção muscular

Verduras, legumes, cereais, pão de trigo integral, carnes, aves, peixes e ovos.


Fósforo

Diminui o cansaço
Funcionamento do metabolismo

Gema de ovo, leite, queijo, carnes, peixes, aves, cereais de trigo integral e leguminosas




Fonte:Atletas.net

Os melhores de 2007


Atletas, revelações, momentos, "performances". 2007 foi ano de Campeonatos Europeus de pista coberta e Campeonatos Mundiais de pista ao ar livre, ano de alguns assombrosos recordes do Mundo, ano em que muitos portugueses se destacaram. Foi, também, o ano em que o combate ao "doping" no atletismo ganhou novo fôlego com a aprovação de um novo Código Mundial Anti-Dopagem e com as confissões de Marion Jones.

Estes são, para o Atletas.net, os protagonistas nacionais e estrangeiros de 2007.



Fonte:Atletas.Net

Paulo Gomes e Sara Moreira destacam-se em Cáceres


Paulo Gomes (quarto lugar) e Sara Moreira (quinto) foram os portugueses mais bem classificados no corta-mato de Cáceres, Espanha, que se realizou hoje.

O atleta da Conforlimpa cometeu mesmo a proeza de derrotar o consagrado espanhol Alberto Garcia (quinto classificado) e de ficar apenas a três segundos do ucraniano Sergey Lebid, sete vezes campeão europeu de corta-mato. A prova foi dominada pelo queniano Moses Mosop, que gastou 32 minutos exactos, derrotando o espanhol Juan Carlos de la Ossa por 26 segundos e Lebid por 39.

Na prova masculina, para além de Paulo Gomes, competiram Luís Feiteira (7.º), José Rocha (8.º), Licínio Pimentel (9.º), Pedro Ribeiro (12.º), Ricardo Ribas (14.º), Hermano Ferreira (16.º) e Mário Teixeira (17.º).

Na principal corrida feminina, dominada por atletas quenianas, Sara Moreira foi quinta na geral. Correram ainda Leonor Carneiro (11.ª), Fátima Cabral (12.ª), Anália Rosa (14.ª), Marina Bastos (21.ª) e Solange Jesus (25.ª).

Foram assim, muitos os atletas portugueses que marcaram presença neste crosse, que lhes serviu de ensaio para o Campeonato de Portugal, a realizar dentro de duas semanas, no Porto.


Fonte:Record

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Ténis de mesa: E. Amadora vence Nacional de Sub-21

O Estrela da Amadora é o novo campeão nacional de Sub-21. A equipa da Reboleira derrotou, na final, o Ala Nun’Álvares por 3-1, na prova que teve lugar neste fim-de-semana em Mafra.

Em juniores masculinos, o título foi para o São Roque. A formação madeirense superou o CD Marco no encontro decisivo por 3-1, arrebatando o título. Em juniores femininos, o Ala Nun’Álvares superou o Ginásio C. Valbom (3-0).

Entretanto, as Selecções Nacionais que vão disputar o Campeonato do Mundo por equipas, agendado para a localidade chinesa de Guangzhou, de 24 do corrente mês a 2 de Março, partem hoje rumo à China. Os atletas portugueses vão realizar estágio de uma semana antes da competição.

Fonte:Record

Novo Record do salto com vara

Edi Maia bateu pela quarta vez este ano o recorde nacional de Sub-23, ao passar 4,17 com a vara, no Meeting de Pombal, mais um centímetro que há uma semana.
Em foco estiveram ainda Susana Costa (13,46), a quatro centímetros do seu recorde nacional.

No Algarve, Susana Feitor (22.18) e Augusto Cardoso (20.58) ganharam o G.P. Pechão (5 km marcha).



FONTE: RECORD

domingo, 17 de fevereiro de 2008

História do Badminton




Nas origens do Badminton pensa-se que estão ligadas três zonas distintas do mundo: Ásia, América Central e Europa, havendo mesmo quem defenda a sua existência há milénios. Na China foram encontrados vasos de cerâmica do ano de 3500 a.C. com desenhos de uma rapariga com uma bola com penas, um objecto semelhante a um tamborim.
Na América Central, a civilização dos Aztecas praticavam um jogo com uma bola adornada de belas e ondulantes penas coloridas, aparecendo estes desenhos no interior dos seus templos. Quando os portugueses desembarcaram no Brasil, a tribo dos Curumins, divertiam-se com um objecto semelhante ao volante.
Na Grécia existia um jogo chamado "Tamborete e Peteca" (Battledore e Schuttlecock) que era jogado por adultos e crianças. O objectivo do jogo era rebater uma peteca com tacos, evitando-se que a mesma caísse no chão.
Chardin pintou um quadro que ficou célebre, “A menina do Volante”.

