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sábado, 16 de fevereiro de 2008

As regras básicas das disciplinas olímpicas


Cada disciplina tem as suas próprias normas. Algumas dessas disciplinas, porém, são muito semelhantes como é o caso dos 100, 200 e 400 metros com ou sem barreiras, chamadas de provas de velocidade. Neste caso, a regra básica é a proibição de invadir o corredor adversário ou mesmo provocar uma falsa partida, com exceção das provas de 800 e 1.500 metros, denominadas de meio-fundo. No caso da marcha atlética, um atleta tem sempre que estar com um pé no chão (pé de apoio), sendo que este pé de apoio não pode flexionar o joelho.

Nas provas de estafetas, o atleta deve passar um testemunho ao colega de equipa que lhe sucede. O momento da passagem do testemunho é indicado por marcas na pista. O êxito dependerá de dois factores principais: precisão na saída e na passagem do testemunho.

Nas provas de lançamento, o atleta tem um limite até onde pode ir. Se ultrapassá-lo, será anulada a tentativa. Nos casos do decatlo e heptatlo os pontos são baseados na performance dos atletas em cada disciplina. É vencedor quem somar mais pontos até o fim dos eventos.
Provas do decatlo: corridas de 100 metros, 400 metros e 1.500 metros, 110 metros barreiras; lançamento de disco, peso e dardo; salto em altura, em comprimento e com vara. Faz parte do programa dos Jogos Olímpicos desde 1912.

Heptatlo: 100m barreiras, lançamento de peso, salto em altura, 200 metros; salto em comprimento, lançamento de dardo e 800m. Está nos Jogos desde 1984.

3.000 metros obstáculos: inclui 4 obstáculos e 1 obstáculo junto a uma vala com água em cada volta da pista. Este último é o mais espetacular, uma vez que o atleta deve pular o obstáculo e saltar o fosso de 3,66m de comprimento. A prova, com influências hípicas, entrou para os Jogos Olímpicos em 1900.

Lançamento de dardo: no masculino, o seu peso total não pode passar as 800 gramas e o seu comprimento varia de 2,60 a 2,70 m. O diâmetro varia de 2,5 a 3 cm. No feminino, o peso total é de 600 gramas, o comprimento varia de 2,20 a 2,30 metros e o diâmetro varia de 2 a 2,25 cm. O lançamento é feito para o interior do campo relvado, que normalmente é circundado por uma pista à sua volta.

Uma referência especial à maratona, prova na extensão de 42.195 metros, que é considerada como a mais difícil das disciplinas do atletismo, uma vez que exige dos participantes enorme capacidade de resistência física e psicológica. A maratona masculina é por tradição, a prova que encerra o programa de competições do Jogos Olímpicos, o que mostra bem o seu simbolismo.

Disciplinas olímpicas
100 metros *
200 metros *
400 metros *
800 metros *
1.500 metros *
5.000 metros *
10.000 metros *
maratona *
4 x 100 metros *
4 x 400 metros *
400 metros barreiras *
Salto em altura *
Salto em comprimento *
Triplo salto *
Salto à vara *
Lançamento do disco *
Lançamento do dardo *
Lançamento do peso *
Marcha atlética (20 km) *

Disciplinas exclusivas dos atletas masculinos
Marcha atlética (50 km)
110 metros barreiras
3.000 com obstáculos
Decatlo

Disciplinas exclusivas dos atletas femininos

Marcha atlética (10 km)
100 metros barreiras
Heptatlo

(*) - provas disputadas tanto em masculinos como em femininos

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

História da Maratona







A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896







A maratona surgiu com um herói grego que, segundo a lenda, sacrificou a sua vida para percorrer os 40 km entre as cidades de Maratona e Atenas, na Grécia. O corredor era Pheidíppides que correu a distância para levar a notícia da vitória grega sobre os persas, no ano 490 antes de Cristo.

A primeira maratona dos Jogos Olímpicos modernos foi realizada no ano de 1896, no percurso original, e seu vencedor foi Spiridon Louis com o tempo de 02:58:50h, fazendo a média de 4min28sec por quilómetro.