Contudo, não existe a certeza de como esses jogos se transformaram no Badminton.
Actualmente, julga-se que o jogo da “Poona”, de origem indiana é trazido para a Europa pelos oficiais ingleses, por volta do ano de 1800. É conhecido que, por volta de 1860, as filhas do duque de Beaufort jogavam no grande salão de Badminton House, moradia da família Somerset, no condado de Gloucestershire, em Inglaterra, tendo acrescentado uma pequena variante: atavam uma corda desde a porta até à lareira, usando raquetes de ténis, tentando manter o volante o mais tempo possível em jogo de uma para a outra por cima da corda.
Sendo que provavelmente os hóspedes da casa, incluindo alguns oficiais do exercito britânico na Índia, se juntassem à brincadeira, pouco tempo terá passado até que alguém sugerisse que seria muito mais divertido se o volante fosse batido noutra direcção que não a do outro jogador que se encontrava do outro lado da corda.
Esse alguém é possível que possa ter sido J.L.Baldwin, um conhecido desportista e visita frequente de Badminton House, grande adepto do aperfeiçoamento de regras de jogos e passatempos. Os mais românticos dizem que a modalidade apareceu realmente na já referida propriedade, por ocasião da recepção aos oficiais ingleses, que regressavam da Índia, num momento de convívio, alguns deles decidiram fixar penas numa rolha de champanhe e recrear o jogo indiano “Poona”.
Foi no entanto na Índia que o jogo se transformou num desporto competitivo e que no ano de 1870 passou a ter a designação de Badminton, onde o coronel H.O.Selby esboçou um código de jogo que foi aceite por consentimento generalizado naquela parte do mundo.
Nos finais da década de 70 inícios de 1880, formaram-se em Inglaterra alguns clubes, inicialmente em lugares como Folkestone e Portsmouth, onde havia uma forte presença militar e assim veio a ser conhecido espalhando-se por todo país. Foi através da competição que se foi evoluindo e desde logo os clubes tentaram impor as suas
capacidades. Mas ainda não havia regras geralmente aceites, aquelas esboçadas pelo coronel Selby não eram ainda conhecidas pelos recentes clubes.
Não havendo manufactura de volantes nesses dias, os jogadores faziam os seus próprios volantes com o material que tinham à disposição, e muitas e variadas eram as formas e tamanhos assim como o número de penas que continham. Nalguns casos o jogo era jogado com bolas feitas de tiras de lã enroladas, não havia dimensões reconhecidas do campo, e normalmente utilizava-se o espaço disponível.
Os jogos de singulares eram virtualmente desconhecidos, sendo popular cada parte jogar o maior número possível de jogadores. Não existia também um sistema de pontuação geralmente aceite, nem definição do que consistia o jogo. Nestas circunstâncias era difícil organizar competições interclubes, e foi assim que, em 1883, cerca de meia dúzia de clubes se reuniram e formaram uma estrutura associativa sobre a presidência do coronel S.M.C.Dolby – Associação Nacional de Badminton (Badminton Association of England), que todos reconheciam como autoridade em todos os assuntos relacionados com a prática de Badminton. Isto funcionou satisfatoriamente, mas quando a modalidade se expandiu à Irlanda, Escócia, País de Gales e ao continente, esses países formaram as suas associações nacionais, no início preparadas para observar a autoridade da associação inglesa, o jogo tornou-se mais popular espalhando-se pelo mundo, e inevitavelmente cresceu o desejo dos países se defrontarem. Surge então a verdadeira necessidade de uma estrutura internacional, a associação inglesa organizou um encontro de todas as Associações Nacionais de Badminton conhecidas, com o propósito de fundar a Federação Internacional de Badminton (International Badminton Federation), este facto torna-se real em 1934, inicialmente com nove filiados, Inglaterra, Irlanda, Escócia, Gales, Canadá, França, Dinamarca, Holanda e Nova Zelândia, a partir daqui nunca mais parou de crescer, actualmente fazem parte 160 países. O trabalho desta estrutura modificou esses tempos de amadorismo, e como guardiã das Leis do Badminton as suas responsabilidades expandiram-se de maneira a abarcar todos os aspectos do jogo. Para nomear algumas dessas responsabilidades, cita-se a coordenação de torneios nacionais, internacionais, campeonatos do mundo, supervisionar a fabricação adequada de volantes, raquetes e outros materiais, publicidade, regulamentação e todas as situações relacionadas com a modalidade.


Um conselho internacional constituído por 28 pessoas, eleitas por todas as associações (agora federações) nacionais, cujos delegados dirigem a Federação, supervisionam o trabalho federativo realizado por um pequeno staff profissional de seis pessoas localizadas em Cheltenham, em Gloucestershire, local onde tudo começou.
Quando os Campeonatos de Equipas Masculinas (Thomas Cup) se realizaram, pela primeira vez, em finais dos anos 40, a Malásia provou ser a nação mais apta e continuou a manter o trofeu por mais duas edições. Depois foi a vez da Indonésia mudar o quadro da situação, o que fizeram virtualmente durante 20 anos, somente na época de 1966/67 a Malásia voltou a vencer. Nos anos 80 a República popular da China veio à cena e rapidamente arrecadou o cobiçado trofeu, para ser entregue apenas em 1984 por pequena margem à Indonésia. Durante todo este tempo a poderosa equipa dinamarquesa tem vindo a chegar-se perto do sucesso, tanto que se pensa que a sua vez de o conquistar está próxima.

Quanto aos Campeonatos de Equipas femininas (Uber Cup) começaram pelos Estados Unidos vencerem os primeiros três campeonatos, após o que o Japão, a partir de meio dos anos 60 até 1980/81 – excepção feita de 1974/75 em que ganhou a Indonésia - , se sagrou sempre vencedor. Depois, em 1984, a grande habilidade e perseverança das jogadoras chinesas tem prevalecido.
Em Portugal existem registos da prática da modalidade desde 1895, na Figueira da Foz, ano em que foi oferecido um par de raquetes ao escritor Prof.Dr. João de Barros, segundo relato de Henrique Pinto. Em 1924, na Ilha da Madeira, através de cidadãos ingleses residentes nesse local, em 24 de Julho, organizou-se um encontro, na Quinta Gertrudes (Vale Formoso – Funchal), entre as equipas “Azul” e “Branco” disputando uma taça de prata. A equipa vencedora foi a “Branco”, em que fizeram parte os seguintes elementos: Eng. Luís Peter Clode, Srª Portugal da Silveira, Maria Helena Ferreira de Andrade, Maria Ernestina Jardim, José de Santa Clara Gomes, entre outros.
Em Lisboa, 1926, no Triângulo Vermelho Português, existiam campos de Badminton marcados e alguns sócios realizavam jogos de badminton, entre eles o Eng. Osterlande e suas filhas.
Mas foi com Sr. Henrique Pinto, por volta de 1953, este gerente da Livraria Portugal, que aos fins-de-semana jogava com os seus empregados e amigos na sua casa em Agualva, Cacém, que a divulgação da modalidade foi feita em vários pontos do país. A 19 de Fevereiro de 1954, Henrique Pinto remeteu a todos os clubes uma circular de forma a realizar-se uma reunião (realizada a 10 Março de 1954) para estabelecer as bases para uma futura direcção da Federação Portuguesa de Badminton. A 1 de Julho de 1954 foi criada a Federação Portuguesa de Badminton cujo primeiro presidente foi o próprio Henrique Pinto. O primeiro torneio foi organizado pelo Lisboa Ginásio Clube.
É gratificante que tanto empenho tenha sido premiado pelo reconhecimento olímpico, tendo o Badminton sido modalidade de exibição/demonstração nos jogos olímpicos de 1972 em Munique, depois de um interregno de 16 anos voltou aos jogos novamente na condição de exibição/demonstração nos jogos olímpicos de 1988 em Seul e como modalidade oficial a partir dos jogos olímpicos de 1992 em Barcelona. Nos jogos de Atlanta 1996, onde pela primeira vez foi incluída a variante de pares mistos, estes jogos tiveram também a particularidade de consagrar o jogador dinamarquês Poul-Erik Hoyer-Larsen como primeiro atleta europeu a vencer uma medalha de ouro na variante de singulares homens.
Por três ocasiões, Portugal conseguiu o apuramento e esteve representado nos Jogos Olímpicos. Em Barcelona através de Fernando Silva e Ricardo Fernandes e em Sidney e Atenas através de Marco Vasconcelos.
Presentemente a Federação Portuguesa de Badminton, encontra-se sediada na cidade das Caldas da Rainha, existindo onze Associações Regionais as quais cobrem praticamente todo o território Nacional (www.fpbadminton.pt).
O Badminton pratica-se em 5 variantes, Singulares Homens, Singulares Senhoras, Pares Homens, Pares Senhoras e Pares Mistos. Cada partida é composta de 2 jogos (Sets) ou 3 jogos no caso de se verificar um empate no fim dos dois primeiros. Cada jogo (Set) é disputado até aos 15 pontos (Singulares Homens e Pares) e até aos 11 pontos (Singulares Senhoras). No decorrer dos jogos e caso se verifique uma igualdade a 14 pontos (Singulares Homens e Pares) e a 10 pontos (Singulares Senhoras) poderão ser pedidos 3 pontos extras e os jogos terminarem aos 17 e aos 13 respectivamente.


Fonte:História do Badminton

História do Ténis



Ténis

O nome "Ténis" é derivado do velho nome francês dado ao jogo, "tenetz". Um jogo muito parecido com o ténis actual era jogado no século XIII na França, inicialmente em Paris pelas altas classes sociais. Alguns acreditam o ténis ter sido ensinado aos franceses pelos italianos e os gregos que conheciam um jogo similar durante aquele período. Os franceses chamavam o jogo de "jeu de paume"(jogo da palma), porque os jogadores usavam as palmas das mãos para bater nas bolas. Depois, as raquetes permitiram que os jogadores tivessem um melhor alcance. Aproximadamente 100 anos depois, a aristocracia britânica começou a praticar o desporto. O jogo era jogado em ambientes fechados com uma pesada e incomoda raquete e com confusas regras. Esse jogo, que em alguns aspectos é similar ao badminton, é chamado pelos americanos por "court tennis" e pelos britânicos de "real tennis".

Isso foi até 1873 que o major Walter Clopton Wingfield que, fazendo uso de todo o seu conhecimento sobre o "real tennis" elaborou o chamado, pelos americanos, "lawn tennis". Em Dezembro deste mesmo ano, Walter anunciou as regras de seu novo jogo com raquetes. O jogo era jogado em ambientes abertos em quadras de grama e com a rede muito mais alta que é hoje. Wingfield patenteou o esporte em fevereiro do ano seguinte. "Lawn Tennis" cresceu rapidamente em popularidade na Grã-Bretanha e dispersado totalmente nos Estados Unidos da América(república).
Mar Ewing Outerbridge, uma mulher bem rica habitante de uma ilha nos EUA, estava de férias em Bermuda (nação) no começo de 1874 e observou alguns homens britânicos jogando o jogo recentemente inventado por Walter Wingfield. Ela retornou a sua terra na primavera do mesmo ano e trouxe o equipamento de tênis com ela. O jogo foi brevemente difundo nas outras partes do país. Quadras foram construídas em Nahant, Massachussets, Newport e Philadelphia.
O ténis continuou a prosperar no país e o Primeiro Campeonato de Tênis dos Estados Unidos foi realizado em 1881 no Newprt Casino em Newport. O campeonato foi para ser cediado em Forest Hills, N.Y., e por lá foi realizado de 1915 até 1920. De 1921 até 1923 o campeonato foi realizado no Cricket Club in Philadelphia. O torneio voltou para Forest Hills em 1924 e foi lá realizado até 1977. Em 1978, o evento mudou-se para o "Centro Nacional de Tênis da Associação de Tênis dos Estados Unidos em FlushingMeadow, N.Y.
Wimbledon, o maior campeonato internacional, foi jogado pela primeira vez em 1877; o campeonato francês, em 1891 e o Australiano, em 1905. Esses 3 mais o campeonato dos Estados Unidos, começaram a serem chamados de "Big Four". Eles constituem os então chamados "Grand Slams"do ténis. Times nacionais vem competindo para a então famosa "Davis Cup", símbolo da supremacia do ténis internacional, desde 1900.

Ténis (em Portugal) é um desporto de origem britânica, disputado em cortes geralmente abertas e de superfícies sintéticas (Australia Open), HardCourt (US Open), terra batida (Roland Garros), ou relva (Wimbledon). Participam no jogo dois oponentes ou duas duplas de oponentes, podendo ser mistas (homens e mulheres) ou não. O corte é dividido em duas meios-cortes por uma rede, e o objectivo do jogo é rebater uma bola (geralmente amarela) além da rede (para o meio-corte do adversário) com ajuda de uma raquete.

Bola de Ténis


Corte de cimento (Hard Court)


Para marcar um ponto é preciso que a bola toque o solo de qualquer parte do corte do adversário duas vezes, fazendo com que o adversário não consiga devolvê-la antes do segundo toque, ou que a devolva para fora dos limites do outro meio corte. O desporto assim possui aspectos de ataque (rebater bem a bola, dificultando a devolução do adversário) e defesa (bom posicionamento no corte, antecipação do lance adversário etc).

O ténis possui um intrincado sistema de pontuação, que subdivide o jogo em games e sets. Onde, um game é um conjunto de pontos e um set é um conjunto de games. Cada game tem um jogador responsável por recolocar a bola em jogo: fazer o serviço. No ténis de competição, é comum que aquele jogador que serve o game, já que tem a vantagem do ataque e dita o ritmo do jogo. Desta forma, uma das estratégias de jogo é tentar inverter esta vantagem durante a troca de bola ou durante a defesa fazer com que o adversário, através de erros, perca os games em que está servindo. Ganha o jogo aquele que atingir um número de sets pré-definido - geralmente 2 sets, sendo 3 sets para os grandes torneios masculinos.

Há uma adaptação do ténis jogada sobre mesas, em recintos fechados: o chamado ténis de mesa ou ping-pong.

Ping-Pong




Fontes:Times Square, ULusofona

História da Ginástica

A palavra Ginástica vem do grego Gymnastiké e significa a "Arte ou acto de exercitar o corpo para fortificá-lo e dar-lhe agilidade. A ginástica faz parte da história humana desde os primórdios, quando o homem começou a organizar-se em civilizações e começou pela primeira vez a estruturar a actividade física ao invés de simplesmente praticá-la naturalmente para a sobrevivência. É fácil de constatar que estava estritamente ligada ao treino militar, mas também com carácter religioso. Desde tempos remotos que se iniciaram as competições em todo mundo civilizado, dentro delas as olimpíadas gregas realizadas durante quase 12 séculos (776 a.C.-393 d.C.). Mas a ginástica moderna surgiu no século XVIII com Johann-Cristoph Guts Muths (1759-1839), autor alemão de Gymnastik fur Jugend, publicado em 1793 e Francisco Amóros Y Ondeano (1769-1849), espanhol naturalizado francês que fundou uma escola de ginástica em Grenelle.