Em 1908 nos Jogos Olímpicos de Londres, o percurso da maratona sofreu uma alteração. Para que a família real britânica pudesse assistir ao início da prova do jardim do Castelo Windsor, o comité organizador aferiu a distância total em 42.195 metros, que continua até hoje.

A maratona se firma cada vez mais como um acontecimento desportivo das grandes cidades. Além de ser a prova clássica dos Jogos Olímpicos, ela fixou o seu templo sagrado na cidade de Nova York, onde a partir de 1970, ela pára o trânsito e leva milhares de pessoas às ruas, que vibram pelos "desafiantes".

Actualmente, o recorde mundial pertence ao marroquino naturalizado americano, Khalid Khannouchi de 30 anos, que no dia 14 de Abril de 2002, em Londres, estabeleceu o tempo de 02:05:38 h, média de 2min57sec por quilómetro (01:02:42 h nos 21 km iniciais).

O primeiro resultado oficial de uma mulher a correr uma maratona pertence a inglesa Violet Piercy, com o tempo de 03:40:22 h, no ano de 1926.

A estreia das mulheres nos Jogos Olímpicos ocorreu no ano de 1984, em Los Angeles, onde a vitoriosa foi a americana Joan Benoit Samuelson com o tempo de 02:24h. Duas semanas antes, a atleta havia se submetido a uma astroscopia ao joelho e neste mesmo período, realizou treinos em piscina (sem impacto) somente pisando o asfalto no dia da competição.

Em 30 de Setembro de 2001, na Maratona de Berlim, a japonesa Naoko Takahashi venceu a prova com novo recorde mundial, em 02:19:46h (feliz por ser a primeira mulher na história a quebrar a barreira das 02:20 h), mas que durou apenas uma semana.

A incrível façanha foi superada pela queniana Catherine Ndereba, de 29 anos, que no dia 7 de Outubro na Maratona de Chicago, cravou o cronómetro em 02:18:47h (com parciais de 01:10:15h nos primeiros 21 quilómetros e 01:08:32h nos 21 quilómetros finais).

Até ao momento, o melhor resultado pertence à inglesa Paula Radcliffe de 29 anos, atleta do ano nomeada pela IAAF - Federação Internacional de Atletismo em 2002, com 2 horas 17 minutos e 18 segundos, resultado estabelecido em Chicago no dia 13 de Outubro do ano passado.


Fonte:Atletas.nt

Futebol


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Historia do Futebol

O futebol teve diversas variações futebol association ou soccer, rugby, futebol americano, handeboll e futebol de salão de origens remotas e indefinidas. A reconstituição da história do futebol começa séculos a.C. e é baseada em dados e referências contidos em livros e gravuras, a maior parte dos quais sem comprovação possível.

Na China, em 206, a.C., surgiu um manual que regulamentava um jogo estranho, parecido com o futebol, já praticado 2.500 anos antes, no Império Huang-Ti. A meta ficava no centro e os jogadores evitavam que a bola tocasse no chão, sem usar as mãos. No túmulo de Beni Hassam, na Antigo Egipto, desenhos nas pedras lembravam o futebol. O jogo continuou de dinastia em dinastia.

Na Grécia, em 20 a.C., uma competição chamada Speskiros ou Harpastum animava gregos e troianos. O campo era delimitado por duas linhas de fundo e a bola era colocada no centro, onde havia outra linha. Duas equipes postavam-se nas linhas de fundo, o juiz dava as ordens e as equipes disparavam em direcção à bola. Valia tudo para apanhá-la e alcançar a cidadela (linha de fundo) adversária.