O nome que mais se destaca na história da formação da ginástica moderna foi a do alemão Johann-Friedrich-Ludwig-Christoph-Jahn (1778-1852), grande nacionalista alemão considerado o pai da ginástica, responsável pela propagação da ginástica em aparelhos pelo mundo inteiro que inventou o termo turnen, para designar a prática da ginástica na Alemanha. Durante o bloqueio ginástico de 1820 a 1842 na Alemanha, diversos ginastas alemães emigraram para o mundo inteiro difundindo a ginástica de Jahn.

A partir da segunda metade do século XIX, apareceram na Europa as primeiras federações de ginástica como a da Suíça, Alemanha, Bélgica, Polónia, Holanda e França. Em 1881 iniciou-se a Federação Europeia de Ginástica na Bélgica que torna-se a FIG (Federação Internacional de Ginástica), a partir de 1921, tendo por presidente Nicolas Cupérus que permaneceu até 1924.

Em 1896 iniciam-se as competições internacionais nas olimpíadas de Atenas, com a presença da ginástica e em 1903 o primeiro Torneio Internacional de Ginástica em Antuérpia na Bélgica. Em 1928 inicia-se a participação feminina nas Olimpíadas.


A GINÁSTICA E SUAS MODALIDADES NA ACTUALIDADE


A ginástica de que estamos a falar é a ginástica de competição e exibição, que compreende 6 modalidades distintas:

1. A GINÁSTICA OLÍMPICA ou GINÁSTICA ARTÍSTICA

2. A GINÁSTICA RÍTMICA DESPORTIVA

3. A GINÁSTICA ACROBÁTICA


4. O TRAMPOLIM (cama elástica - entrou para as olimpíadas em Sydney)

5. GINÁSTICA GERAL (exibidas nas famosas Gimnaestradas e aberturas dos jogos - não competitiva)

OBS.: A GINÁSTICA AERÓBICA foi admitida pela FIG como modalidade a partir de 1994.








GINÁSTICA OLÍMPICA (artística)

Dividida em Ginástica Artística Masculina com os seguintes aparelhos:

1. SOLO


2. CAVALO COM ARÇÕES

3. ARGOLAS

4. SALTO de CAVALO

5. PARALELAS SIMÉTRICAS

6. BARRA FIXA

Ginástica Artística Feminina com os seguintes aparelhos:

1. PARALELAS ASSIMÉTRICAS

2. SALTO DE CAVALO

3. TRAVE OLÍMPICA

4. SOLO

Em cada prova realizam-se dois conjuntos de exercícios, um chamado de obrigatório e outro chamado de livre, criado pelo próprio atleta. Para contagem dos pontos são levados em consideração: dificuldade, combinação, originalidade e execução.


GINÁSTICA ACROBÁTICA

Embora Ginástica Acrobática seja o nome oficial do desporto, ela é frequentemente chamada de Acrobática. E embora a Acrobática fosse grandemente desenvolvida no século VII devido a criação do circo, esta como desporto é relativamente jovem. As primeiras competições mundiais datam de 1973.

Dividida nas modalidades:

· MASCULINO: Com pares e quadras

· FEMININO: Pares e trios

· MISTA: Pares

Os acrobatas em grupo devem executar três séries. Uma de equilíbrio, uma dinâmica e outra combinada. As séries dinâmicas são mais activas e com elementos de lançamentos com vôos do parceiro. As séries de equilíbrio valorizam os exercícios estáticos. Em níveis mais altos, a terceira série é uma combinação das duas séries anteriores. Todas as séries são executadas com música e com coreografia. Isto ajuda a enriquecer o movimento do corpo.


GINÁSTICA RÍTMICA DESPORTIVA

A Ginástica Rítmica Desportiva envolve movimentos de corpo e dança de variados tipos e dificuldades combinadas com a manipulação de equipamentos pequenos. As ginastas têm que demonstrar a coordenação e controle de bailarinas bem treinadas, e elas têm que combinar harmonia do movimento com a música. As competições são individuais ou em grupos de 5 ginastas. Na arbitragem, existem dois painéis diferentes, um que atribui a nota técnica e outro que atribui a nota artística. Os aparelhos diferenciam-se muito nas suas composições. O atleta tem que coordenar movimentos de corpo muito difíceis com os elementos do aparelho que estiver usando:

· Corda: caracteriza-se por balanços, círculos, rotações, figuras com movimentos tipo "oito", lançamentos e recepções da corda. As ginastas também saltam com a corda aberta ou dobrada, segura por ambas as mãos.

· Arco: os movimentos mais comuns incluem balanços, rolos, lançamentos e capturas, giros, incursões no arco, rotações do arco no chão e rotações do arco ao redor da mão e outras partes do corpo. O mais impressionante aqui está nos lançamentos altos e nas técnicas complexas para pegar o arco de uma forma diferente a cada momento.

· Massas: balanços, círculos grandes, círculos pequenos, moinhos, lançamentos e recepções, e batidas rítmicas são os movimentos mais comuns.

· Fitas: são incluídas nas rotinas de fitas, espirais, balanços, círculos, lançamentos e recepções, e movimentos com figuras tipo 'oito'. A fita deve permanecer em movimento constantemente.

· Bola: Ondas, círculos, lançamentos e recepções, movimentos com a bola equilibrada na mão, saltos e giros com a bola no chão e ao longo de partes do corpo são os movimentos mais comuns desta especialidade.

TRAMPOLIM ACROBÁTICO


Estas modalidades são relativamente novas no contexto esportivo, e só recentemente é que o trampolim passou a ser um esporte olímpico, são elas: Trampolim Acrobático, Tumbling e Duplo Mini. Estes trampolins modernos podem propulsar tão alto os atletas treinados, que estes podem chegar até 5 / 6 metros durante as performances!

Durante duas séries competitivas de 10 habilidades cada, os atletas de nível superior podem facilmente demonstrar uma bela ordem de saltos duplos, triplos quádruplos e piruetas.

· Trampolim Sincronizado: Exige a mesma habilidade técnica que o trampolim individual, porém soma-se a isso uma maior precisão de tempo na execução dos exercícios. São usados dois trampolins para dois atletas de performances parecidas que devem executar uma série de 10 elementos ao mesmo tempo. Assim, artisticamente, cada um executa como se fosse uma imagem de espelho do outro, dobrando a beleza visual da competição de trampolim.

· Tumbling: O Tumbling é executado em uma pista elevada que ajuda os acrobatas dando uma propulsão que os elevam mais alto que uma tabela de basquetebol; sempre demonstrando velocidade, força e habilidade enquanto executam uma série de manobras acrobáticas. Saltos mortais explosivos com múltiplos saltos e piruetas serão executadas sempre em busca de uma performance próxima ao topo.

· Duplo Mini-Trampolim: É um desporto relativamente novo que combina a corrida horizontal do tumbling com os saltos verticais do trampolim. Depois de uma pequena corrida, o atleta salta sobre um trampolim pequeno duplamente nivelado para executar um movimento (salto) em um dos níveis, ressaltando no segundo nível, seguido imediatamente por um elemento que irá finalizar sobre a área de recepção.

GINÁSTICA GERAL


A Ginástica Geral compreende um vasto leque de actividades físicas orientadas para o lazer, fundamentadas nas actividades gímnicas, assim como em manifestações corporais com particular interesse no contexto cultural nacional.

A Gimnaestrada Mundial (realizada desde 1953) é o festival internacional mais importante da Ginástica Geral, sendo este o evento oficial da Federação Internacional de Ginástica para a modalidade, onde vários países a cada 4 anos para realizar apresentações, trocar informações sobre os trabalhos desenvolvidos em seus países e discutir a Ginástica Geral como importante elemento para o aprimoramento humano.

O idealizador da Gimnaestrada foi o Holandês Jo Sommer, cuja ideia era realizar um evento sem a preocupação com o aspecto competitivo, isto é, um evento em que os participantes comparecessem pelo prazer de sua performance e sem limitações de qualquer tipo.






Fonte:Tumbling

Sinais da Arbitragem


Se és um craque de Basquetebol, possivelmente quererás saber, o significado dos gestos técnicos dos árbitros? Entra no picasa e visualiza-os.

Sinais da Arbitragem



Aqui também poderás baixar as Regras de Basquetebol
Regras de Basquetebol

Bem pulsar para bem viver

Quando fazes desporto ficas facilmente cansado e com o ritmo do coração elevado (sentes que o coração bate muito)?
Demoras muito a recuperar ou seja a repor o ritmo da respiração e do coração?

Capacidade Aeróbica

Primeiro, vamos tentar saber que é isso de capacidade aeróbica:

Podemos dizer que é a capacidade de mantermos um esforço contínuo e a capacidade de recuperação no final do exercício. Tem a ver com a capacidade do nosso coração para bombear o sangue pelo organismo e a maior ou menor facilidade com que o organismo oxigena as suas células.

Para ilustrar o que estamos a dizer vais pensar que tens subir quatro andares pelas escadas.
Possuindo uma capacidade aeróbica boa ou razoável, consegues subi-los sem parar e sem chegar terrivelmente cansado.
Nota que não interessa a rapidez da passada, que cada qual adapta às suas possibilidades.
No final podes uma recuperação mais ou menos rápida do ritmo cardíaco e da respiração. Se não tiveres uma boa capacidade aeróbica chegaras muito fatigado, com o coração aos pulos, e ficarás curvado e sem “respiração” durante algum tempo.


Teste de capacidade Aeróbica

Agora, vais realizar um teste para saber qual a tua capacidade aeróbica:

Para realizares este teste apenas necessitas de saber medir as tuas pulsações, um cronómetro ou um relógio que indique os segundos, um papel e uma caneta ou lápis.

Já tens o material necessário? Então agora é só seguir as instruções.

Actividade:

1. Mede a tua pulsação por minuto (conta-a durante 20 segundos e multiplica por 3), em descanso, de preferência após um período de paragem física e de descontracção emocional. Anota o valor na célula – P1.


2. Faz 30 flexões de pernas durante 45 segundos: de pé, com as mãos apoiadas numa mesa, flecte as pernas dobrando os joelhos e sobe novamente.
Mede a tua pulsação novamente e anota o valor na célula – P2.

3. Torna a medir a pulsação 60 segundos depois de teres terminado o exercício. Regista o valor na célula – P3.

P1


P2


P3





4. Agora, realiza as seguintes operações:

Soma P1 com P2 e com P3. Ao resultado obtido subtrai 200. Depois, divide ainda por 10. O valor final corresponde à tua capacidade aeróbica.

5. Analisa os resultados tendo em conta as informações fornecidas na seguinte tabela:

Se for menor que 0

EXCELENTE

Se estiver entre 0 e 5

MUITO BOA

Se estiver entre 5 e 10

BOA

Se estiver entre 10 e 15

MÉDIA

Se P2 for maior que 2 vezes P1

TENS FALTA DE TREINO

Se P3 for maior que P1 mais 10

TENS FRACA RECUPERAÇÃO

Se P3 for menor que P1

EXCELENTE DESACELERAÇÃO CARDÍACA



6. Podes construir uma tabela para anotar os valores de todos os teus colegas da turma.

7. Analisa e debate os resultados com os teus colegas e o professor.

8. Se quiseres, podes ainda construir um gráfico com os valores obtidos.




Fonte:Minerva



Frederico Gil afastado da final



O português Frederico Gil foi afastado da final do torneio "challenger" de East London, África do Sul, em ténis ao perder com o austríaco Stefan Koubek, por 6-4 e 6-3.

O campeão nacional esteve próximo da final mais importante da sua carreira, porém, a maior experiência e rodagem de Koubek, número 54 do ranking mundial e um jogador mais adaptado a pisos rápidos, pesaram a favor do austríaco.

Gil diz adeus a East London (125 mil dólares) com 40 pontos ATP no pecúlio que o levarão à sua melhor posição de sempre no ranking mundial - entrará no top 130 -, onde actualmente é 138º classificado.

O melhor português na hierarquia do Circuito ATP conseguirá uma redução pontual significativa relativamente ao top 100, que poderá vir a tornar-se num objectivo bem real para Frederico Gil na presente época.

A partir da próxima segunda-feira, o número 1 nacional estará em competição no "challenger" de Besançon (85 mil dólares), em França.


Fonte:Infordesporto

Vitória do suíço Victor Rothlin



O suíço Victor Rothlin venceu hoje a maratona de Tóquio com o tempo de 2 horas, sete minutos e 23 segundos, ganhando a possibilidade de estar nos Jogos Olímpicos de Pequim, em Agosto próximo.

Medalha de prata nos Mundiais de Osaca, Rothlin, 33 anos, melhorou em 53 segundos o recorde da Suíça, que lhe pertencia desde 1 de Abril do ano passado, quando venceu a maratona de Zurique. Hoje, o atleta suíço destacou-se ao quilómetro 38, adiantando-se ao japonês Arata FGugiwara e ao queniano Julius Gitahi.