A Inglaterra é o berço do futebol moderno. Há quem afirme que os Romanos foram os responsáveis ao introduzirem o Harpastum no país, mas o facto não obteve ainda confirmação histórica. É indiscutível, no entanto, que já no séc. XII a juventude britânica praticava um jogo parecido. Cidades vizinhas competiam e a disputa era uma batalha campal. O futebol , que já se chamava assim, fazia muitas vítimas. Não havia nenhum limite. Nem de jogadores, nem de tempo. Um povoação inteira chutava a bola contra outro povoação, empurrando-a com pontapés e murros até a meta. As partidas prolongavam-se ao longo de vários dias, à custa de várias vidas. Os reis proibiam estes lances sangrentos: em 1349, Eduardo III incluiu o futebol entre os jogos "estúpidos e de nenhuma utilidade" e há éditos contra o futebol assinados por Henrique IV em 1410 e Henrique VI em 1547. Apesar de toda essa repressão, o jogo evoluiu.

Em Florença, o futebol chama-se cálcio. Leonardo da Vinci era adepto famoso e Maquiavel, jogador praticante. Longe de Florença, nos jardins do Vaticano, os Papas Clemente VII, Leão IX e Urbano VIII costumavam "arregaçar" as batinas para jogar o cálcio. A Igreja Católica não colocou nenhuma objecção a respeito da nova prática desportiva. Muito pelo contrário, pois era comum ver uma multidão de estudantes correndo atrás da bola e também alguns padres distribuindo golpes possantes e exigindo igualmente chutes poderosos, mesmo que ocasionalmente estes pudessem alcançar as suas canelas.

No ano de 1340 d.C., na praça de Santa Cruz em Florença, aconteceu o primeiro jogo no qual a bola era disputada com os pés e com as mãos, entre equipes de 27 jogadores. A bola era uma capa de couro que protegia uma bexiga cheia de ar. A regra era que cada equipe ultrapassasse a bola na meta adversária, formada por dois postes de madeiras colocados nas extremidades do campo.

No México e na América Central, a bola de borracha era o sol de uma cerimónia sagrada desde aproximadamente 1.500 AC. Segundo os índios da selva amazónica da Bolívia, a tradição deste jogo tem origens remotas. No séc. XVIII, um sacerdote espanhol das missões jesuítas do Alto Paraná, descreveu um costume dos guaranis: "Não lançam a bola com a mão, como nós, mas com a parte superior dos pés descalços". Entre os índios do México e da América Central, a bola era golpeada geralmente com o quadril ou com o antebraço, embora as pinturas de Teotihua cán e de Chichén-Hzá revelem que em certos jogos se chutava a bola com o pé e com o joelho. Quando o jogo terminava e o sol chegava ao amanhecer depois de atravessar a região da morte, muito sangue já havia rolado. Segundo alguns estudiosos, os Astecas sacrificavam os vencedores, pintavam os corpos com faixas vermelhas e cortavam-lhes a cabeça, dando o seu sangue em oferenda para que a terra fosse fértil e o céu, generoso.

A Itália, França, Inglaterra e Escócia continuavam animando o calcio, soule, football, que se solidificava principalmente na Escócia e na Inglaterra. Roupas rasgadas, pernas quebradas, dentes arrancados eram uma constante nos campos. Muitos achavam que se tratava de um desporto bárbaro por estimular a violência e o ódio.

Localizamos, também, práticas relacionadas ao futebol que datam, aproximadamente, do século XI, durante as guerras medievais. Os homens que lutavam contra tribos adversárias tinham o hábito de, ao capturar um guerreiro de uma outra tribo, matá-lo e decapitá-lo. Logo após, pegavam a cabeça do indivíduo morto e realizavam um animado e festivo " chutes à cabeça ". Durante tal celebração, os habitantes da tribo vitoriosa encontravam-se para, juntos, contarem os feitos heróicos realizados nalguma determinada batalha e relaxarem um pouco correndo e chutando a cabeça do recém assassinado.

Esta prática primitiva e selvagem demonstra o grande potencial de tensão e agressividade que os indivíduos acumulavam durante as guerras e a maneira que encontravam para expressar sua raiva e ódio pelos adversários.

Desde muito cedo, portanto, observamos que o acto de chutar sempre esteve relacionado com uma libertação da agressividade. Sobretudo no início de sua prática, quando não existiam regras ou leis. Tudo era permitido, desde que houvesse muito barulho e algazarra.

Somente no início do século XX é que o futebol surge na Inglaterra em clubes extremamente ricos e aristocráticos. A nata da sociedade passava os dias a divertir-se com este novo desporto que se iniciava sem muitas regras e que se tornou exclusivo das elites dominantes .Uma analogia ao ténis pode ser feita no sentido de compreendermos melhor à que camada social o futebol era destinado. Os encontros sociais e a tentativa de inventar uma outra modalidade desportiva que pudesse concorrer com o " cricket " eram privilegiados. Parece que esta tentativa obteve um grande sucesso se compararmos, na Inglaterra de hoje, o número de adeptos do futebol e do " cricket ". .

Os primórdios do futebol português

“Não há duas opiniões em contrário. O futebol que se joga e sempre se jogou em Portugal veio de Inglaterra, pela mão de alguns jovens lusitanos educados nos melhores colégios daquele países e, também, por cidadãos britânicos a trabalhar entre nós.

Há, porém, duas versões sobre a chegada da primeira bola a Portugal. Uma aponta para o Funchal e é atribuída a um inglês de nome Harry Hilton, que ali residia - facto assinalado, durante muitos anos, num pequeno muro do parque infantil do jardim da Camacha, inserindo, em letras metálicas, a legenda “Aqui se praticou futebol pela primeira vez em Portugal em 1875.

Outra diz terem sido os irmãos Eduardo e Frederico Pinto Basto, em 1886, os portadores de uma bola com o forte desejo de continuarem, na sua pátria, um desporto, o futebol, que muito os apaixonara.

A ideia foi acolhida com o maior interesse e entusiasmo pelo irmão maioritário dos jovens estudantes, Guilherme Pinto Basto, que, porém, não se limitou a afagar a bola, como um simples brinquedo para se divertir e pontapear num jogo. Não. Foi bem mais longe. Reuniu amigos, alguns deles ingleses, levou-os até Cascais e, nos terrenos da Parada, um pouco adiante da cidadela, onde hoje existe um jardim público, ali promoveu, numa tarde domingueira de Outubro de 1888, a primeira exibição de futebol em Portugal. Não um jogo, apenas um ensaio, como ele próprio o rotulou, para mostrar aos companheiros e ao público, que prontamente ali acorreu, como se jogava futebol.

Nesse ensaio que hoje podemos entender como exibição ou treino, intervieram, para além de quatro Pinto Basto, outros jogadores que ficaram para a história como os primeiros futebolistas portugueses… [juntamente com outros jogadores] …que, três meses depois, nos terrenos do Campo Pequeno, precisamente no sítio onde hoje se encontra a Praça de Touros, em frente ao Palácio de Galveias, participaram no primeiro jogo de futebol, já com as regras, então adoptadas, em Inglaterra.

Estes actos, em si, e outras iniciativas de Guilherme Pinto Basto, na propaganda e expansão do futebol, levaram ao justo e unânime reconhecimento do seu nome como o do verdadeiro introdutor do mais popular desporto em Portugal. E, implicitamente, o ano de 1888 ficou, assim, praticamente oficializado, como o do nascimento do futebol no nosso país.”

In “1914 – Os anos de diamante – 1989 / No primeiro Centenário do Futebol Português” da Autoria de Henrique Parreirão, Edição da FPF

Andebol




A história do andebol

O andebol era já um jogo bastante difundido na Alemanha no século XIX. Em 1920, Schellenz, professor da Escola Normal Superior de Educação Física de Berlim, lançou as bases do andebol de 11, praticado num campo de futebol e inspirado nas suas regras, mas jogado com as mãos. Nos países escandinavos e por razões climáticas, este desporto era praticado em recinto coberto e com 7 jogadores.

Após a Segunda Guerra Mundial, a modalidade de 11 jogadores entrou em declínio, enquanto a de 7 se impunha como um desporto europeu, sobretudo nos meios escolares. O andebol masculino passou a fazer parte das modalidades olímpicas em 1972 e o feminino em 1976. É hoje um dos desportos colectivos mais populares a nível mundial, e crê-se que o segundo desporto mais praticado em Portugal, a seguir ao futebol.