CLASSIFICAÇÃO: 1º Victor Röthlin (Suíça) 2 h 07: 23; 2º Arata Fujiwara (Japão) 2 h 08: 40; 3º Julius Gitahi (Quénia) 2 h 08: 57; 4º Toshinari Suwa (Japão) 2 h 09: 16; 5º Satoshi Irifune (Japão) 2 h 09: 40; 6º Kurao Umeki (Japão) 2 h 11: 00; 7º Seiji Kobayashi (Japão) 2 h 11: 02; 8º Kazutoshi Takatsuka (Japão) 2 h 11: 05; 9º Hiroyuki Horibata (Japão) 2 h 11: 47; 10º Takashi Ota (Japão) 2 h 12: 10.

Fonte:Infordesporto

Espinho bate Vilacondense


O campeão nacional de voleibol masculino, o Sporting de Espinho, iniciou da melhor maneira os “play-offs” da edição desde ano da A1, ao derrotar em casa o Vilacondense, por 3-1, e o Benfica obteve um triunfo por 3-0 na Luz diante da Académica de Espinho.

O Sporting de Espinho impôs-se pelos parciais de 25-19, 22-25, 25-17 e 25-22, enquanto os encarnados ganharam por 25-18, 25-17 e 25-15. tanto o Sporting de Espinho como o Benfica passam à fase seguinte se vencerem os respectivos adversários no próximo jogo, a disputar a 27 do corrente.


Fonte:Infordesporto

Porto eliminado




O FC Porto despediu-se hoje das competições europeias de andebol, ao perder no reduto dos russos do Zarja Kaspija Astrakhan por 31-28, em encontro da segunda mão dos oitavos-de-final da Taça das Taças. A formação portuguesa, que perdia ao intervalo por três bolas de diferença (17-14), já tinha saído derrotada da primeira mão, em casa, por 30-27.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Escola de Mini volei





Escola de Minivolei - Lusófona Kids

Se nasceste em 1995 ou posteriormente e gostas de Voleibol, a Universidade Lusófona criou para ti uma Escola de MiniVolei.
Para mais informações, clica na imagem e entra no site.

Como nasceu o salto em altura




Desde o século XIX a.C., que se realizavam os jogos de Tailti (nome de uma aldeia do condado de Meath). Destes jogos faziam parte lançamentos e saltos, entre os quais se fazia referência ao salto em altura.

O salto em altura, propriamente dito, apenas se pratica desde o século XIX. Os escoceses, irlandeses e ingleses foram os primeiros atletas com resultados notáveis para a época. As técnicas básicas de execução do salto em altura foram evoluindo ao longo dos tempos, fruto da investigação, das condições técnicas, da zona de queda e das normas impostas pelo regulamento técnico de atletismo.

Inicialmente empregou-se o estilo de montada (escarranchado, com o corpo erguido); seguiu-se o estilo tesoura, chamado assim pelo seu característico movimento de pernas; posteriormente utilizou-se o estilo de rotação ventral, em que a fasquia fica por baixo do tórax, efectuando o atleta um movimento giratório ao redor do eixo longitudinal do seu corpo, na actualidade emprega-se o estilo Fosbury Flop (de costas para a fasquia) o qual surgiu pela primeira vez nos Jogo Olímpicos do México em 1968, com um atleta norte-americano de nome Dick Fosbury, que com uma técnica até então nunca vista conquistou a medalha de ouro.

Esta técnica mundialmente conhecida foi evoluindo até à actualidade, sendo hoje utilizada pela grande maioria dos saltadores.

Evolução das marcas:

O salto em altura, nos últimos anos, experimentou uma grande progressão, não só pelo nível de marcas obtidas mas também pela evolução da metodologia de treino, pela captação de indivíduos para esta prova e pela evolução técnica para atingir um maior rendimento. Até ao ano de 1968, praticamente não houve evolução no que diz respeito aos resultados e, além do mais, verifica-se uma grande diferença entre o melhor saltador e a melhor saltadora. A partir do ano de 1968, com o aparecimento da técnica que se denomina actualmente de Fosbury Flop, praticamente os resultados tiveram uma progressão contínua, em curtos intervalos de tempo, até aos dias de hoje. A partir do ano de 1973, à excepção dos anos de 1977 e 1978, o recorde sempre esteve nas mãos da técnica de Fosbury Flop. Por outro lado, hoje em dia seria um dado pitoresco e talvez mesmo anedótico encontrar um saltador que utilize outra técnica. Na alta competição há já 40 anos que não aparece nenhum atleta que utilize uma técnica distinta.


Fonte:Atletas.net

As regras básicas das disciplinas olímpicas


Cada disciplina tem as suas próprias normas. Algumas dessas disciplinas, porém, são muito semelhantes como é o caso dos 100, 200 e 400 metros com ou sem barreiras, chamadas de provas de velocidade. Neste caso, a regra básica é a proibição de invadir o corredor adversário ou mesmo provocar uma falsa partida, com exceção das provas de 800 e 1.500 metros, denominadas de meio-fundo. No caso da marcha atlética, um atleta tem sempre que estar com um pé no chão (pé de apoio), sendo que este pé de apoio não pode flexionar o joelho.

Nas provas de estafetas, o atleta deve passar um testemunho ao colega de equipa que lhe sucede. O momento da passagem do testemunho é indicado por marcas na pista. O êxito dependerá de dois factores principais: precisão na saída e na passagem do testemunho.

Nas provas de lançamento, o atleta tem um limite até onde pode ir. Se ultrapassá-lo, será anulada a tentativa. Nos casos do decatlo e heptatlo os pontos são baseados na performance dos atletas em cada disciplina. É vencedor quem somar mais pontos até o fim dos eventos.
Provas do decatlo: corridas de 100 metros, 400 metros e 1.500 metros, 110 metros barreiras; lançamento de disco, peso e dardo; salto em altura, em comprimento e com vara. Faz parte do programa dos Jogos Olímpicos desde 1912.

Heptatlo: 100m barreiras, lançamento de peso, salto em altura, 200 metros; salto em comprimento, lançamento de dardo e 800m. Está nos Jogos desde 1984.

3.000 metros obstáculos: inclui 4 obstáculos e 1 obstáculo junto a uma vala com água em cada volta da pista. Este último é o mais espetacular, uma vez que o atleta deve pular o obstáculo e saltar o fosso de 3,66m de comprimento. A prova, com influências hípicas, entrou para os Jogos Olímpicos em 1900.