Algumas noções sobre o andebol

Muito semelhante ao futebol o andebol é jogado com as mãos. os jogadores devem conduzir a bola (que tem de diâmetro entre 58 a 60 centímetros nos homens, e de 54 a 56 para as mulheres) pelo campo com o objectivo de fazer golo na baliza adversária.

O andebol é disputado tanto em recintos fechados (indoor) - modalidade mais conhecida -, em campos ao ar livre (outdoor) e também pode ser disputado nas praias (andebol de praia). como modalidade olímpica, o andebol é praticado num recinto fechado tendo cada equipa 7 jogadores ( um guarda-redes e 6 jogadores de campo)

O jogador só pode dar três passos com a bola, devendo batê-la no chão (driblar) se precisar dar mais passos. Também só é possível manter a bola nas mãos por 3 segundos. Nenhum jogador, excepto os guarda-redes, pode tocar a bola com os pés. O campo de andebol indoor tem 40 metros de comprimento por 20 de largura; próximo do guarda redes existe uma área de 6 metros de diâmetro que não pode ser pisada ou transposta pelos jogadores de campo. Geralmente os jogadores rematam a bola contra o guarda-redes no limite dessa área.

Não é permitido passar a bola ao guarda-redes, a menos que ele esteja fora da área. As faltas mais graves são punidas com livres de 7 metros , remate directo de uma linha a sete metros da baliza. As outras faltas são marcadas numa linha de nove metros, com barreira. Os jogadores podem ser advertidos por meio de cartões, expulsos ou suspensos temporariamente (2 minutos), sem direito a substituição. A arbitragem é constituída por dois árbitros de campo auxiliados por um oficial de mesa.

As partidas do andebol indoor são disputadas em dois tempos de 30 minutos (sem parada do relógio), com intervalo de 10 minutos.

Relativamente ao jogadores de campo podemos diferenciar quatro posições distintas: o central ( organizador do jogo), os pontas ( jogadores que jogam no limiar das linhas laterais do campo), o pivot ( jogador que se posiciona dentro da defesa adversária) e os laterais ( jogadores que se dispõem no interior do terreno de jogo próximo do jogador central)

Dimensões de uma quadra de andebol indoor oficial.

Um pouco de história do Andebol em Portugal

O Andebol iniciou-se em Portugal em Novembro de 1929, com a publicação das regras no extinto jornal Sports.

Fundada em 1 de Maio de 1939, por iniciativa das associações de Lisboa, Porto e Coimbra, a Federação Portuguesa de Andebol, actualmente Federação de Andebol de Portugal, foi o corolário lógico do desenvolvimento de uma modalidade que, segundo os dados existentes, tem o seu arranque em Portugal ligado a Armando Tschopp, responsável pela publicação das suas regras no extinto jornal Sports, em Novembro de 1929.

Divulgadas as regras e desenvolvidos os passos iniciais, as associações de Lisboa e Porto organizam as primeiras competições oficiais no ano de 1932, ainda na variante de onze, já que o andebol de sete só apareceria bastante mais tarde (1949). Para a história ficam, ainda, a realização do I Porto-Lisboa (Junho de 1934) e a entrada da FPA como estado fundador de Federação Internacional de Andebol (IHF), em 1946.

Hoje, a realidade é bem diferente. Ninguém duvida de que o andebol está no top das modalidades e é uma referência a nível nacional e internacional. Os números dizem tudo: mais de 30 mil atletas e agentes desportivos; prática regular de norte a sul, no continente e nas regiões autónomas; a modalidade mais praticada pelas mulheres portuguesas. A presença regular do andebol português nas mais importantes actividades internacionais atrai mais público e provoca um crescendo de audiência, nomeadamente nas cada vez mais frequentes transmissões televisivas.

Actualmente o campeonato interno masculino está dividido em quatro divisões nacionais e restantes divisões regionais. A nível europeu Portugal ainda não se encontra na condição de disputar títulos internacionais com as grades potencias europeias ( Espanha. França, Alemanha, Rússia, por exemplo). contudo tem-se verificado uma constante evolução aos longos dos anos em parte devido à falta de orçamentos dos clubes que apontaram as suas energias para a aposta na formação.