Lançamento de dardo: no masculino, o seu peso total não pode passar as 800 gramas e o seu comprimento varia de 2,60 a 2,70 m. O diâmetro varia de 2,5 a 3 cm. No feminino, o peso total é de 600 gramas, o comprimento varia de 2,20 a 2,30 metros e o diâmetro varia de 2 a 2,25 cm. O lançamento é feito para o interior do campo relvado, que normalmente é circundado por uma pista à sua volta.

Uma referência especial à maratona, prova na extensão de 42.195 metros, que é considerada como a mais difícil das disciplinas do atletismo, uma vez que exige dos participantes enorme capacidade de resistência física e psicológica. A maratona masculina é por tradição, a prova que encerra o programa de competições do Jogos Olímpicos, o que mostra bem o seu simbolismo.

Disciplinas olímpicas
100 metros *
200 metros *
400 metros *
800 metros *
1.500 metros *
5.000 metros *
10.000 metros *
maratona *
4 x 100 metros *
4 x 400 metros *
400 metros barreiras *
Salto em altura *
Salto em comprimento *
Triplo salto *
Salto à vara *
Lançamento do disco *
Lançamento do dardo *
Lançamento do peso *
Marcha atlética (20 km) *

Disciplinas exclusivas dos atletas masculinos
Marcha atlética (50 km)
110 metros barreiras
3.000 com obstáculos
Decatlo

Disciplinas exclusivas dos atletas femininos

Marcha atlética (10 km)
100 metros barreiras
Heptatlo

(*) - provas disputadas tanto em masculinos como em femininos

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

História da Maratona







A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896







A maratona surgiu com um herói grego que, segundo a lenda, sacrificou a sua vida para percorrer os 40 km entre as cidades de Maratona e Atenas, na Grécia. O corredor era Pheidíppides que correu a distância para levar a notícia da vitória grega sobre os persas, no ano 490 antes de Cristo.

A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896, no percurso original, e seu vencedor foi Spiridon Louis com o tempo de 02:58:50h, fazendo a média de 4min28sec por quilómetro.

Em 1908 nos Jogos Olímpicos de Londres, o percurso da maratona sofreu uma alteração. Para que a família real britânica pudesse assistir ao início da prova do jardim do Castelo Windsor, o comité organizador aferiu a distância total em 42.195 metros, que continua até hoje.

A maratona se firma cada vez mais como um acontecimento desportivo das grandes cidades. Além de ser a prova clássica dos Jogos Olímpicos, ela fixou o seu templo sagrado na cidade de Nova York, onde a partir de 1970, ela pára o trânsito e leva milhares de pessoas às ruas, que vibram pelos "desafiantes".

Actualmente, o recorde mundial pertence ao marroquino naturalizado americano, Khalid Khannouchi de 30 anos, que no dia 14 de Abril de 2002, em Londres, estabeleceu o tempo de 02:05:38 h, média de 2min57sec por quilómetro (01:02:42 h nos 21 km iniciais).

O primeiro resultado oficial de uma mulher a correr uma maratona pertence a inglesa Violet Piercy, com o tempo de 03:40:22 h, no ano de 1926.

A estreia das mulheres nos Jogos Olímpicos ocorreu no ano de 1984, em Los Angeles, onde a vitoriosa foi a americana Joan Benoit Samuelson com o tempo de 02:24h. Duas semanas antes, a atleta havia se submetido a uma astroscopia ao joelho e neste mesmo período, realizou treinos em piscina (sem impacto) somente pisando o asfalto no dia da competição.

Em 30 de Setembro de 2001, na Maratona de Berlim, a japonesa Naoko Takahashi venceu a prova com novo recorde mundial, em 02:19:46h (feliz por ser a primeira mulher na história a quebrar a barreira das 02:20 h), mas que durou apenas uma semana.

A incrível façanha foi superada pela queniana Catherine Ndereba, de 29 anos, que no dia 7 de Outubro na Maratona de Chicago, cravou o cronómetro em 02:18:47h (com parciais de 01:10:15h nos primeiros 21 quilómetros e 01:08:32h nos 21 quilómetros finais).

Até ao momento, o melhor resultado pertence à inglesa Paula Radcliffe de 29 anos, atleta do ano nomeada pela IAAF - Federação Internacional de Atletismo em 2002, com 2 horas 17 minutos e 18 segundos, resultado estabelecido em Chicago no dia 13 de Outubro do ano passado.


Fonte:Atletas.nt

Futebol


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Historia do Futebol

O futebol teve diversas variações futebol association ou soccer, rugby, futebol americano, handeboll e futebol de salão de origens remotas e indefinidas. A reconstituição da história do futebol começa séculos a.C. e é baseada em dados e referências contidos em livros e gravuras, a maior parte dos quais sem comprovação possível.

Na China, em 206, a.C., surgiu um manual que regulamentava um jogo estranho, parecido com o futebol, já praticado 2.500 anos antes, no Império Huang-Ti. A meta ficava no centro e os jogadores evitavam que a bola tocasse no chão, sem usar as mãos. No túmulo de Beni Hassam, na Antigo Egipto, desenhos nas pedras lembravam o futebol. O jogo continuou de dinastia em dinastia.

Na Grécia, em 20 a.C., uma competição chamada Speskiros ou Harpastum animava gregos e troianos. O campo era delimitado por duas linhas de fundo e a bola era colocada no centro, onde havia outra linha. Duas equipes postavam-se nas linhas de fundo, o juiz dava as ordens e as equipes disparavam em direcção à bola. Valia tudo para apanhá-la e alcançar a cidadela (linha de fundo) adversária.

A Inglaterra é o berço do futebol moderno. Há quem afirme que os Romanos foram os responsáveis ao introduzirem o Harpastum no país, mas o facto não obteve ainda confirmação histórica. É indiscutível, no entanto, que já no séc. XII a juventude britânica praticava um jogo parecido. Cidades vizinhas competiam e a disputa era uma batalha campal. O futebol , que já se chamava assim, fazia muitas vítimas. Não havia nenhum limite. Nem de jogadores, nem de tempo. Um povoação inteira chutava a bola contra outro povoação, empurrando-a com pontapés e murros até a meta. As partidas prolongavam-se ao longo de vários dias, à custa de várias vidas. Os reis proibiam estes lances sangrentos: em 1349, Eduardo III incluiu o futebol entre os jogos "estúpidos e de nenhuma utilidade" e há éditos contra o futebol assinados por Henrique IV em 1410 e Henrique VI em 1547. Apesar de toda essa repressão, o jogo evoluiu.