O ataque e a defesa no Andebol

Defesa

Na evolução do jogo têm sido aperfeiçoadas as técnicas individuais e tácticas de grupo, onde devemos realçar que sistemas defensivos são definidos como a estruturação e automatização de comportamentos do jogador, dentro de uma determinada formação defensiva.

Sistema defensivo 6x0

O Sistema Defensivo 6x0 significa seis na linha de defesa, ou seja seis jogadores na segunda linha de defesa e nenhum na primeira ,é um sistema de defesa simples e por isso serve de base para os outros sistemas, pois esses seis jogadores posicionam-se na linha junto da área da baliza ou um pouco à frente desta (linha dos 6 metros) portanto formam apenas uma linha de defesa. Na formação do sistema 6x0 podemos determinar certas regras para que se tenha um bom resultado com este tipo de sistema. Neste sistema de defesa os jogadores altos deverão se posicionar no meio da defesa (os mais altos nas posições de central esquerdo e central direito), os de estatura média nas posições de lateral esquerdo e lateral direito e os de estatura baixa no extremo direito e extremo esquerdo, tendo é claro a base da equipa para se determinar a estatura dos jogadores da mesma. Os seis defensores movem-se para o lado, como um todo, na direcção da bola, para manterem um centro de gravidade da defesa à frente dela, onde os defensores centrais saem à meia distância aos adversários quando estes têm posse de bola , para que seja impedido de progredir o remate à baliza tendo a cobertura dos companheiros tanto à esquerda quanto à direita dos que avançarem.

Vantagens

Ela é muito ampla, as zonas de defesa junto à área da baliza (linha dos seis metros) de modo que o pivot e extremo do adversário tenham muito trabalho para obterem bom resultado;

As tarefas dos defensores por si são claras, compreensíveis e modificam-se pouco no decorrer do jogo;

Os defensores extremos podem partir descansados para o contra-ataque, a área de baliza é suficientemente coberta pelos outros;

Quando utilizado por um equipa de estatura alta.

Desvantagens:

Frágil às finalizações de meia distância, pois não tem profundidade;

Perturba muito pouco a liberdade de movimento do adversário;

Ineficaz para recuperar a bola do adversário;

Quando utilizado por uma equipa de estatura baixa


Sistema defensivo 5x1:

Sistema Defensivo 5x1 é composto por duas barreiras de jogadores, uma delas formada por cinco jogadores na linha de 6 metros (1ª linha de defesa) e a outra (2ª linha) com um jogador na linha de 9 metros. A função específica do jogador avançado é bloquear a acção do jogador atacante (grande rematador), evitando o arremesso à baliza. Este jogador avançado, além dessa atribuição, deve destruir, evitar que os adversários trocando passes, esquematizem ou coordenem jogadas; deve perseguir sempre o adversário, na zona central, tentando destruir a formação do ataque. O jogador avançado tem como função marcar apenas a zona central da área (zona mais vulnerável).

Vantagens:

Impede os remates de longa distância;

Evita uma melhor coordenação do ataque adversário.

Desvantagens:

Enfraquece a primeira linha de defesa, proporcionando penetrações dos pontas e dos pivots.

Outros sistemas defensivos:

Sistema 4x2, 3x3, individual, que somente devem ser realizados por equipes experientes.

Ataque:

O sistema defensivo mais utilizado pelas equipas adversárias é o 6x0. Neste tipo de esquema o melhor posicionamento para o ataque é 5 jogadores formarem uma linha de passe em frente a linha de defesa. Os jogadores laterais e centrais ficam a passar a bola de um lado para o outro enquanto o pivot tenta abrir um espaço (com muito cuidado para não cometer falta de ataque) para que os rematadores ou o central penetre na defesa e remate cara-a-cara com o guarda-redes. O pivot deve manter também um posicionamento de modo que possa receber a bola, girar e rematar. Neste sistema deve-se também haver um grande entrosamento entre o ponta e o lateral, pois as melhores oportunidades de golos podem surgir de jogadas realizadas pelos dois atletas, tendo que se preocupar com os dois a defesa fica mais vulnerável no meio. O sistema 6x0 dificulta a penetração na defesa por isso remates de fora (sem penetrar na defesa) são comuns nesse tipo de jogada, aconselha-se então rematadores altos com o arremesso fortes. O central deve ser um jogador habilidoso e criativo.