Em Florença, o futebol chama-se cálcio. Leonardo da Vinci era adepto famoso e Maquiavel, jogador praticante. Longe de Florença, nos jardins do Vaticano, os Papas Clemente VII, Leão IX e Urbano VIII costumavam "arregaçar" as batinas para jogar o cálcio. A Igreja Católica não colocou nenhuma objecção a respeito da nova prática desportiva. Muito pelo contrário, pois era comum ver uma multidão de estudantes correndo atrás da bola e também alguns padres distribuindo golpes possantes e exigindo igualmente chutes poderosos, mesmo que ocasionalmente estes pudessem alcançar as suas canelas.

No ano de 1340 d.C., na praça de Santa Cruz em Florença, aconteceu o primeiro jogo no qual a bola era disputada com os pés e com as mãos, entre equipes de 27 jogadores. A bola era uma capa de couro que protegia uma bexiga cheia de ar. A regra era que cada equipe ultrapassasse a bola na meta adversária, formada por dois postes de madeiras colocados nas extremidades do campo.

No México e na América Central, a bola de borracha era o sol de uma cerimónia sagrada desde aproximadamente 1.500 AC. Segundo os índios da selva amazónica da Bolívia, a tradição deste jogo tem origens remotas. No séc. XVIII, um sacerdote espanhol das missões jesuítas do Alto Paraná, descreveu um costume dos guaranis: "Não lançam a bola com a mão, como nós, mas com a parte superior dos pés descalços". Entre os índios do México e da América Central, a bola era golpeada geralmente com o quadril ou com o antebraço, embora as pinturas de Teotihua cán e de Chichén-Hzá revelem que em certos jogos se chutava a bola com o pé e com o joelho. Quando o jogo terminava e o sol chegava ao amanhecer depois de atravessar a região da morte, muito sangue já havia rolado. Segundo alguns estudiosos, os Astecas sacrificavam os vencedores, pintavam os corpos com faixas vermelhas e cortavam-lhes a cabeça, dando o seu sangue em oferenda para que a terra fosse fértil e o céu, generoso.

A Itália, França, Inglaterra e Escócia continuavam animando o calcio, soule, football, que se solidificava principalmente na Escócia e na Inglaterra. Roupas rasgadas, pernas quebradas, dentes arrancados eram uma constante nos campos. Muitos achavam que se tratava de um desporto bárbaro por estimular a violência e o ódio.

Localizamos, também, práticas relacionadas ao futebol que datam, aproximadamente, do século XI, durante as guerras medievais. Os homens que lutavam contra tribos adversárias tinham o hábito de, ao capturar um guerreiro de uma outra tribo, matá-lo e decapitá-lo. Logo após, pegavam a cabeça do indivíduo morto e realizavam um animado e festivo " chutes à cabeça ". Durante tal celebração, os habitantes da tribo vitoriosa encontravam-se para, juntos, contarem os feitos heróicos realizados nalguma determinada batalha e relaxarem um pouco correndo e chutando a cabeça do recém assassinado.

Esta prática primitiva e selvagem demonstra o grande potencial de tensão e agressividade que os indivíduos acumulavam durante as guerras e a maneira que encontravam para expressar sua raiva e ódio pelos adversários.

Desde muito cedo, portanto, observamos que o acto de chutar sempre esteve relacionado com uma libertação da agressividade. Sobretudo no início de sua prática, quando não existiam regras ou leis. Tudo era permitido, desde que houvesse muito barulho e algazarra.

Somente no início do século XX é que o futebol surge na Inglaterra em clubes extremamente ricos e aristocráticos. A nata da sociedade passava os dias a divertir-se com este novo desporto que se iniciava sem muitas regras e que se tornou exclusivo das elites dominantes .Uma analogia ao ténis pode ser feita no sentido de compreendermos melhor à que camada social o futebol era destinado. Os encontros sociais e a tentativa de inventar uma outra modalidade desportiva que pudesse concorrer com o " cricket " eram privilegiados. Parece que esta tentativa obteve um grande sucesso se compararmos, na Inglaterra de hoje, o número de adeptos do futebol e do " cricket ". .

Os primórdios do futebol português

“Não há duas opiniões em contrário. O futebol que se joga e sempre se jogou em Portugal veio de Inglaterra, pela mão de alguns jovens lusitanos educados nos melhores colégios daquele países e, também, por cidadãos britânicos a trabalhar entre nós.

Há, porém, duas versões sobre a chegada da primeira bola a Portugal. Uma aponta para o Funchal e é atribuída a um inglês de nome Harry Hilton, que ali residia - facto assinalado, durante muitos anos, num pequeno muro do parque infantil do jardim da Camacha, inserindo, em letras metálicas, a legenda “Aqui se praticou futebol pela primeira vez em Portugal em 1875.

Outra diz terem sido os irmãos Eduardo e Frederico Pinto Basto, em 1886, os portadores de uma bola com o forte desejo de continuarem, na sua pátria, um desporto, o futebol, que muito os apaixonara.

A ideia foi acolhida com o maior interesse e entusiasmo pelo irmão maioritário dos jovens estudantes, Guilherme Pinto Basto, que, porém, não se limitou a afagar a bola, como um simples brinquedo para se divertir e pontapear num jogo. Não. Foi bem mais longe. Reuniu amigos, alguns deles ingleses, levou-os até Cascais e, nos terrenos da Parada, um pouco adiante da cidadela, onde hoje existe um jardim público, ali promoveu, numa tarde domingueira de Outubro de 1888, a primeira exibição de futebol em Portugal. Não um jogo, apenas um ensaio, como ele próprio o rotulou, para mostrar aos companheiros e ao público, que prontamente ali acorreu, como se jogava futebol.

Nesse ensaio que hoje podemos entender como exibição ou treino, intervieram, para além de quatro Pinto Basto, outros jogadores que ficaram para a história como os primeiros futebolistas portugueses… [juntamente com outros jogadores] …que, três meses depois, nos terrenos do Campo Pequeno, precisamente no sítio onde hoje se encontra a Praça de Touros, em frente ao Palácio de Galveias, participaram no primeiro jogo de futebol, já com as regras, então adoptadas, em Inglaterra.

Estes actos, em si, e outras iniciativas de Guilherme Pinto Basto, na propaganda e expansão do futebol, levaram ao justo e unânime reconhecimento do seu nome como o do verdadeiro introdutor do mais popular desporto em Portugal. E, implicitamente, o ano de 1888 ficou, assim, praticamente oficializado, como o do nascimento do futebol no nosso país.”

In “1914 – Os anos de diamante – 1989 / No primeiro Centenário do Futebol Português” da Autoria de Henrique Parreirão, Edição da FPF