Regras De Voleibol


REGRAS OFICIAIS DE VOLEIBOL
2005 - 2008

APROVADAS PELA FPV





Se queres saber mais sobre as regras de Voleibol, clica na imagem e entra no site.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Termina sonho de Gustavo Lima


Gustavo Lima despediu-se esta terça-feira da luta por um lugar no pódio no Campeonato do Mundo de Vela de Classe Laser, a decorrer na Austrália, ao terminar as duas regatas do dia na 53.ª e 36.ª posições, baixando do oitavo ao 24.º posto da classificação geral.



Protagonista de uma colisão na primeira etapa do dia, quando era 20.º, o velejador português virou a embarcação e acabou por ser penúltimo, despedindo-se da luta pelas medalhas. «Não há nada a fazer. Vou à luta, mas em termos práticos já nem fico entre os primeiros», lamentou.

O australiano Tom Slingsby, campeão em título, que ontem perdera a liderança para o argentino Julio Alsogaray, recuperou o primeiro lugar da geral ao vencer as duas regatas.
Esta quarta-feira disputa-se o último dia de competição.


Fonte:A Bola

Sub 20 vencem Finlândia


Sub-20 vencem Finlândia
XII TORNEIO INTERNACIONAL DA MADEIRA

A Selecção Nacional de sub-20 começou, da melhor forma, a sua participação no XII Torneio Internacional de Futebol da Madeira, ao vencer a Finlândia, por 3-0, no Funchal.

A equipa comandada por António Violante, que tenta a oitava vitória na competição, colocou-se em vantagem aos 34 minutos, através de uma recarga oportuna de Rui Pedro, jogador do E. Amadora. Depois foi Ivan Santos (Boavista), a aumentar a vantagem, aos 49'. O terceiro golo nasceu de uma grande penalidade convertida por Candeias (Varzim), aos 75'.

No outro jogo da jornada, a Madeira e a Turquia empataram a zeros, no Estádio dos Barreiros.

Fonte:Jornal Record

Fundamentos Técnicos Basquetebol


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

Records batidos



A atleta portuguesa Naide Gomes bateu ontem o recorde nacional do comprimento em pista coberta, ao saltar 6.90 metros, com 14 centímetros de vantagem sobre a brasileira Maurren Maggi (6.76) no Grande Prémio Internacional de Valência.

Na mesma prova, o lançador do peso português, Marco Fortes, bateu também ele o recorde nacional da especialidade ao lançar 20.08 metros.




fonte:Correio da Manhã

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Voleibol - Liga Europeia 2008

LIGA EUROPEIA 2008

Final Four: Candidaturas até ao dia 18

A Confederação Europeia de Voleibol (CEV) anunciou que o sorteio da Liga Europeia 2008 realizar-se-á no dia 23 de Fevereiro, no Hotel Novotel, no Luxemburgo.

Nesta reunião será feita a apresentação oficial da Liga Europeia de 2008, com a definição das selecções participantes, o sistema de competição e o calendário da prova, bem como será anunciado o organizador da Final Four (as candidaturas terminam no próximo dia 18).

Da agenda constam ainda o Relatório e Avaliação da Liga Europeia de 2007, cuja fase final foi disputada em Portugal (Portimão) e na qual a Selecção Nacional de Seniores Masculinos conseguiu o segundo lugar, depois de ter cedido apenas na negra (18/20) diante da Espanha, que se sagraria campeã da Europa poucos meses depois.

Certas nesta quinta edição da Liga Europeia estão já as selecções da Áustria, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Portugal, República Checa, Eslováquia e Eslovénia.






fonte:FPV

Atletas do Mês


Nelson Évora e Susana Feitor nomeados para “atleta do mês” de Janeiro

A Associação Europeia divulgou a listagem de atletas nomeados para “melhor atleta do mês” referente a Janeiro de 2008.

Nas nomeações de atletas masculinos, entre Craig Pickering, o jovem britânico que tem, de momento, a melhor marca europeia do ano nos 60m (6,57), Allan Scott, o europeu mais rápido do ano na prova de 60m/barreiras e Peter Sack que lidera o ranking anual do lançamento do peso na Europa com a marca de 20,41, encontra-se Nelson Évora.


O atleta Campeão do Mundo de Triplo Salto iniciou o ano da melhor forma tendo, no mês de Janeiro, tornando-se líder Europeu na sua disciplina de eleição com a marca de 17,11 obtida na Expocentro, a pista coberta de Pombal e, foi ainda o 3º atleta europeu na disciplina de salto em Comprimento com a marca de 7,96metros.

Nas nomeações de atletas femininas, em conjunto com Blanka Vlasic, a líder mundial de Alto em Altura (2,01m), Yuliva Golubchikiva, a atleta russa que lidera o ranking mundial do Salto com Vara (4,65m) e a líder mundial do Lançamento do Peso, Nadzeya Ostapchuk está a portuguesa Susana Feitor que lidera os rankings mundiais da prova de 3000 metros marcha.

A marchadora que conta já com 4 presenças em Jogos Olímpicos e se encontra a preparar a sua 5ª participação nesta competição, mostra desta maneira uma evidente boa forma física.


Fonte:FPA

Atletismo-Virginia Tech Elite Meet



A atleta Patrícia Mamona, saltou ontem no decorrer do Virginia Tech Elite Meet, 13,21 metros no Triplo Salto. Desta forma, a atleta portuguesa a estudar nos Estados Unidos da América torna-se na 3ª atleta portuguesa a passar este ano os 13 metros no Triplo Salto.

A melhor marca nacional da corrente temporada é pertença da sportinguista Susana Costa, com 13,50 metros, marca que é igualmente Recorde Nacional de Pista Coberta da disciplina.



Fonte:FPA

Judo 3ª Ronda do Torneio de Paris



A judoca portuguesa Telma Monteiro perdeu (koka) com a chinesa Dongmei Xian na 3.ª ronda do torneio de Paris.

Na categoria -73kg, Tiaglo Lopes perdeu por ippon frente ao esloveno Saso Jereb, enquanto em -66kg, Pedro Dias foi derrotado, também por ippon, pelo francês Benjamin Darbelet. O judoca português saiu lesionado do combate com uma luxação no ombro.

Os atletas portugueses esperam agora pelos resultados dos adversários para tentarem chegar à repescagem.


Fonte:Jornal Record

Ténis Vale de Lobo Ladies Open


Ainda não é desta que o Vale do Lobo Ladies Open (10.ª edição) vai ter como vencedora uma portuguesa. É que Neuza Silva foi hoje eliminada nas meias-finais do torneio internacional (10 mil dólares).

A bi-campeã nacional, 192.º do ranking mundial, perdeu por 4-6 e 3-6 com a russa Elena Chalova que não tem classificação na tabela WTA e que teve de passar a fase de qualificação - em 2006 chegou a ser 314.º posto e conta com cinco títulos de singulares em torneios profissionais ITF.
A queda no ranking da tenista russa deveu-se ao facto de ter partido aperna direita e ter estado "parada quase um ano", explicou a finalista.

O Vale do Lobo Ladies Open é mesmo o primeiro torneio que Elena Chalova está a disputar desde Março do ano passado.

"Hoje nunca me senti a jogar bem, mesmo quando estava à frente. Não sei bem o que foi e nem posso dar a desculpa do vento. Estive muito irregular e fui perdendo um pouco a confiança. Nunca me senti capaz de agarrar o jogo", assumiu Neuza silva.

Amanhã, na final, Elena Chalova defronta a vencedora da outra meia-final que decorre neste momento, entre a espanhola Beatriz Garcia-Vidagany e a eslovaca Dominika Nociarova.


Fonte:Jornal Record